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Lula fala sobre reservas e tranquilidade com dívida pública

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição, afirmou neste domingo, 27, que a dívida pública não o assusta e considera essa preocupação exagerada.

Em uma entrevista gravada para o programa Canal Livre, da Band, que será exibida às 20h na BandNews TV e às 22h na Band, Lula mencionou as reservas internacionais do Brasil, que totalizam US$ 370 bilhões.

Lula atribuiu este montante à decisão tomada em 2005, durante seu primeiro mandato, de acumular reservas. Ele explicou que essa quantia funciona como uma espécie de segurança para a economia do país.

Apesar da tranquilidade, ele reconheceu que a dívida pública é uma preocupação e que pretende reduzir seu tamanho em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), mantendo apenas os gastos essenciais.

“Eu não gosto de dever mais do que recebo. Vamos reduzir a dívida em relação ao PIB, começando por controlar os gastos necessários”, destacou Lula.

O candidato também demonstrou confiança na queda das taxas de juros, considerada fundamental para o crescimento econômico.

Quanto ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Lula revelou que as obras são escolhidas levando em conta as necessidades apontadas por governadores e prefeitos.

“No PAC, eu converso com os governadores e prefeitos para identificar o que é vital para seus estados e cidades, e então realizamos essas obras”, explicou.

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Lula destaca papel importante do Congresso em seu terceiro mandato

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O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ressaltou que o Congresso “teve um papel fundamental” na aprovação das propostas enviadas pelo governo durante seu terceiro mandato, com especial ênfase na reforma tributária.

“Sob a ótica da governança, o Congresso foi muito colaborativo com as iniciativas que implementamos”, declarou em entrevista à Band, no programa Canal Livre, exibido na noite de domingo, 27, na BandNews TV. “Houve grande compreensão por parte do Legislativo nas questões mais relevantes que desejamos aprovar no País.”

Além disso, Lula defendeu a necessidade de reformas política e judicial. “Não podemos mais aceitar a atual situação política, onde praticamente metade do orçamento da União é controlado pelo Congresso”, criticou.

Ele também mencionou que os parlamentares passaram a influenciar as agências reguladoras e que os partidos políticos estão dominados por interesses setoriais.

“É necessário transformar essa realidade para que o País volte a ter divisões claras de poderes: o presidente governando, o Legislativo legislando e o Judiciário julgando. Também é imprescindível avançar numa reforma do Judiciário.”

Lula reconheceu que essa transformação será desafiadora, mas ressaltou ser o único candidato preparado para realizá-la. “Estou comprometido em abrir um novo diálogo político”, concluiu.

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Flávio Bolsonaro acusa PT de espalhar notícia falsa com ajuda de integrantes da CNBB

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Senador Flávio Bolsonaro, que concorre à Presidência da República pelo PL, declarou neste domingo, 27, em entrevista dada em Goiânia, que o PT contou com o auxílio de “gente de dentro da CNBB” para difundir uma notícia falsa de que ele teria planos de retirar Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil.

“A maior notícia falsa desta campanha foi essa envolvendo Nossa Senhora Aparecida. Nunca existiu tal movimento para que ela deixasse de ser padroeira do Brasil. Não há projeto algum nesse sentido. O PT, eu sei, já estava há dias tentando espalhar essa notícia falsa e conseguiu com a ajuda de pessoas dentro da CNBB. Infelizmente, essa é a realidade”, afirmou o senador.

Flávio Bolsonaro também criticou a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que revogou a remoção de postagens sobre o tema, originalmente ordenada pelo ministro André Mendonça, do mesmo tribunal, no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“O ato de hoje, com mais essa canetada do Flávio Dino, é uma defesa da chamada liga da mentira do PT.

O PT possui uma rede de perfis falsos e interfaces financiadas com dinheiro público, que orquestram a divulgação de notícias falsas”, declarou o candidato do PL.

Nem o PT nem a CNBB responderam às solicitações de comentários. O espaço permanece aberto.

Contexto da associação

A origem da ligação entre Flávio Bolsonaro e o suposto projeto veio à tona na noite de quinta-feira, 24, quando o programa “Em Pauta”, da GloboNews, afirmou que a Igreja Católica estaria se preparando para responder a uma suposta mobilização evangélica para retirar Nossa Senhora Aparecida do título de padroeira do Brasil.

A notícia foi apresentada como um possível fator com impacto eleitoral entre os católicos.

Posteriormente, a própria GloboNews corrigiu a informação, esclarecendo que a propositura tinha sido apresentada na Câmara dos Deputados em 2007 e arquivada em 2008, pedindo desculpas pelo erro.

Apesar disso, a associação entre o projeto e Flávio Bolsonaro continuou circulando nas redes sociais. Conforme levantamento citado pelo Estadão, foram quase 1 milhão de publicações sobre o tema em menos de três dias.

A campanha do candidato alegou que a narrativa teria começado a partir de uma postagem do influenciador Jeferson de Oliveira Monteiro, conhecido como “Dilma Bolada”.

Medidas judiciais

Na sexta-feira, 25, o ministro André Mendonça, do TSE, ordenou a remoção de 1.125 publicações que vinculavam Flávio Bolsonaro ao projeto.

Ele ressaltou que a alegação de que o candidato ou sua família teriam articulado ou apoiado a retirada de Nossa Senhora Aparecida do título de padroeira do Brasil era claramente falsa.

A decisão abrangeu conteúdos postados nas plataformas X, Facebook, TikTok e YouTube.

No domingo, porém, o ministro Flávio Dino, do STF, suspendeu a ordem de André Mendonça.

Essa ação ocorreu após pedido do humorista Antonio Tabet, autor de uma das publicações removidas.

Flávio Dino argumentou que o material em questão não apresentava gravidade suficiente para justificar uma restrição severa à liberdade de expressão e de religião.

A decisão também valeu para outras postagens retiradas com a mesma justificativa.

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Brasil vai industrializar minerais críticos para gerar valor

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O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou que o Brasil precisa apostar em tecnologia para não ficar atrás globalmente. Ele reforçou que os minerais críticos devem ser processados e transformados dentro do país.

“Não vamos mais exportar nossas riquezas do mesmo jeito de antes”, declarou em entrevista à Band, no programa Canal Livre, exibido na noite do domingo, 27, na BandNews TV.

Ele garantiu: “Queremos realizar o processamento aqui, industrializar e transformar esses recursos em nosso território. Por isso, vamos capacitar milhares de jovens para atuar nesse novo campo de riqueza. Aproveitaremos essa oportunidade para elevar o país à condição de classe média.”

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