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Esporte

Vinicius Jr. quer receber R$ 117 milhões por ano para renovar com o Real Madrid

Real Madrid retomou as negociações com Vinicius Junior para avançar na renovação de contrato do atacante brasileiro.

Conforme reporta o jornal espanhol As, as conversas, que serão reiniciadas nesta semana, recomeçam quase do ponto em que foram pausadas após o Mundial de Clubes de 2025. Na época, as partes estavam próximas de um acordo, mas não finalizaram a assinatura. Segundo o jornal, o atleta passou a exigir um salário líquido de 20 milhões de euros por temporada, o que equivale a cerca de R$ 117 milhões ao ano, conforme a cotação atual.

Na negociação anterior, a equipe do Vinicius havia diminuído bastante o valor pedido, enquanto o clube aumentou a oferta salarial. Apesar disso, o acordo não foi fechado e segue sem definição.

O valor solicitado representa um aumento se comparado ao contrato vigente, assinado em 2022 e válido até junho de 2027. Atualmente, o jogador recebe 75 milhões de euros líquidos ao longo de cinco temporadas, o que corresponde a aproximadamente R$ 438,7 milhões no total, ou uma média anual de 15 milhões de euros.

O contrato foi estipulado de forma progressiva. O atacante iniciou com um salário anual em torno de 10 milhões de euros (R$ 58,5 milhões) e encerrará recebendo cerca de 18 milhões de euros por temporada (R$ 105,3 milhões).

Além disso, o acordo inclui um bônus de 2 milhões de euros por temporada (R$ 11,7 milhões) condicionado à conquista do prêmio The Best da Fifa, uma cláusula também válida caso vença a Bola de Ouro.

Negociação dos direitos de imagem

De acordo com As, a renovação não envolve apenas o salário base. Agora, as conversas incluem um bônus de assinatura — semelhante àquele que Kylian Mbappé recebeu ao ingressar no Real Madrid — e, especialmente, a divisão dos direitos de imagem.

Hoje, Mbappé controla quase 100% de seus direitos comerciais, um modelo que facilita a Maximização de seus ganhos no clube espanhol. Vinicius também deseja ampliar sua participação nesses direitos.

O jogador é atualmente um dos esportistas mais procurados no mercado publicitário global. Ele possui contratos com 18 marcas internacionais, entre elas Nike, Apple, PlayStation, Pepsi, Visa, Havaianas, Gatorade, Boss, Vivo, Betnacional, Marriott Bonvoy e Prada.

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Esporte

Arsenal aumenta esforços para contratar Bruno Guimarães do Newcastle

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O Arsenal intensificou as negociações com o Newcastle para assegurar a contratação do meio-campista brasileiro Bruno Guimarães, conforme noticiado por vários veículos de imprensa nesta terça-feira (4).

Os Gunners, atuais campeões da Premier League e finalistas da Liga dos Campeões, tiveram uma oferta recusada de 70 milhões de libras (aproximadamente R$ 480 milhões na cotação atual) recentemente feita pelo jogador, mas pretendem apresentar uma nova proposta.

Bruno, com 28 anos, contabilizou nove gols e oito assistências em todas as competições pelo Newcastle na temporada anterior. Ele foi contratado pelo clube em 2022 por 35 milhões de libras (cerca de R$ 240 milhões), vindo do Lyon.

O Newcastle deseja evitar uma situação semelhante àquela que resultou na transferência de última hora do atacante sueco Alexander Isak para o Liverpool na janela de transferências do ano passado.

Após o recesso da Copa do Mundo, na qual o Brasil foi eliminado nas oitavas de final pela Noruega, Bruno retornou normalmente aos treinamentos de pré-temporada realizados na Espanha.

Entretanto, a permanência dele no Newcastle até a estreia da Premier League em 23 de agosto contra o Liverpool está cada vez menos provável.

O Arsenal, por sua vez, começa a defesa do título enfrentando o Coventry City no dia 21 de agosto, em casa, no Emirates Stadium.

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Esporte

Líder da Jordânia acusa presidente da Fifa de chantagem

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O príncipe Ali Bin Al Hussein, presidente da Federação de Futebol da Jordânia, denunciou que a Fifa teria pressionado a entidade para garantir apoio à permanência de Gianni Infantino na presidência da organização.

Em uma publicação nas redes sociais, Ali revelou que durante a Copa do Mundo de 2026 recebeu uma sugestão verbal de que a federação jordaniana enfrentaria menos obstáculos em pendências caso apoiasse o dirigente suíço. Ele classificou a atitude como uma espécie de chantagem e deixou claro que não cederá a essa pressão.

Esta declaração surge após a participação histórica da Jordânia em uma Copa do Mundo. Segundo Ali, a federação teve problemas com a entrada de torcedores nos Estados Unidos, dificuldades fiscais relacionadas ao torneio e atrasos no pagamento das premiações da Copa Árabe de 2025, realizada no Catar.

A seleção jordaniana foi vice-campeã da Copa Árabe e até o momento os valores destinados aos atletas não foram pagos.

“Durante meses, a Fifa se recusou a nos dar qualquer assistência, seja nessas questões ou em outras. Foi só durante a Copa do Mundo que me informaram verbalmente que o apoio a Infantino facilitaria muito a vida da nossa federação”, afirmou o presidente da Federação de Futebol da Jordânia.

Ali destacou que o orçamento da federação é limitado e que a estreia no Mundial trouxe desafios financeiros e logísticos, incluindo a dificuldade de obtenção de vistos para torcedores jordanianos, mesmo com ingressos comprados.

Além disso, ele criticou a alta tributação imposta pela participação jordaniana, afirmando que os valores que deveriam ir para os jogadores e a comissão técnica estão sendo desviados para o governo dos Estados Unidos via Fifa. Ele comparou a situação com as seleções que ficaram no Canadá e México durante o evento.

Outra preocupação foi a premiação da Copa Árabe no Catar. Embora a equipe tenha alcançado a final, os pagamentos ainda não foram realizados.

“Esperamos desde dezembro o pagamento pela premiação da Copa Árabe, competição organizada pela Fifa. É frustrante ver que a Fifa exibe bilhões em reservas, enquanto nossa equipe aguarda o que lhe é devido”, escreveu Ali.

De acordo com o príncipe, a falta de soluções eficazes da Fifa para os problemas da federação só mudou após a exigência do apoio político a Infantino.

“Na Jordânia, prezamos por valores éticos e jamais apoiamos, nem agora apoiaremos, essa postura. Recusamos firmemente essa chantagem”, declarou.

O momento é delicado para Gianni Infantino, que enfrenta críticas e pressões à frente da Fifa, incluindo a controvérsia pela tentativa abortada de criação de um modelo privado de investimento em competições futebolísticas.

Vale destacar que Ali Bin Al Hussein já foi candidato à presidência da Fifa em 2016, ficando em terceiro lugar e defendendo reformulações na governança da entidade.

Durante a Copa do Mundo de 2026, mesmo com diferenças, Ali e Infantino se encontraram em Dallas, ocasião em que o presidente da Fifa elogiou a participação da Jordânia e Ali agradeceu o suporte ao futebol jordaniano.

A Jordânia disputou sua primeira Copa do Mundo em 2026 no Grupo J, ao lado de Argentina, Argélia e Áustria, e encerrou sua participação na última posição, não avançando para as fases eliminatórias.

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Esporte

Rúben Amorim vai manter legado de Baresi no Milan

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Rúben Amorim, o novo treinador português do Milan, afirmou nesta terça-feira (4) que continuará a tradição deixada pelo famoso Franco Baresi, que faleceu recentemente.

“Quando converso com os membros do clube sobre o Franco, percebo o quanto eles estão emocionados”, declarou Amorim, 41 anos.

“Ele se doava totalmente ao time (…) Não garanto resultados, mas asseguro que seguirei seu legado”, disse o técnico em Perth, Austrália, onde o Milan enfrentará a Inter de Milão em um amistoso na quarta-feira.

O desafio de Amorim é recuperar o Milan para o grupo dos quatro melhores da Serie A, o que significa vaga na Liga dos Campeões, um desafio não alcançado pelo time na temporada passada.

No jogo de estreia no comando do Milan, o técnico português promoveu um empate em 2 a 2 contra o Celtic, da Escócia, durante partida amistosa em Glasgow realizada no mês anterior.

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