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Economia

Ram 1500 Big Horn estreia no Brasil por R$ 449.990 com 426 cv e aceleração rápida

A Ram expandiu sua linha 1500 no Brasil com a chegada da nova Big Horn, que custa R$ 449.990.

O modelo traz o mesmo motor Hurricane 6 3.0 Biturbo, com 426 cv e torque de 64,8 kgfm, apostando em um preço competitivo para conquistar quem quer entrar no segmento das picapes grandes de luxo.

De acordo com a fabricante, o veículo já está disponível nas concessionárias do país e é a versão de entrada da linha, que agora inclui Big Horn, Laramie e Laramie Night Edition.

Com esse valor, a Ram 1500 Big Horn custa menos do que algumas picapes médias esportivas e versões topo de linha vendidas no Brasil.

Por exemplo, a Ford Ranger Raptor, que custa cerca de R$ 490 mil, e a Volkswagen Amarok V6 Extreme, que começa em torno de R$ 460 mil.

A estratégia da Ram é oferecer uma picape grande de luxo com tamanho, potência e tecnologia de ponta a um preço atraente.

Desempenho

Equipado com o motor Hurricane 6 3.0 Biturbo, câmbio automático de oito marchas e tração 4×4 com modos 4×2, 4×4 Auto, 4×4 High e 4×4 Low (reduzida), a Big Horn acelera de 0 a 100 km/h em apenas 5,3 segundos, sendo a picape mais rápida no mercado nacional. O condutor pode escolher entre cinco modos de direção: Automático, Sport, Off-Road, Reboque e Neve/Piso Escorregadio.

“A nova Ram 1500 Big Horn mantém todas as qualidades que a tornaram referência no segmento e agora oferecemos uma picape grande com muita performance, tecnologia e capacidade por um preço bastante competitivo”, destaca Juliano Machado, diretor da Ram para a América do Sul.

Design

O visual da Big Horn conserva a identidade da Ram, mas traz detalhes exclusivos. A frente tem grade preta com o logo RAM cromado, para-choques e maçanetas na cor da carroceria, além de grade ativa no radiador para melhorar a aerodinâmica.

As rodas de liga leve são de 20 polegadas e os escapamentos duplos reforçam o aspecto esportivo. As cores disponíveis são Azul Forged, Preto Diamond, Granito Crystal, Prata Zenith e Branco Bright.

Com linhas destacadas, acabamento exclusivo e capacidade de até 1.523 litros de carga, a Ram 1500 Big Horn reforça seu posicionamento como picape grande premium.

Capacidade

A Big Horn mantém os números da linha em termos de trabalho.

A caçamba tem 1.523 litros, medindo 1,71 metro de comprimento, 1,52 metro de largura e 54 cm de altura. A capacidade máxima de reboque é de 4.490 kg, maior que o peso do veículo.

A estrutura usa 98% de aços de alta resistência e já sai da fábrica pronta para instalação de engate e conexões elétricas de reboque.

Tecnologia

O interior tem equipamentos das versões mais sofisticadas da marca.

A central multimídia de 12 polegadas oferece Android Auto e Apple CarPlay sem fio; o conforto é garantido com carregador por indução, volante aquecido, pedais ajustáveis eletricamente, bancos dianteiros aquecidos, ar-condicionado digital dual zone, sistema de som Alpine de 506 watts, seis entradas USB, tomadas 115V e um console central de quase 40 litros.

O aplicativo My Uconnect permite localizar o veículo, travar e destravar portas à distância, monitorar combustível, agendar revisões e usar serviços conectados, incluindo Wi-Fi para até oito dispositivos.

Segurança

A Ram mantém um pacote robusto de assistências ao condutor.

  • Piloto automático adaptativo com Stop & Go
  • Frenagem autônoma de emergência com detecção de pedestres e ciclistas
  • Monitoramento de ponto cego
  • Assistente ativo de permanência em faixa
  • Seis airbags
  • Controle de estabilidade e tração
  • Assistente de partida em rampa
  • Controle de oscilação de reboque

Com o lançamento da Big Horn, a Ram reforça seu foco de ampliar o acesso ao segmento de picapes grandes premium, mantendo a mecânica de 426 cv, o desempenho de destaque no mercado nacional e um pacote completo de tecnologia, conforto e capacidade.

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Economia

Fmi alerta sobre alta prolongada dos preços

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou, nesta terça-feira (6), que a alta contínua dos preços de produtos essenciais, como alimentos e energia, impulsionada pelos conflitos no Irã e na Ucrânia, está durando mais tempo do que o esperado.

Os valores globais de diversas matérias-primas permanecem elevados por vários anos, inicialmente devido às interrupções nas cadeias de suprimentos causadas pela pandemia de covid-19 e, posteriormente, pelas guerras na Ucrânia e no Irã.

“Os preços dos itens essenciais, em comparação com outros produtos, continuam subindo há mais de um ano (…) e estão persistentemente altos”, disse o FMI em uma publicação em seu blog.

“Como consequência, as pessoas enfrentam não apenas um aumento temporário no custo de alimentos e energia, mas também uma redução prolongada no poder de compra desses produtos básicos em relação a outros bens”.

Os salários estão tendo dificuldades para acompanhar essas contínuas pressões inflacionárias.

O conflito no Irã, iniciado em fevereiro deste ano, elevou a inflação global e levou o FMI a ajustar para cima sua previsão do índice, que deve alcançar 4,7% mundialmente em 2026, contra 4,1% no ano anterior.

O FMI planeja divulgar na próxima semana a parte principal da atualização de seu relatório ‘Perspectivas da Economia Mundial’, com novas projeções para o crescimento e inflação globais.

O fundo ressaltou que os impactos dos chamados choques de oferta vão além de apenas alguns meses de inflação elevada, indicando que as consequências são profundas e de longo prazo.

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Economia

Ibovespa ajusta e opera em torno de 205 mil pontos

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O Ibovespa iniciou a terça-feira, dia 6, com leve alta de 0,01%, atingindo 206.924,61 pontos, chegando a alcançar a máxima de 209.522,60 pontos com um incremento de 1,26%, porém não sustentou esses níveis. Pouco tempo depois, o índice virou para queda, atingindo mínimas e caindo abaixo dos 205 mil pontos.

Esse ajuste pode ser atribuído em parte à correção após a forte alta registrada no dia anterior, influenciada pelos resultados do primeiro turno das eleições, que mostraram Flávio Bolsonaro (PL) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa presidencial. No mercado, espera-se que, se eleito, o senador do PL possa adotar uma política menos expansionista.

“Trata-se de um ajuste às médias móveis, mas o movimento estrutural do Ibovespa permanece de alta”, comenta Leonardo Mendes, consultor financeiro da Manchester Investimentos. “Se eleito, há a possibilidade de que Flávio Bolsonaro implemente uma política focada na retomada do superávit primário do país, o que poderia reduzir os juros e facilitar o custo de capital para as empresas”, acrescenta.

Além disso, o índice sofre com a queda de aproximadamente 2% no preço do petróleo no mercado internacional, influenciado por sinais de aumento nas exportações da commodity do Oriente Médio, em um contexto de agenda econômica fraca, tanto nacional quanto internacionalmente. Enquanto isso, em Nova York, os índices das bolsas registram avanços, impulsionados pela percepção de menor pressão inflacionária, em parte decorrente da queda consecutiva do preço do petróleo.

Na segunda-feira, o Ibovespa fechou com alta de 7,70%, a maior desde março de 2024, atingindo o recorde de 206.911,89 pontos, após alcançar uma máxima de 209.605,70 pontos.

Mesmo com o avanço no dia anterior, o banco Morgan Stanley projeta que o Ibovespa pode chegar a 250 mil pontos no curto prazo, o que representaria um aumento de cerca de 30% em relação ao nível anterior ao primeiro turno das eleições presidenciais.

O dólar, por sua vez, caiu 4,12%, fechando a R$ 5,0018, enquanto os juros futuros recuaram mais de 100 pontos-base, alimentando expectativas de cortes na taxa Selic nos meses de novembro e dezembro de 2026 e em 2027. As operações nesta terça-feira continuam nessas linhas.

“A curva de juros demonstra quanto o país paga pela desconfiança em relação às suas contas públicas e quanto pode economizar quando essa desconfiança diminui”, afirma Ricardo Trevisan, CEO da Gravus Capital.

Segundo Rodrigo Moliterno, head de renda variável da Veedha Investimentos, a queda do dólar frente ao real indica vendas significativas nas mesas institucionais da moeda americana, sugerindo entrada de capital estrangeiro no Brasil. “Isso pressiona o dólar para baixo.”

Os investidores agora aguardam pesquisas eleitorais que serão divulgadas na quinta-feira, relacionadas ao segundo turno.

O foco está também no Senado, com a possível abertura das discussões sobre o fim da escala 6×1, conforme opinião do economista sênior Silvio Campos Neto, da Tendências Consultora. No entanto, ele ressalta que, segundo reportagens na imprensa, existem dúvidas sobre o avanço dessa pauta neste momento.

Às 11h26, o Ibovespa registrava queda de 0,82%, com 205.376,46 pontos, variando entre mínima de 204.832,36 pontos e máxima de 209.522,60 pontos (+1,26%). Entre os papéis de maior destaque, a Vale recuava 1,81%, enquanto Petrobras tinha perdas entre -2,71% (PN) e -1,75% (ON). No setor bancário, apenas Itaú (+1%) e Bradesco (+1,7% ON e +2,43% PN) apresentavam valorização. O maior recuo da carteira era Banco do Brasil (-6,19%), enquanto a maior alta ficou com Azzas (+5,14%).

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Economia

BNDES financia R$ 21,8 milhões para digitalizar Unipac

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 21,8 milhões para impulsionar a digitalização da Unipac, uma empresa do Grupo Jacto especializada na transformação de polímeros. Este investimento tem como objetivo substituir vários processos manuais por alternativas digitais, incluindo a coleta de dados em tempo real e o uso de ferramentas avançadas de análise.

Os recursos, provenientes do programa BNDES Mais Inovação, serão utilizados para implementar tecnologias como inteligência artificial (IA), internet das coisas (IoT) e manufatura aditiva na sede em Pompéia (SP) e nas unidades em Paulínia (SP), Limeira (SP), Maracanaú (CE) e Uberaba (MG). No setor de compras, modelos de IA serão empregados para prever tendências de mercado e otimizar a gestão de contratos.

José Luis Gordon, diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, destacou que “o projeto engloba investimentos em digitalização, automação e análise de dados, aplicados em sistemas de produção, inspeção de peças, planejamento de estoques e fabricação de moldes, resultando em redução de custos e aumento da produtividade”.

Para o planejamento de vendas e operações, a Unipac contará com uma plataforma de gestão digital aprimorada por IA, visando melhorar a precisão na previsão da demanda e, assim, tornar mais eficiente a coordenação entre compra, venda, logística e manufatura.

O BNDES informou ainda que será instalado um sistema automático de inspeção visual para identificar defeitos nas peças durante a produção de embalagens. Essa verificação será feita por câmeras de alta resolução auxiliadas por ferramentas de IA, com o objetivo de alcançar a meta de “zero defeitos” em relação a problemas visuais nos produtos.

Além disso, será desenvolvido um conjunto integrado de sistemas inteligentes de manufatura para coletar, processar e armazenar dados de produção em tempo real. Os modelos de IA irão analisar esses dados para detectar padrões, anomalias e oportunidades de melhoria, permitindo um monitoramento rigoroso da produção e a criação de alertas automáticos para as equipes operacionais, reduzindo desperdícios e defeitos.

A manufatura aditiva será empregada para inovar um dos processos tradicionais de fabricação de moldes em Pompéia, São Paulo, com equipamentos capazes de produzir peças metálicas com alta precisão.

Gabriel Gonçalves, presidente da Unipac, afirmou que “a transformação digital representa uma capacidade avançada que sustenta nossa estratégia centrada no cliente, fundamentada em três pilares principais: relacionamento duradouro, decisões baseadas em dados e profundo conhecimento dos clientes. Esta parceria com o BNDES acelera nossos investimentos contínuos em tecnologia e desenvolvimento humano, fortalecendo a competitividade e a sustentabilidade do nosso negócio”.

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