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Brasil

Renan Santos critica Flávio Bolsonaro e afirma eleição livre no segundo turno

O presidente do partido Missão, Renan Santos, que não venceu a disputa à presidência da República no último domingo, 7, expressou seu descontentamento com Flávio Bolsonaro (PL), afirmando que sente ‘repulsa’ pelo candidato que avançou para o segundo turno. Ele descreveu Flávio como alguém que tem uma inclinação para negócios com pessoas de reputação duvidosa, durante uma transmissão ao vivo no canal do Movimento Brasil Livre (MBL) no Youtube.

Durante a live, Santos observou que o candidato do PL é o favorito na corrida presidencial contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. Contudo, ele deixou claro que não apoia nenhum dos candidatos e fez duras críticas a Flávio: ‘Nós não somos Flávio Bolsonaro, somos o Missão, temos nossa própria identidade. Sinto repulsa por Flávio Bolsonaro e por esse grupo’, declarou. Santos ainda enfatizou que seu eleitorado está ‘livre’ para decidir seu voto na próxima etapa.

Criticando o candidato do PL, Santos afirmou que Flávio acumulou riqueza através de negócios com pessoas problemáticas e que, em um eventual governo dele, essas pessoas teriam ainda mais oportunidades para fazer negócios, possivelmente com o próprio candidato.

Flávio representa alinhamento automático com os Estados Unidos

Renan Santos acredita que, caso Flávio saia vitorioso, isso significaria uma conexão direta e automática com os Estados Unidos, descrevendo-o como uma peça dentro de um mecanismo americano.

Consequências para o país

Nas redes sociais, Renan Santos comentou oficialmente sobre o resultado do primeiro turno. Ele expressou seu amor pelo Brasil, mas lamentou que o país tenha optado por uma postura infantil e exagerada durante as eleições, ressaltando que todos pagarão um preço alto por isso.

Santos destacou dois fatores que marcaram o resultado eleitoral: o medo do PT e do comunismo, e a discussão sobre a presença de pessoas trans em banheiros. Segundo ele, o eleitor brasileiro escolheu políticos que focaram suas campanhas em temas como esse, enquanto questões nacionais muito mais importantes foram deixadas em segundo plano.

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Brasil

Fachin dá cinco dias para PGR analisar pedido sobre caso Bolsonaro na pandemia

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) informe em cinco dias se mantém o pedido de arquivamento de uma investigação sobre possíveis crimes cometidos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a pandemia de covid-19.

A decisão foi assinada na terça-feira (6). A investigação iniciou a partir de um pedido da comissão do Senado e buscava apurar a disseminação, nas redes sociais, de informações falsas. Entre os atos analisados estavam, em tese, crimes como epidemia, descumprimento de medidas sanitárias e incitação ao crime, conforme previsto no Código Penal.

A Polícia Federal concluiu as investigações em 23 de dezembro de 2022. Na época, o ex-assistente Mauro Cid foi indiciado. Em fevereiro de 2023, a PGR solicitou o arquivamento da investigação, alegando ausência de “indícios mínimos” de crimes nos fatos investigados.

O processo voltou a avançar após a PF informar, em abril de 2025, que recebeu uma resposta para um pedido de cooperação internacional enviado ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

Diante desse novo fato, Fachin requisitou que a PF se manifeste sobre a cooperação internacional, o tempo de andamento da investigação e o encerramento das apurações em 2022. Ele também pediu que a PGR esclareça se mantém sua posição anterior e confirme ou não o pedido de arquivamento.

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Brasil

Futebolistas famosos do Brasil adquiriram diploma falso por R$ 100 mil com ex-jogador argentino

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Alguns ex-jogadores brasileiros compraram certificados falsificados de treinador por meio de um esquema conduzido por Alejandro Mancuso, ex-volante argentino que atuou no Flamengo e no Palmeiras. A denúncia foi publicada pela jornalista Joanna de Assis, no portal UOL.

Jogadores como Dejan Petkovic, Diego Lugano, Felipe Melo, Luiz Gustavo, Roberto Carlos e Thiago Silva adquiriram a licença PRO da Associação de Técnicos do Futebol Argentino (ATFA) pelo valor de R$ 100 mil.

Os certificados eram enviados pelo correio para as residências dos compradores. Conforme a reportagem, eles encaminhavam fotos com os diplomas para Mancuso e alguns admitiram não terem percebido que os documentos eram falsificados.

Além disso, jogadores como Petkovic, Felipe Melo e Roberto Carlos indicaram que aceitaram a proposta do ex-jogador argentino por ser uma alternativa prática. Mancuso afirma que as licenças não foram validadas pela ATFA porque seus clientes não completaram o processo presencialmente.

A instituição, por sua vez, declarou que Alejandro Mancuso nunca teve vínculo com a ATFA e que os certificados oferecidos são fraudulentos. Alex, ídolo do Palmeiras, Coritiba, Cruzeiro e Fenerbahçe, e atual técnico do Athletic, reconheceu seu erro no caso.

“Ele (Mancuso) disse que poderia conseguir as licenças argentinas de forma rápida, apenas com um processo online. Preenchi formulários que ele enviou e recebi os diplomas pelo correio. Assumo que foi um equívoco, o mesmo de muitos, motivado pela busca por praticidade, mas nunca utilizei esses documentos”, declarou o ex-meia.

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Brasil

Moraes não engana, Magno Malta quer impeachment primeiro

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O senador Magno Malta (PL-ES) enfatizou nesta quarta-feira (7) que eventuais sinais do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, em direção ao bolsonarismo não vão tirar o impeachment da lista de prioridades da direita para 2027.

“Sabemos quem ele é. Não adianta se vestir com as cores verde e amarelo e tentar mostrar religiosidade com um rosário e uma Bíblia. Nós o conhecemos”, afirmou Malta aos jornalistas, após reunião do deputado Flávio Bolsonaro (PL) com membros do PL.

Conhecido por sua postura firme, Malta declarou que, a partir do próximo ano, a direita agirá com determinação. “O Senado agora tem pessoas dispostas a agir como pitbull, sem proteção contra nada, para cumprir seu papel. A campanha foi nesse sentido. A Câmara dos Deputados também. Hoje temos maioria para equilibrar os poderes no Brasil e restaurar a democracia”, afirmou.

O senador também garantiu que o PL dará prioridade a uma anistia para os que foram condenados pelos acontecimentos de 8 de Janeiro. “No Senado, não esquecemos. Não há acordos, queremos impeachment de verdade. Também batalharemos para anular todo esse processo judicial. Temos a maioria necessária. Faremos isso”, declarou.

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