Brasil
Lula lidera pesquisa espontânea com 36%, seguido por Flávio com 27%
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 36% das intenções de voto na pesquisa espontânea para presidente da República, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 27%, conforme levantamento Datafolha divulgado nesta quinta-feira (24).
Nessa forma de pesquisa, os entrevistados não recebem os nomes dos candidatos para escolher.
Na rodada anterior, de 17 de setembro, Lula tinha 35% e Flávio 26%. Os dois apresentaram um aumento de um ponto percentual, mantendo uma diferença de nove pontos entre eles. O número de indecisos diminuiu de 21% para 18%.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi mencionado por 4% dos entrevistados. O escritor Augusto Cury (Avante) permaneceu com 3%, enquanto Ronaldo Caiado (PSD) manteve 2%. Renan Santos (Missão) aumentou de 1% para 2%, e Romeu Zema (Novo) variou de 1% para 0%.
Outras respostas somaram 2%, igual ao levantamento anterior. A parcela que pretende votar em branco, anular ou não escolher candidato foi reduzida de 6% para 5%.
Foram entrevistadas 2.002 pessoas, com 16 anos ou mais, entre os dias 22 e 23 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00304/2026.
Brasil
Metade dos eleitores de Cury está decidida, queda em relação à semana passada
Metade dos eleitores que pretendem votar em Augusto Cury (Avante) para presidente afirmam estar totalmente certos de sua decisão, conforme levantamento realizado pelo Datafolha. A outra metade indica que ainda pode alterar sua escolha. Na pesquisa realizada entre os dias 15 e 17 de setembro, esses números eram 54% e 46%, respectivamente.
Quanto aos eleitores que apoiam Ronaldo Caiado (PSD), 62% estão plenamente definidos quanto ao voto, enquanto 38% sinalizam possibilidade de mudança, conforme resultados coletados em 22 e 23 de setembro.
No caso do eleitorado de Renan Santos (Missão), 62% afirmam estar firmes na decisão, e 36% consideram ainda poder modificar o voto, no mesmo período de pesquisa.
O instituto questionou os entrevistados sobre o grau de certeza em relação ao voto para presidente, se estavam completamente decididos ou suscetíveis a alterações.
O levantamento ouviu 2.002 eleitores com 16 anos ou mais entre 22 e 23 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa encontra-se registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00304/2026.
Brasil
Avaliação do governo Lula piora para 40% dos brasileiros
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, recebeu uma avaliação negativa de 40% dos brasileiros, que o consideram ruim ou péssimo, conforme pesquisa recente do Datafolha divulgada na quinta-feira (24). Por outro lado, 34% classificam a administração como ótima ou boa, enquanto 24% veem como regular.
Comparando com a pesquisa realizada na semana anterior, a porcentagem de pessoas que avaliam o governo como ruim ou péssimo diminuiu de 42% para 40%. A avaliação ótima ou boa permaneceu estável em 34%, e a classificação regular registrou uma leve subida de 23% para 24%, que está dentro da margem de erro.
Quanto à aprovação pessoal do presidente, 50% dos entrevistados desaprovaram a gestão de Lula, e 47% aprovaram. Na pesquisa anterior, a desaprovação era de 50% e a aprovação de 48%.
Encomendada pela emissora TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, a pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 24 de fevereiro, com a participação de 2.002 eleitores. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-00304/2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança.
Brasil
Ibovespa recua a 183 mil pontos com fuga de ativos de risco no exterior
Durante a tarde desta quinta-feira, o Ibovespa aprofundou suas perdas e atingiu o piso de 183 mil pontos, refletindo uma deterioração do cenário externo para ativos de risco, especialmente nos mercados emergentes. O aumento contínuo no preço do petróleo trouxe à tona preocupações inflacionárias e a consequente elevação dos juros, levando os investidores a adotarem uma postura mais cautelosa, aguardando pesquisas eleitorais no Brasil.
No encerramento da sessão, o Ibovespa caiu 0,99%, fechando em 183.965,91 pontos, com mínima no dia em 183.834,97 pontos, e um volume financeiro de R$ 19 bilhões.
Embora as bolsas americanas tenham apresentado desempenho superior, os mercados emergentes encerraram o dia negativos: o EEM, principal ETF desses mercados, caiu 0,70% em Nova York. Este movimento ocorreu em meio ao forte avanço dos títulos públicos norte-americanos, com o título de 10 anos chegando a 5,20%.
Gabriel Gonçalves, analista de alocação da Ghia Multi Family Office, comenta que o comportamento dos mercados locais reflete tanto a aversão global ao risco quanto o cenário político-eleitoral nacional. O aumento do Brent para US$ 106,60 o barril (+3,41%) geralmente favorece a Petrobras, mas a queda das ações da empresa indica receio quanto à necessidade de ajuste na política monetária doméstica diante do panorama externo.
Além disso, os mercados foram impactados pelas recentes notícias envolvendo o senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL). O envolvimento de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro ganhou novo capítulo após informações indicarem uma viagem entre a Flórida e Brasília, em 2025, em um avião que incluía o ex-banqueiro entre os cotistas. Essa revelação é vista como negativa para a imagem do senador, podendo afetar sua popularidade na disputa eleitoral.
Nas pesquisas eleitorais mais recentes, o presidente Lula (PT) e Flávio Bolsonaro apresentam um empate técnico. Os investidores observam as reais chances de uma chapa conservadora ganhar força, o que seria interpretado como um compromisso mais rigoroso com a política fiscal.
Gustavo Bertotti, head de Renda Variável da Fami Capital, destaca que o cenário combina fatores externos e internos complexos, incluindo a tensão crescente entre EUA e Irã. Isso gera preocupação com uma possível atuação contracionista do Federal Reserve, aumentando ainda mais os juros e impactando investidores estrangeiros. O mercado, diante das incertezas e das notícias eleitorais, corrige seus indicadores.
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