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Cultura

Criadora da atriz de IA Tilly Norwood rebate críticas e revela apoio secreto em Hollywood

Programada para se tornar a primeira atriz de IA conhecida mundialmente, a personagem Tilly Norwood enfrentou uma forte resistência do cinema tradicional. Um ano após seu lançamento, a criadora Eline van der Velden revelou que, nos bastidores, grandes nomes de Hollywood procuraram secretamente seu trabalho, demonstrando interesse no avanço da tecnologia.

A produtora compartilhou suas impressões em entrevista concedida à revista Variety. Ela explicou que Tilly não foi concebida apenas para atuar, mas como um projeto para aproximar a tecnologia ao entretenimento. O objetivo era incentivar o setor criativo a se preparar e não ser ultrapassado pelas empresas de tecnologia.

“Ao invés de redigir um artigo científico cansativo sobre a evolução da IA, decidi criar algo que envolvesse o público e estimulasse a ação, para que a indústria criativa pudesse se posicionar na frente, em vez de ser dominada totalmente por corporações tecnológicas”, afirmou Van der Velden à publicação americana.

A empresa da produtora, Particle6, teve um crescimento de oito vezes no último ano, e hoje conta com quatro áreas de atuação, oferecendo consultoria sobre integração de IA para estúdios e desenvolvendo produções originais e comerciais. Vários profissionais da área procuraram a Particle6, assinando acordos de confidencialidade por receio de repercussões públicas.

Rob Minkoff, diretor de “O Rei Leão” e “O Pequeno Stuart Little”, entrou como produtor executivo no novo filme da produtora, Storm Dogs, que vai combinar atores humanos com animações hiper-realistas de crianças e animais geradas por IA e técnicas tradicionais.

Em julho, a Particle6 anunciou que Norwood será protagonista do filme “Misaligned” (Desalinhada), que faz referência à ideia de alinhamento da IA, ou seja, a adaptação das máquinas aos valores humanos.

Uma porta-voz da Particle6, consultada pela AFP, informou que ainda é cedo para divulgar detalhes sobre a distribuição do filme, seja nos cinemas ou em plataformas de streaming, assim como a data de estreia.

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Cultura

Bruno relata rádio tocando música de Rick & Renner sozinho após morte do cantor

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Bruno, da dupla com Marrone, compartilhou nas redes sociais neste domingo, 27, um episódio estranho que ocorreu enquanto ele ainda lamentava a perda de Rick, da dupla com Renner.

O cantor contou que um rádio, localizado na cozinha de sua residência, teria ligado automaticamente e começou a tocar uma canção da dupla Rick & Renner.

“Eu estava na cozinha, onde temos um rádio pequeno que recebemos de presente […]. De repente, o rádio ligou sozinho, só eu e a Gleide estávamos aqui, e começou a tocar uma música do Rick & Renner“, relatou.

Bruno mostrou o aparelho e explicou que é necessário ligá-lo manualmente para que funcione. Ele também recordou as homenagens feitas pela dupla nos shows recentes.

“Para ligar esse rádio, precisa fazer isso aqui, ó [ele gira o botão]. Entendeu? Ele simplesmente ligou sozinho. Realizamos quatro shows, fizemos quatro tributos ao Rick, pedimos ao público para aplaudir, falamos sobre a carreira dele e cantamos suas músicas”, disse ele.

Em seguida, o cantor associou o incidente às homenagens feitas ao sertanejo falecido. “Agora, isso que aconteceu só pode ser um agradecimento dele para nós, ou alguém que me explique, porque não há outra explicação”, afirmou.

Morte de Rick

Rick faleceu aos 59 anos após um acidente com um helicóptero na região de Urubici, na Serra Catarinense. A perda do cantor foi confirmada na terça-feira, dia 22. Quatro outras pessoas que estavam a bordo da aeronave também morreram no acidente.

Depois da confirmação, Bruno e Marrone prestaram uma homenagem nas redes sociais. “Hoje a estrada está mais triste… Vai com Deus, Rick. Irmão de estrada, da música e de muitos momentos que vamos guardar para sempre no coração”, escreveu a dupla.

Marrone esteve presente no velório de Rick na quinta-feira, 24, em Sorocaba, no interior de São Paulo.

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Cultura

Leticia Colin fala sobre maternidade e reconciliação amorosa

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Letícia Colin compartilhou sua experiência com uma separação que não deu certo. Em uma entrevista para o videocast ‘Conversa vai, conversa vem’, que será exibido nesta segunda-feira, dia 28, às 18h nos canais do GLOBO no Youtube e Spotify, a atriz de 36 anos contou que desistiu da separação do marido, Michel Melamed, devido a uma dor insuportável. Atualmente na novela das 21h, ‘Quem ama cuida’, Letícia também falou sobre a maternidade.

Seu filho, Uri, tem seis anos. Ela comenta: ‘Ser mãe é uma experiência mais intensa e desafiadora do que calma.’

‘É algo radical. Frequentemente penso na obra da Nise da Silveira, que ao descrever o que o paciente sente por dentro, como explosões internas, consegue dar nome ao que sentimos. Às vezes, até o amor pode ser violento. Sinto um amor forte pelo meu filho. Ele me toca profundamente, me deixa confusa, desperta em mim um desejo intenso de cuidar, uma raiva de não saber como, cansaço, uma mistura de loucura, paixão e encanto. Não é fácil lidar com essa intensidade de amor e dor.

Sobre a ‘separação não consumada’ com seu companheiro, Michel Melamed, ela descreve: ‘Foi uma dor insuportável. A vida foi ficando difícil, triste e sem compreensão. Era como estar em um lugar estranho onde ninguém falava minha língua. O mundo pode ser maravilhoso, mas é um desafio estar nele e sobreviver às suas muitas possibilidades. Precisamos escolher quem queremos ao nosso lado e como gastamos nosso tempo, seja conosco, seja com o outro. Encontrar um ponto real e concreto de contato com a vida é algo raro e especial. O que vivemos foi bonito e difícil, mas essencial. Voltamos porque, apesar de termos nos separado, percebemos que era apenas uma pausa. Às vezes, o fim de algo é o começo de outra coisa.’

Sobre morar separados agora, ela diz: ‘Cada um tem seu espaço e aprendemos a conviver com as diferenças de modo mais organizado. Michel é autor, dramaturgo e diretor, um universo dele. Assim como eu tenho uma vasta gama de sentimentos e pensamentos, ele também. Eu acreditava que ele deveria entender tudo, e não perdoava quando não compreendia. Apesar de ser incrível e feminina, às vezes não consigo lidar com tudo. Acho que projetei nele a responsabilidade de resolver tudo, o que é uma expectativa injusta. Ninguém pode cuidar de ninguém além de si mesmo. Eu preciso assumir a responsabilidade por mim mesma.’

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Cultura

Morre o Escritor Escocês Peter May aos 74 Anos

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O escritor escocês Peter May, conhecido por sua obra The Blackhouse, faleceu aos 74 anos. A notícia foi confirmada nesta segunda-feira (28) pela sua editora na França, país onde residia há algum tempo.

“Peter May era um homem dotado de grande sensibilidade, profundamente empático, atencioso e de uma bondade imensa”, declarou a editora Rouergue em comunicado, homenageando o “homem de criatividade extraordinária”.

Iniciando sua carreira no jornalismo e como roteirista para séries da BBC, Peter May lançou quase 30 romances ao longo de sua trajetória. Dentre suas obras, destaca-se The Blackhouse, primeiro volume da série ambientada na ilha de Lewis, na Escócia, que alcançou a marca de 3 milhões de cópias vendidas mundialmente.

Livro lançado primeiro na França

The Blackhouse foi o livro que levou Peter May ao reconhecimento internacional. Publicada inicialmente em francês pela editora Rouergue, em 2010, a obra não havia sido aceita por editoras de língua inglesa.

A edição em francês possibilitou o sucesso do livro, que posteriormente chegou a leitores de diversas nações.

Peter May residia na região de Lot, na França, onde também obteve a nacionalidade francesa. Nos últimos anos de vida, dedicou-se intensamente à música.

Conforme relata a editora, o escritor era apaixonado por música e passava grande parte do seu tempo recente tocando, compondo e escrevendo canções.

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