Economia
Chevrolet Sonic RS: avaliamos o SUV de R$ 136 mil que compete com pulse, tera, kardian e avenger
O Chevrolet Sonic 2027 chegou ao mercado brasileiro em maio deste ano e vem se destacando em um dos segmentos mais competitivos dos SUVs compactos.
A versão RS, com preço de R$ 135.990, aposta em um design esportivo, motor turbo, tecnologia avançada e segurança para brigar com modelos como Fiat Pulse, Volkswagen Tera, Renault Kardian e o recém-lançado Jeep Avenger.
Ao dirigir o Sonic RS, fica claro que, apesar do nome RS, o foco não é um SUV esportivo. O destaque é o visual, enquanto o conjunto mecânico prioriza conforto e facilidade para o uso diário.
Design
O visual do Sonic chama atenção. A frente adota a nova identidade visual da Chevrolet, inspirada em modelos maiores como o Equinox EV, e a carroceria mais baixa confere uma aparência semelhante a de um coupé.
A versão RS traz teto preto, rodas de 17 polegadas, detalhes escurecidos e interior preto com costuras e cintos vermelhos, para quem deseja um carro compacto com um visual mais agressivo.
Desempenho ao volante
O motor 1.0 turbo de três cilindros do Sonic RS produz 115 cv e 18,9 kgfm de torque, combinado com câmbio automático de seis marchas e tração dianteira.
O foco está no conforto, funcionando bem no trânsito urbano, porém sem entregar uma resposta esportiva condizente ao nome RS.
A suspensão absorve bem os impactos e o vão livre de 20 cm facilita seu uso em estradas irregulares e ruas com obstáculos comuns nas cidades brasileiras.
Tecnologia e segurança
O painel digital de 8 polegadas e a central multimídia de 11 polegadas oferecem recursos como Android Auto e Apple CarPlay sem fio, carregador por indução, Wi-Fi e OnStar, mantendo o modelo atualizado frente à concorrência.
Na segurança, o Sonic RS inclui seis airbags, alerta de colisão frontal, frenagem automática de emergência, detecção de pedestres e ciclistas, alerta de ponto cego e assistente de permanência em faixa, com sistemas que atendem aos principais rivais do segmento.
Espaço e capacidade
Com 4,23 metros de comprimento e entre-eixos de 2,55 metros, o Sonic RS oferece espaço traseiro compatível com um SUV compacto, além de um porta-malas de 392 litros, ideal para o uso cotidiano de famílias pequenas.
Consumo e manutenção
O motor 1.0 turbo apresenta consumo coerente para sua categoria, com médias de cerca de 12,3 km/l na cidade e 15,2 km/l na estrada, usando gasolina.
Um ponto a destacar é a correia dentada banhada a óleo, que, apesar das melhorias e da garantia ampliada para até 240 mil km ou 15 anos, requer manutenção cuidadosa para evitar problemas futuros.
Concorrentes e custo-benefício
Com preço na faixa dos R$ 136 mil, o Sonic RS compete diretamente com modelos como Fiat Pulse, Volkswagen Tera, Renault Kardian e Jeep Avenger, que oferecem variados pacotes de equipamentos e opções de motorização.
A escolha entre eles dependerá do perfil do comprador e das prioridades em desempenho, tecnologia, segurança e estilo.
Conclusão
O Chevrolet Sonic RS é uma opção equilibrada para quem busca um SUV compacto com visual atraente, bons equipamentos tecnológicos e pacote de segurança completo, aliado a um motor turbo eficiente para o dia a dia.
Apesar de o nome RS sugerir esportividade, o carro oferece principalmente conforto e praticidade, fazendo dele uma escolha interessante para quem valoriza design e funcionalidade, sem abrir mão da segurança e tecnologia.
Economia
Selic permanece em 13,50% ao final de 2026, diz relatório Focus
A mediana do relatório Focus para a taxa Selic ao final de 2026 manteve-se em 13,50%, após queda na última semana. Analisando apenas as 72 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, que são mais sensíveis a novidades, a mediana para a Selic ao fim deste ano também estabilizou em 13,50%.
A projeção mediana do relatório Focus para a taxa Selic ao término de 2027 permanece em 12,00%, pela 15ª semana consecutiva. Há um mês, a previsão também era de 12%. Considerando só as 71 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana continuou estável em 12,00%.
Em 16 de setembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central realizou mais um corte na Selic, diminuindo 0,25 ponto percentual, de 14,00% para 13,75% ao ano. Este foi o quinto corte seguido nos juros.
A Selic já recuou 1,25 ponto percentual desde março, quando o Banco Central iniciou um ‘ciclo de ajuste’ na política monetária, diante das incertezas geradas pela guerra no Irã, que afetou a cadeia global de suprimentos, os preços das commodities e inflação.
“O cenário atual, marcado por significativo aumento da incerteza, desancoragem das expectativas e riscos elevados em relação ao cenário principal, requer serenidade e cautela na condução da política monetária. O Comitê continuará acompanhando a evolução do cenário para garantir a restrição adequada que assegure a convergência da inflação à meta”, declarou o colegiado no comunicado da reunião.
A mediana do mercado para a Selic no final de 2028 segue em 10,50%, mesma previsão de um mês atrás. Já a estimativa para 2029 permanece em 10,00% pela 21ª semana consecutiva.
Economia
Inflação prevista para 2026 sobe para 4,99%, indica pesquisa Focus
A mediana do relatório Focus para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026 aumentou pela segunda semana consecutiva, passando de 4,92% para 4,99%, acima do alvo de 4,50% estabelecido pelo Banco Central.
Considerando apenas as 61 previsões atualizadas nos últimos cinco dias úteis, que são mais reativas às novidades, a mediana subiu de 4,97% para 5,08%.
Para 2027, a expectativa de inflação do mercado cresceu ligeiramente, de 4,30% para 4,31%. Um mês antes, a previsão era de 4,28%. Considerando apenas as projeções recentes, a mediana variou de 4,35% para 4,30%.
A mediana do Focus para a inflação de 2028 permaneceu em 3,80% pela nona semana consecutiva, enquanto para 2029 manteve-se em 3,50% pela 56ª semana seguida.
O Banco Central estima uma inflação de 5,2% para o IPCA em 2026 e 3,9% em 2027, conforme divulgado no comunicado da reunião de setembro do Comitê de Política Monetária (Copom). O colegiado projeta uma inflação acumulada de 3,2% em 12 meses no primeiro trimestre de 2028, período considerado relevante para as decisões de política monetária.
Desde 2025, o regime de metas de inflação adota um intervalo contínuo baseado no IPCA acumulado em 12 meses, com uma meta central de 3% e uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Se a inflação superar esses limites por seis meses consecutivos, considera-se que o Banco Central não atingiu a meta.
Economia
Mercado aumenta previsão de inflação e diminui crescimento do PIB
O mercado financeiro atualizou suas expectativas para a inflação e para o crescimento da economia em 2026, conforme divulgado no boletim Focus pelo Banco Central em 28 de janeiro de 2024.
A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 4,92% para 4,99%. Para 2027, a estimativa passou de 4,3% para 4,31%, enquanto a previsão para 2028 permanece em 3,8%.
Essas revisões ocorreram após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação oficial, que registrou alta de 0,7% em setembro, após deflação de 0,4% em agosto.
Com isso, a inflação acumulada em 12 meses avançou para 4,47%, contra 4,24% em agosto, sendo impulsionada principalmente pelo fim do desconto do bônus da Usina de Itaipu na conta de energia elétrica, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Produto Interno Bruto (PIB)
A expectativa para o crescimento da economia caiu pelo terceiro período consecutivo, com a previsão para o PIB reduzida de 1,88% para 1,86% em 2026. Quatro semanas antes, a estimativa era de 1,92%.
Para 2027, a projeção caiu de 1,43% para 1,41%, e para 2028, de 1,87% para 1,83%.
Taxa Selic
A projeção para a taxa básica de juros (Selic) permanece constante, com expectativa de 13,5% ao ano para o final de 2026, 12% em 2027 e 10,5% em 2028.
A taxa Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. Quando elevada, o crédito se torna mais caro, reduzindo o consumo e ajudando a conter o aumento dos preços, além de incentivar a poupança.
Já a diminuição dos juros procura estimular a economia, facilitando o acesso a crédito e incentivando investimentos e consumo.
Vale lembrar que os bancos consideram também fatores como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas na hora de definir os juros cobrados dos clientes.
Dólar
A estimativa para a cotação do dólar se manteve, com previsão de R$ 5,20 no fim de 2026, R$ 5,28 em 2027 e R$ 5,30 em 2028.
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