Conecte Conosco

Mundo

Novo ataque a navio no Estreito de Ormuz, diz agência marítima

Um navio foi atingido nesta quinta-feira (1º) enquanto cruzava o Estreito de Ormuz, comunicou a agência britânica de segurança marítima UKMTO.

A embarcação sofreu o impacto de um projétil desconhecido na rota marítima estratégica, causando um incêndio, conforme noticiado pela agência via X. A tripulação encontra-se segura, mas a gravidade dos danos ao navio ainda não foi divulgada.

A agência não revelou a bandeira sob a qual o navio navegava, tampouco sua rota prevista, nem informou se a carga era petróleo bruto ou gás natural liquefeito.

O Estreito de Ormuz, por onde circulava antes da guerra cerca de 20% dos hidrocarbonetos globais, é foco do conflito iniciado pelos Estados Unidos e Israel no final de fevereiro, com bombardeios contra o Irã.

Desde então, Teerã reivindica o controle da área e mantém o tráfego marítimo quase paralisado, enquanto Washington, em retaliação, estabeleceu um bloqueio aos portos iranianos.

Estados Unidos não realizaram ataques ao Irã desde 1º de setembro, mas navios continuam sendo alvos frequentes de ataques no Estreito de Ormuz.

Publicidade
Clique aqui para comentar

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

OpenAI demite três funcionários por uso inadequado de dados sensíveis

Por

OpenAI, criadora do ChatGPT, anunciou nesta quinta-feira a demissão de três colaboradores por uso inadequado de dados sensíveis, infringindo as diretrizes internas da empresa, incluindo trabalhos realizados com uma organização externa que avalia modelos de inteligência artificial (IA).

Com sede em San Francisco, Estados Unidos, a empresa não divulgou os nomes dos ex-funcionários. “Rescindimos o contrato de trabalho com três pessoas”, afirmou OpenAI à AFP.

OpenAI explicou que a apuração interna confirmou que esses três colaboradores manusearam dados sensíveis de maneira imprópria, descumprindo as normas definidas pela companhia e violando a confiança necessária para suas atividades.

Continuar Lendo

Mundo

Ministros do G20 não entram em acordo para lidar com excesso de produção

Por

Os ministros do Comércio do G20 encerraram, nesta quinta-feira (1º), uma reunião de dois dias sem sucesso em avançar nas estratégias para controlar a capacidade industrial excessiva, conforme informou a Casa Branca, que frequentemente critica a China por práticas comerciais injustas.

Este ano, os Estados Unidos estão sediando uma série de encontros do G20, um grupo composto pelas principais economias globais, incluindo China, Índia, Japão, Reino Unido, França e Rússia.

O representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, declarou que os ministros reunidos em Milwaukee não conseguiram encontrar um consenso sobre a questão da superprodução industrial, um fator que reduz os preços de forma desigual.

“Quase todos os países reconheceram que essa é uma questão que precisa de ação”, disse Greer em entrevista coletiva, mas não comentou se a falta de acordo foi devido à posição da China.

“E quase todas as nações concordam que o sistema atual de respostas comerciais é insuficiente para resolver esse problema”, acrescentou, sugerindo que isso pode justificar medidas unilaterais por parte dos Estados Unidos.

Washington está atualmente investigando a sobreprodução em 16 economias, incluindo China, Japão, Índia e blocos como a União Europeia. Greer alertou que países com excesso de produção podem estar construindo uma economia instável, comparada a um castelo de cartas.

Além disso, os Estados Unidos aplicaram recentemente tarifas a 60 parceiros comerciais acusados de práticas trabalhistas forçadas, outro ponto em que o G20 não conseguiu consenso.

A próxima reunião dos líderes do G20 está marcada para meados de dezembro, na Flórida.

Continuar Lendo

Mundo

Mercado americano fecha com leve alta

Por

A Bolsa de Valores de Nova York encerrou as negociações desta quinta-feira (1º) com pequena valorização. O cenário foi influenciado pela estabilização no mercado de títulos, após o aumento recente nos rendimentos da dívida, além do destaque renovado para o setor de semicondutores.

O índice S&P 500 registrou alta de 0,19%, enquanto o Nasdaq e o Dow Jones tiveram variações quase neutras, com alta de apenas 0,04% cada.

Segundo analistas da Briefing.com, "a Bolsa conseguiu se recuperar" após quedas na parte da manhã, impulsionada pela redução dos rendimentos dos títulos durante o pregão.

Após atingir 5,34%, nível que não era visto desde 2002, o rendimento dos títulos do Tesouro americano de dez anos recuou para cerca de 5,24%, às 17h15 de Brasília.

O analista Sam Stovall, da CFRA, mencionou à AFP que os rendimentos dos títulos alcançaram níveis tão elevados que investidores podem estar enxergando uma oportunidade para garantir taxas inéditas das últimas décadas.

Vale lembrar que quando a procura pelos títulos do Tesouro cresce, seus rendimentos diminuem, enquanto os preços sobem.

O mercado nova-iorquino também foi beneficiado pela força do setor tecnológico, conforme análise da Briefing.com.

Apesar de iniciar o dia em queda, a fabricante de chips Micron se destacou ao apresentar resultados trimestrais positivos, com suas ações subindo 3,03%, chegando a 1.097,39 dólares.

Essa movimentação positiva também impulsionou empresas de semicondutores como Nvidia (+1,09%), AMD (+0,65%), SK Hynix (+5,08%) e TSMC (+0,67%).

Stovall comentou que o setor de tecnologia é o menos afetado pelo aumento das taxas de juros.

As ações da Mattel, renomada fabricante de brinquedos, subiram 18,80%, alcançando 15,04 dólares, após surgirem notícias de que o grupo de marketing Authentic Brands demonstrou interesse na empresa.

De acordo com o Wall Street Journal, a Authentic Brands procurou a dona de marcas como Barbie, Hot Wheels e Fisher-Price para discutir uma possível oferta que avaliaria a Mattel em mais de 20 dólares por ação, totalizando cerca de 6 bilhões de dólares ou mais.

Por sua vez, a Walt Disney Company teve queda de 3,37%, fechando a 101,37 dólares, após reportagens nos Estados Unidos indicarem uma nova rodada de reduções no quadro de funcionários da empresa.

Continuar Lendo

Trending