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Esporte

Flamengo não vai disputar leilão por Almada e pede calma

A negociação entre Thiago Almada e o Flamengo está paralisada no momento. Nesta terça-feira pela manhã, após chegar de um voo vindo da Argentina, o diretor de futebol do clube carioca, José Boto, falou sobre o andamento das conversas.

Embora o jogador pareça estar mais inclinado a jogar pelo River Plate, o dirigente português deixou claro que o Flamengo não pretende entrar em disputa acirrada por Almada.

“Deixei claro para a equipe do jogador que o clube não vai participar de leilões. O que foi acordado será mantido, caso ele decida vir para o Flamengo”, afirmou Boto, enfatizando a prioridade do clube em respeitar seu orçamento.

“Se Almada vier, ou outro jogador, será nas condições estabelecidas pelo Flamengo, sem aumentar o valor em disputas”, completou o diretor no aeroporto.

Sobre o interesse no atleta, Boto pediu que a torcida tenha paciência, pois negociações dessa magnitude levam tempo e é importante evitar pagamentos acima do necessário.

“Estamos otimistas, mas é preciso calma para não pagar mais do que o justo. Também não podemos esperar indefinidamente”, ressaltou.

Na viagem à Argentina, Almada foi apenas uma das pautas de Boto. “Falei sobre vários temas, entre eles o Almada. Não fui para persuadi-lo, pois seria ilógico. Ele conhece o Flamengo e sua importância, já que jogou no Brasil por seis meses”, explicou.

Antes dominante na negociação, o Flamengo viu o River Plate entrar na disputa ao oferecer 20 milhões de euros ao Atlético de Madrid, mas enfrenta dificuldades em atender as exigências financeiras do time espanhol.

Thiago Almada foi recentemente apresentado pelo Atlético de Madrid.

A pressa em concluir a negociação se dá pela necessidade do Flamengo de recuperar sua performance técnica após a Copa do Mundo.

Após empates contra São Paulo e Internacional, o time está oito pontos atrás do líder Palmeiras na tabela do Campeonato Brasileiro, com 39 pontos contra 47 do líder.

O técnico Leonardo Jardim tem recebido críticas tanto pelo estilo de jogo quanto pelo desempenho do elenco desde o retorno ao campeonato nacional após o Mundial de seleções.

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Esporte

Treinador Bubista assume clube no Marrocos após sair da seleção de Cabo Verde

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Bubista, grande destaque de Cabo Verde na Copa do Mundo, firmou contrato com o RSB Berkane, equipe do Marrocos. O treinador cabo-verdiano assinou vínculo até 2028 com o clube africano.

Bubista foi figura central na campanha de Cabo Verde no Mundial. Sob seu comando, a seleção alcançou a segunda fase, superando times como Espanha, Arábia Saudita e Uruguai, incluindo um empate em 0 a 0 contra os espanhóis, posteriores campeões do torneio.

No mata-mata, enfrentou a Argentina. Em uma partida marcante, a seleção cabo-verdiana resistiu bravamente, e os argentinos só garantiram a vaga após a prorrogação por 3 a 2.

Bubista começou a dirigir Cabo Verde em 2020, levando o time pela primeira vez a uma Copa do Mundo, estreando em 2026. Além disso, conquistou vaga para a Copa Africana de Nações duas vezes, chegando às quartas-de-final em 2024.

Agora, no RSB Berkane, Bubista terá o desafio de liderar o clube no Campeonato Marroquino e na Liga dos Campeões da África. Na temporada anterior, o time marroquino alcançou a semifinal do torneio continental e foi vice-campeão no campeonato local.

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Esporte

Último adeus a Franco Baresi reúne milhares de fãs em Milão

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Milão parou nesta terça-feira para prestar homenagem a Franco Baresi, um dos maiores símbolos do Milan e do futebol italiano.

Multidões se juntaram na frente da Basílica de Santo Ambrósio, horas antes do funeral, para dar seu último adeus ao ex-zagueiro e capitão, que faleceu aos 66 anos.

Os torcedores, vestidos com camisas, cachecóis e bandeiras do Milan, transformaram a praça em uma demonstração de carinho para o camisa 6. Durante toda a manhã, cantos e homenagens preencheram o local.

Uma faixa pendurada em um prédio em frente à basílica expressava o sentimento dos fãs: “Franco Baresi, lenda eterna, símbolo imortal que sempre estará presente. Adeus, capitão”.

A cerimônia contou com a presença de nomes que fizeram parte de uma das eras mais vitoriosas do clube italiano, como Paolo Maldini, Alessandro Costacurta, Marco van Basten, Roberto Donadoni, Daniele Massaro, Filippo Galli, Giovanni Galli, Angelo Colombo e o técnico Fabio Capello.

O caixão foi carregado por ex-companheiros, enquanto Maldini e Costacurta acompanharam de perto a cerimônia na basílica.

A diretoria do Milan também esteve presente, incluindo o proprietário Gerry Cardinale, o presidente Paolo Scaroni e representantes das equipes masculina, feminina e de base.

Os atacantes Christian Pulisic e Santiago Giménez permaneceram na Itália para acompanhar o funeral enquanto se recuperam de lesões, não viajando para a pré-temporada na Austrália.

Ao final da cerimônia, a emoção tomou conta da Praça de Santo Ambrósio. Sob aplausos e cânticos, o caixão foi retirado da basílica enquanto milhares entoavam uma frase que marcou a carreira de Baresi: “Só há um capitão”.

A equipe principal do Milan não pôde comparecer por estar na Austrália preparando a temporada, mas o clube organizou homenagens especiais para o clássico contra a Inter de Milão em Perth.

Os jogadores usarão braçadeiras pretas, será respeitado um minuto de silêncio, imagens de Baresi serão mostradas nos telões e uma coreografia será dedicada ao eterno dono da camisa 6.

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Esporte

Ferran Torres nega ligação política do boné na festa da Espanha

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O atacante Ferran Torres falou novamente sobre a controvérsia causada pelo boné usado durante as comemorações do título da Copa do Mundo de 2026 pela seleção espanhola.

Após receber críticas nas redes sociais por utilizar um boné com a frase “Make Spain Great Again” (“Vamos tornar a Espanha grande outra vez”), o jogador esclareceu que a escolha do acessório não teve ligação com política.

Em entrevista à CNN, o jogador do Barcelona explicou que a mensagem apenas representava o desejo da volta da Espanha ao topo do futebol mundial, descartando qualquer relação com ideologias políticas.

— Foi um momento divertido, mas não envolveu política alguma. Honestamente, não entendo de política. O boné representava só a vontade de ver a Espanha triunfar novamente, conquistando a Copa do Mundo. Nada a ver com política ou outras questões — disse Ferran Torres.

A controvérsia iniciou-se durante a celebração pelas ruas de Madrid, quando Ferran Torres apareceu com um boné vermelho escrito “Make Spain Great Again”, frase que lembra o slogan “Make America Great Again” (MAGA) usado pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em sua campanha.

Na Espanha, a mesma frase tem sido utilizada recentemente pelo partido de direita Vox, liderado por Santiago Abascal, o que intensificou os debates sobre uma possível mensagem política do atleta.

O vídeo da celebração viralizou rapidamente e dividiu opiniões. Frente à repercussão, Ferran escolheu esclarecer que desconhecia qualquer contexto político da frase e que seu único objetivo era comemorar a vitória da seleção espanhola na Copa do Mundo.

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