Conecte Conosco

Cidades

Raquel comanda Onda 55 pelas ruas de Recife neste sábado

A governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), participa neste sábado (26) da Onda 55 que percorre as ruas de Recife. Moradores de diversos pontos da Região Metropolitana de Recife (RMR) se reunirão para seguir até a concentração na Rua da Aurora, no centro da capital. Raquel, acompanhada da vice-governadora e candidata à reeleição, lidera o evento que tem como objetivo fortalecer a campanha e unir apoiadores em um movimento expressivo pelas principais vias da cidade.

Publicidade
Clique aqui para comentar

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cidades

Gilson Machado Filho propõe fim de benefício fiscal para apostas em Recife

Por

O vereador do Recife e candidato a deputado estadual Gilson Machado Filho apresentou um projeto de lei na Câmara Municipal do Recife que visa eliminar a alíquota reduzida do ISSQN sobre serviços vinculados a loterias e apostas. A iniciativa pretende revogar a Lei Municipal nº 19.365, de 2 de abril de 2025, que concedia tal benefício fiscal.

Essa ação tem como objetivo alterar as regras fiscais para os serviços de apostas, buscando maior justiça tributária e o aumento da arrecadação municipal. Gilson Machado Filho destaca a importância de revisar essas isenções para equilibrar a carga tributária na cidade.

Continuar Lendo

Cidades

Pernambuco abre duas novas creches no Agreste

Por

O governo de Pernambuco, através da Secretaria de Educação, inaugurou na última sexta-feira (25) duas creches no Agreste do estado. As novas unidades foram instaladas em Brejo da Madre de Deus e Santa Cruz do Capibaribe, aumentando assim as vagas disponíveis para a educação infantil. Em Brejo da Madre de Deus, foi realizado o ato de inauguração do Centro de […]

Continuar Lendo

Cidades

Descubra a Língua Brasileira de Sinais

Por

Uma conversa em Libras (Língua Brasileira de Sinais) não ocorre apenas através das mãos. O olhar, as expressões faciais, os movimentos da cabeça e do tronco, além da posição de um sinal no espaço, todos contribuem para a formação de uma frase. Para os usuários da língua, o ambiente ao redor é captado visualmente. Neste sábado, no Dia Nacional do Surdo, refletimos sobre como as pessoas surdas percebem os sentidos, a linguagem e a comunicação em uma sociedade predominantemente orientada pelo som.

A distinção vai além do instrumento usado para transmitir uma mensagem. Trata-se de uma maneira diferente de organizar a experiência. Ao invés de enxergar a surdez apenas como a falta de audição, estudiosos e membros da comunidade surda ressaltam como a percepção, a linguagem e as relações sociais se desenvolvem a partir de uma vivência visual.

Definição

A legislação brasileira reconhece a Libras como uma língua visual-motora, com uma estrutura gramatical própria, definindo a pessoa surda legalmente como alguém que entende e interage com o mundo através de experiências visuais e manifesta sua cultura principalmente por meio da Libras.

Ronice Müller de Quadros, linguista e especialista em Língua Brasileira de Sinais, explicou à Folha que a modalidade da língua influencia as áreas cerebrais ativadas no processamento da linguagem.

“As línguas de sinais ativam o hemisfério esquerdo do cérebro, nas regiões da linguagem, assim como as línguas faladas. Contudo, por processarem informações visualmente e corporalmente ligadas ao significado, também estimulam áreas do hemisfério direito que não são tão ativadas nas línguas faladas”, afirmou.

Visão como sentido central

Sem o recurso auditivo disponível, sinais que os ouvintes reconhecem pelo som precisam ser percebidos por outros meios. Para a especialista, a visão é fundamental nesse processo.

“Como a audição não está disponível, os surdos processam as informações predominantemente pela visão”, comentou. Na Libras, esse processamento envolve mais que as mãos; o corpo inteiro contribui para a expressão. “Os sinais envolvem face, tronco e mãos. É possível criar espaços e subespaços para indicar diferentes tempos ou momentos numa narrativa, situando referências dentro do espaço.”

Thiago Albuquerque, professor surdo e docente de Libras no Centro Acadêmico do Agreste da Universidade Federal de Pernambuco (CAA-UFPE), explicou que a Libras não é simplesmente a tradução do português feita com as mãos.

“A Libras é uma língua completa, assim como qualquer língua falada. Ela não é uma mera representação do português com sinais.” Além dos gestos, expressões faciais e corporais, movimentos, uso do espaço e a estrutura das frases são essenciais.

“A ordem dos sinais nem sempre segue a ordem das palavras do português. Por isso, é fundamental compreendê-la em sua própria estrutura, sem tentar ajustá-la à gramática do português”, enfatizou.

Continuar Lendo

Trending