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Notícias

Miguel Coelho vai fazer parte de grande conquista politica em Pernambuco

O deputado federal e candidato ao Senado Eduardo da Fonte (PP) destacou sua colaboração com Miguel Coelho (UB) e afirmou que o ex-prefeito de Petrolina será parte integrante da mais importante conquista política em Pernambuco. A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa, depois de uma reunião da Federação União Progressista.

Miguel é um grande amigo e uma figura importante da política pernambucana, e estou confiante de que ele estará presente na maior vitória política na história de Pernambuco. Também estarei ao seu lado em suas batalhas. É essencial priorizarmos o povo pernambucano acima de questões pessoais”, afirmou.

Este comentário foi feito um dia após Miguel Coelho anunciar seu apoio ao candidato ao Senado Mendonça Filho (PL), que é concorrente de Eduardo da Fonte.

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Economia

Petróleo varia aguardando acordo para reabrir Estreito de Ormuz

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Os valores do petróleo apresentaram variações nesta quarta-feira (5), enquanto os mercados esperam um acordo oficial entre Washington e Teerã para desbloquear o Estreito de Ormuz, uma rota crucial para o comércio global de hidrocarbonetos.

Após uma queda acumulada de aproximadamente 11% desde o início da semana, o barril de Brent do Mar do Norte para entrega em outubro subiu 0,11%, alcançando US$ 79,45. Por outro lado, o barril de West Texas Intermediate (WTI), para entrega em setembro, teve uma diminuição de 0,73%, ficando em US$ 75,22.

Segundo Andy Lipow, da Lipow Oil Associates, “o mercado demonstra um otimismo moderado quanto à possibilidade de que as negociações recentes entre Irã e Omã resultem em um acordo que permita a reabertura do Estreito de Ormuz para o tráfego de navios petroleiros”.

O Irã anunciou que firmou um entendimento com o sultanato de Omã para estabelecer uma nova rota para o trânsito de embarcações nas proximidades do Estreito de Ormuz, área marcada por tensões com os Estados Unidos.

No entanto, qualquer reabertura dessa passagem marítima, atualmente bloqueada por Teerã, dependerá da postura de Washington, que mantém um bloqueio aos portos iranianos, conforme informações de fontes iranianas relatadas pela imprensa local.

Andy Lipow observou que “não está claro se os Estados Unidos estão realmente negociando diretamente com o Irã”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na terça-feira que o Estreito será reaberto “muito em breve”; caso contrário, o Irã será severamente impactado. Ele também indicou que um acordo poderia ser fechado até quinta-feira. Por outro lado, Teerã negou a existência de negociações em curso com Washington.

Se um acordo for confirmado, o preço do Brent pode cair para a faixa dos US$ 75 por barril, ou mesmo para os US$ 70, patamar registrado no final de junho quando ambas as partes firmaram um protocolo de entendimento, explicou Arne Lohmann Rasmussen, analista da Global Risk Management.

Contudo, analistas do ING alertam que “existe um risco significativo de que qualquer acordo venha a se desfazer rapidamente”, similar ao ocorrido com o entendimento de junho.

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Notícias

Vereadora de Curitiba é acusada de xenofobia ao sugerir que colega nordestina retorne ao Ceará

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A vereadora Tathiana Guzella (PL) foi acusada de xenofobia pela também vereadora Vanda de Assis (PT) durante uma sessão da Câmara Municipal de Curitiba realizada na quarta-feira.

O conflito teve início quando a parlamentar do PT comentou sobre um projeto de lei que busca criar um cadastro para Pessoas em Situação de Rua (PSR) e destacou o trabalho do seu partido na criação de programas sociais voltados para essa população, criticando a falta de empenho similar por parte do PL.

Vanda de Assis respondeu ao autor do projeto, João Bettega (PL), ressaltando que muitas pessoas em situação de rua recebem o Bolsa Família e que seria injusto criticá-las por seu voto, pois estas são justamente as pessoas mais necessitadas que se beneficiam dos programas sociais do PT.

Após essa fala, Tathiana Guzella questionou a origem da colega e sua presença política em Curitiba, dizendo: “Se a senhora tanto valoriza o PT e seus aliados, por que não retorna ao Ceará? Por que veio para cá? A senhora nasceu lá, mas veio incomodar aqui.”

O presidente da Câmara, Leonidas Dias (Podemos), interrompeu a vereadora do PL desligando seu microfone. Vanda de Assis condenou a fala da colega como um ato de xenofobia, afirmando que essa prática é crime e que tomará as medidas legais cabíveis.

Nas redes sociais, a parlamentar do PT reafirmou seu compromisso de responsabilizar a vereadora Tathiana Guzella pelo comentário e afirmou que não permitirá que atos xenofóbicos se tornem comuns, especialmente dentro do espaço público da Câmara Municipal, enfatizando o orgulho de sua origem nordestina.

Vanda de Assis é natural de Campos Sales, Ceará, e reside em Curitiba há 30 anos. Ela foi eleita vereadora em 2024 para seu primeiro mandato, obtendo 5.006 votos.

Até o momento, Tathiana Guzella não se pronunciou sobre as acusações. A sessão da Câmara prosseguiu normalmente após o episódio.

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Mundo

Navios de guerra da classe Trump serão muito caros

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A construção dos navios de guerra da classe Trump poderá alcançar um custo de 275 bilhões de dólares (R$ 1,4 trilhão), o que faria esses navios alguns dos mais caros já construídos, segundo relatório divulgado nesta quarta-feira (5) pelo Escritório de Orçamento do Congresso dos Estados Unidos (CBO).

O primeiro navio com propulsão nuclear teria um custo estimado de 23,4 bilhões de dólares (R$ 120 bilhões) em valores projetados para 2026, enquanto os seguintes, planejados para aquisição até 2056, teriam um custo médio de 18 bilhões de dólares, conforme dados da CBO, uma entidade apartidária.

Para comparação, o USS Gerald R. Ford – o maior porta-aviões do mundo – custou aproximadamente 13,3 bilhões de dólares em 2008, equivalente a mais de 20 bilhões de dólares (R$ 102 bilhões) ajustados pela inflação.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em dezembro de 2025 os planos para esta nova classe de navios militares que levam seu nome, uma distinção normalmente reservada para ex-líderes.

Esses navios estarão altamente armados, incluindo mísseis para defesa aérea e ataque terrestre, armas hipersônicas, mísseis nucleares de cruzeiro, lasers e um canhão eletromagnético conhecido como railgun, segundo a CBO.

Os navios da classe Trump serão maiores que os atuais destróieres e cruzadores dos Estados Unidos, porém terão um deslocamento ligeiramente menor do que os últimos encouraçados americanos da classe Iowa, aposentados na década de 1990.

Os Estados Unidos ficaram bastante atrás da China em termos de quantidade de navios em sua marinha.

No ano anterior, o Congresso divulgou um relatório no qual autoridades militares americanas e especialistas expressaram preocupação com a velocidade do programa naval chinês.

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