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Economia

Leapmotor B10 Híbrido Chega a R$ 179.990 com Tecnologia REEV

A Leapmotor expandiu sua linha de veículos com tecnologia REEV (Veículo Elétrico com Extensor de Autonomia) no Brasil ao lançar o B10 Híbrido, um novo SUV médio que está disponível em uma única versão por R$ 179.990.

O modelo foi apresentado no Festival Interlagos 2026 e segue o mesmo conceito do C10 Ultra-Híbrido, com tração totalmente elétrica e motor a combustão que funciona como gerador para recarregar a bateria.

Assim, o B10 oferece a experiência de condução de um carro elétrico, mas permite reabastecimento com gasolina, proporcionando até 900 km de autonomia conforme o ciclo WLTP.

Mecânica

O SUV conta com um motor elétrico traseiro de 218 cv e torque de 240 Nm, alimentado por uma bateria de 18,8 kWh. Além disso, possui um motor 1.5 a gasolina que atua exclusivamente como gerador.

A bateria utiliza tecnologia LFP e pode ser recarregada em corrente alternada ou contínua. A marca informa que a recarga de 30% a 80% em carregamento rápido pode ser concluída em até 18 minutos.

O motorista tem à disposição modos variados de condução e gerenciamento de energia, como opções que priorizam o uso da bateria ou o funcionamento do gerador em viagens longas.

Equipamentos

O B10 Híbrido oferece sete airbags, incluindo uma bolsa central entre os bancos da frente, e uma série de assistências à condução com o pacote semiautônomo Leap Pilot, nível 2.

  • Frenagem autônoma de emergência com reconhecimento de pedestres e ciclistas
  • Controle adaptativo de velocidade
  • Assistente para manter o veículo na faixa
  • Alerta de ponto cego
  • Monitoramento de fadiga

Outros itens de conforto incluem teto solar panorâmico, bancos dianteiros com ajustes elétricos e ventilação, carregador por indução e integração via aplicativo.

Espaço e Versatilidade

Com 2,73 metros de entre-eixos, o B10 oferece um porta-malas de 350 litros, que se expande para 1.419 litros com os bancos traseiros rebatidos.

Gama e Estratégia

Com o B10, a Leapmotor passa a disponibilizar a tecnologia REEV em toda sua linha no Brasil. Esta abordagem amplia as opções para quem deseja um veículo elétrico, mas valoriza a presença de um motor a combustão para estender a autonomia em viagens longas.

O B10 Híbrido ocupa um segmento intermediário de preço e proposta, posicionado abaixo do C10, mantendo a propulsão combinada de motor elétrico e gerador a gasolina.

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Economia

Preço do petróleo varia devido à incerteza diplomática no Oriente Médio

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Um aumento significativo seguido por uma queda e, por fim, um fechamento com leve alta marcaram a oscilação dos preços do petróleo nesta segunda-feira (28), influenciados pelos anúncios sobre possíveis negociações entre Washington e Teerã.

O barril de Brent do Mar do Norte para novembro avançou 0,92%, alcançando 105,28 dólares.

Já o barril de West Texas Intermediate (WTI) para o mesmo mês teve alta de 0,21%, chegando a 92,60 dólares.

A diferença entre os preços dessas duas referências decorre do maior risco logístico enfrentado pelo Brent no cenário internacional, enquanto o WTI é mais influenciado pelo mercado americano.

David Morrison, analista da Trade Nation, afirmou que os investidores permanecem “vigilantes”.

No início da sessão, o mercado demonstrou preocupação após o presidente americano, Donald Trump, rejeitar o plano do Irã de reabrir o estratégico Estreito de Ormuz em sete dias, mantendo o tráfego quase paralisado.

Contudo, Trump mencionou no domingo à imprensa Axios que espera a retomada dos diálogos com Teerã em breve.

Mais tarde, a agência estatal iraniana Irna informou que a delegação do Irã em Nova York, retornando a Teerã na terça-feira, não tem prevista uma nova reunião com representantes americanos, mas o chanceler iraniano se encontrará com o mediador do Catar, conforme noticiado por outra agência estatal.

Tamas Varga, analista da PVM, comentou que o contato direto e a falta de um cronograma confiável para um acordo elevam os preços do petróleo. Por outro lado, a possibilidade de diálogo tranquiliza o mercado.

Os valores permanecem abaixo das máximas alcançadas no início do conflito no Oriente Médio.

No curto prazo, não se prevê queda nos preços, alertou Gregory Brew, do Eurasia Group.

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Economia

Governo processa 17 casas de aposta e pede indenização de 1 bilhão

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O governo federal moveu uma ação contra 17 empresas de apostas on-line, solicitando compensação pelas despesas do Sistema Único de Saúde (SUS) relacionadas aos prejuízos causados pelo jogo.

A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou à Justiça Federal de Pernambuco um pedido de indenização por danos morais coletivos no valor mínimo de R$ 1 bilhão, além da devolução em dobro dos valores apostados por pessoas diagnosticadas com ludopatia (compulsão pelo jogo).

A ação judicial foi ajuizada em Pernambuco, que segundo o governo é a região do Nordeste com maior índice de vulnerabilidade socioeconômica relacionada a jogos de azar.

Dados apresentados pelo governo informam que aproximadamente 28 milhões de brasileiros fazem apostas atualmente, sendo que 10,9 milhões possuem um padrão de risco ou problema com o jogo.

Na visão da AGU, os valores pagos pelas casas de apostas ao sistema de saúde são insuficientes para cobrir os custos gerados. Apenas 0,12% da receita dessas operadoras é destinada ao Ministério da Saúde, com transferência de aproximadamente R$ 50 milhões no último ano, conforme divulgado pelo órgão.

Os repasses foram definidos em lei aprovada pelo Congresso e sancionada pelo governo, sem alterações propostas.

AGU argumenta que as empresas responsáveis obtêm grandes lucros com as apostas, enquanto transferem ao SUS e à sociedade os custos financeiros pelo impacto do vício no jogo.

Para a AGU, a indenização também serve para desestimular essas operações, especialmente as ilegais, considerando o tamanho do mercado nacional, onde as 17 empresas processadas representam cerca de 80% do setor de apostas de quota fixa.

A AGU destaca que os danos decorrentes das apostas ultrapassam os indivíduos e afetam diretamente suas famílias, ampliando o impacto social.

Um dos aspectos levantados é que, em média, seis pessoas próximas ao apostador são impactadas, elevando os riscos de endividamento, problemas psicológicos e violência doméstica.

Dentro desse contexto, a AGU solicita que as operadoras sejam obrigadas a devolver o dobro dos valores apostados por pessoas com diagnóstico de ludopatia quando as plataformas continuaram aceitando apostas mesmo após serem notificadas, ou quando não tomaram providências diante de sinais claros de risco, conforme explicado pela Advocacia-Geral da União.

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Economia

Governo derruba 506 sites suspeitos de apostas após proibição

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O governo federal anunciou que bloqueou 506 sites de apostas considerados irregulares em uma ação conjunta entre os ministérios da Fazenda e da Justiça.

Essa operação faz parte de uma varredura na internet iniciada na última sexta-feira, data em que entrou em vigor a medida provisória (MP) que proibiu a exploração e divulgação de apostas fixas e jogos online no Brasil.

Palácio do Planalto declarou em nota que o monitoramento dos 506 sites suspeitos, além do controle da publicidade digital, faz parte da estratégia para impedir que novas plataformas, anúncios, aplicativos e outros meios digitais continuem oferecendo apostas.

Além disso, foram identificados anúncios de apostas circulando em redes digitais após a publicação da MP.

Um relatório técnico do Laboratório de Operações Cibernéticas, elaborado no fim de semana, avaliou publicidades direcionadas ao público brasileiro em grandes plataformas tecnológicas. O estudo apontou anúncios que ofereciam, promoviam ou facilitavam o acesso a apostas esportivas e jogos virtualmente.

Algumas propagandas apresentavam nomes de páginas diferentes das marcas anunciadas e links cujo domínio não correspondia ao nome da marca exibida, sugerindo uma possível tentativa de esconder o anunciante real e o destino dos usuários.

A MP estabeleceu um prazo de dez dias para a remoção das publicidades já veiculadas até a data da sua publicação, com término em 5 de outubro.

O governo informou que continuará a vigiar as plataformas para garantir a retirada dos anúncios e identificar novas formas de divulgação de apostas. Foi proposta uma reunião técnica envolvendo autoridades e representantes das grandes empresas de tecnologia.

Dentre os temas previstos estão o bloqueio de novos anúncios, a remoção dos atuais dentro do prazo, medidas para detectar páginas com identidade falsa e links mascarados, o tratamento de conteúdos patrocinados por afiliados e influenciadores, além da preservação dos dados dos anunciantes identificados.

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