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Cultura

Vanessa Lopes estreia como cantora e recebe apoio dos familiares e namorado

Vanessa Lopes, ex-participante do BBB, influenciadora e dançarina, realizou seu primeiro show como cantora durante o Prêmio Jovem Brasileiro, promovido pelo Portal R7.

“Este é o começo de um sonho que tenho cultivado por muitos anos, em silêncio. Foram diversas etapas até chegar nesse momento, e meu coração está muito feliz por finalmente compartilhar tudo isso com vocês”, escreveu Vanessa em uma rede social na noite de sexta-feira, acompanhada de vídeos dos bastidores da apresentação.

No X, onde um trecho da performance circulou, Vanessa recebeu várias críticas. “Além de cantora, ela é uma excepcional dançarina”, comentou um usuário. Outro observou: “Admiro a coragem de cantar sem playback.” Um terceiro opinou: “Ela se entregou na performance, mas a parte vocal foi cansativa; talvez se estivesse parada cantasse melhor, ou se parasse de cantar e só fizesse a performance, também melhoraria.”

“Entrei para avaliar, mas apesar das desafinações, gostei dela, tem presença de palco”, destacou uma jovem. “Não tinha um técnico de som para auxiliar?”, questionou outro.

Vanessa aproveitou o evento para lançar seu single “Emocionado”. Ela já tinha lançado outro, intitulado “Sequência”.

No Instagram, Vanessa recebeu incentivo dos seus pais e do namorado, o cantor Lucas Mamede. “É incrível ver você conquistando tudo o que merece, minha princesa! Seus olhos brilham como estrelas”, escreveu o músico.

“Ela nasceu para brilhar”, comentou a mãe, Liziane Ramalho. “Como pai, acompanho de perto o empenho dela. Há muita energia, profissionalismo e atenção a cada detalhe no que faz. Nada disso é por acaso. Filha, sinto um imenso orgulho de você, da sua dedicação e da pessoa que você é. É uma alegria ver você vivendo essa nova fase! Te amo.”, declarou o pai, Alisson Ramalho.

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Cultura

Festival de Samba em Olinda reúne grandes nomes no fim de semana

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Entre os versos famosos de Dorival Caymmi, “Quem não gosta de samba bom sujeito não é” pode não ser uma verdade absoluta, mas muitos dos ícones do samba concordam plenamente.

Luiz Carlos, vocalista do Raça Negra, expressou sua aprovação em uma entrevista exclusiva ao jornal Folha de Pernambuco, afirmando que:

“O samba é uma música que acolhe todos. Quem aprecia samba entende que ele vai além de um estilo musical. É uma forma de narrar a vida.”

E é exatamente isso que o festival Samba Recife 2026 tem mostrado, reunindo talentos locais e nacionais em uma edição que acontecerá neste sábado (26) e domingo (27), na Área Externa do Pernambuco Centro de Convenções, em Olinda.

Com quatro palcos e mais de 30 artistas de diversas gerações como Belo, Fabinho, Péricles, Pixote, Suel, Thiaguinho, Tiee, Tony Salles, Art Popular, Délcio Luiz, Leandro Sapucahy, Molejo, Alexandre Pires, Ferrugem, Sorriso Maroto, Thiago Soares, Turma do Pagode, Yan e Zeca Pagodinho, o evento promete muita música e alegria.

O evento conta ainda com dois Palcos Externos: Palco Samba 90 e Palco Pernambuco, sendo organizado pela Festa Cheia, que conquistou o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Recife e de Pernambuco.

“A equipe da Festa Cheia trata este compromisso com dedicação, planejamento e responsabilidade. Nosso objetivo é garantir que tudo ocorra com segurança, organização e respeito ao público”, destaca Bela Acioli, produtora do Samba Recife.

Entre os veteranos, o grupo Raça Negra é referência no samba e pagode romântico, com mais de quarenta anos de história. Seu início com a música “Caroline”, do álbum lançado em 1991, marcou o começo de uma trajetória de sucesso reconhecida nacionalmente.

“Começamos sem imaginar até onde chegaríamos. Hoje, ver famílias inteiras cantando nossas canções, pais passando para filhos e até jovens nascidos depois do início do Raça Negra cantando nossos sucessos é um verdadeiro presente”, afirma o fundador do grupo.

Durante o evento, eles estarão se apresentando no Palco Externo no domingo, ao lado de artistas como Zeca Pagodinho, Alexandre Pires e Ferrugem. Luiz Carlos ressalta que a longevidade do grupo vai além dos anos de estrada:

“O importante é continuar tendo motivação para subir ao palco e encontrar o público com carinho. O Samba Recife é justamente esse encontro que mostra que nossa música ultrapassou gerações.”

Ele também aponta que seu grupo, querido pela geração 40+, consegue atrair também o público mais jovem:

“A música evolui porque o mundo muda. A forma de produzir, os arranjos e as tecnologias se transformaram, mas o sentimento permanece atemporal.”

Assim, os grandes sucessos do Raça Negra mantêm sua essência, popularizando o samba e o pagode romântico com uma identidade própria que conversa com diversas gerações.

“Sempre buscamos acompanhar nosso tempo sem deixar de ser quem somos, permitindo que cada geração crie sua conexão única com nossas músicas”, conclui.

Informações do Evento

  • Quando: sábado (26), a partir das 17h; domingo (27), a partir das 15h
  • Onde: Área Externa do Pernambuco Centro de Convenções, em Olinda
  • Ingressos: a partir de R$ 150 no Bilheteria Digital
  • Instagram Oficial: @sambarecifeoficial
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Cultura

Reality da TV Brasil conta a história da guitarrista Lui Rabello

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A nova edição do reality musical Duelo de Guitarras, exibida pela TV Brasil, traz a trajetória da baiana Lui Rabello durante o programa deste sábado (26), às 13h30. Com seu jeito tranquilo, a talentosa guitarrista conquistou os colegas e fez novas amizades entre os competidores.

Lui Rabello, que passou 16 anos na banda Altas Horas do programa de TV com o mesmo nome, compartilha suas ideias musicais e recebe o carinho de seus companheiros no reality do canal público.

Durante a competição, a guitarrista enfrentou Lucas Moscardini na bossa nova e jazz logo na primeira fase. Também realizou um solo com Roger Oliveira no baião na fase inicial. Na semifinal, Lui Rabello escolheu o xote para enfrentar novamente Lucas Moscardini, que optou pelo blues.

Lui Rabello expressa: “É um desafio estar aqui com vocês” e fala com moderação sobre competir com tantos jovens. “Quero deixar a minha marca nesta participação”, afirma.

Ela declara que ficou contente em interagir com os jovens competidores. “Sabia que era um risco entrar no reality, tocando com pessoas muito mais novas, mas estou aprendendo e eles me dão muita energia, me tirando da zona de conforto”, completa a baiana.

Sobre as orientações e ensaios, ela comenta que não houve muito tempo para mudanças, mas buscou aprimorar suas habilidades. “Defendi o que conhecia melhor e procurei melhorar”, explica ao justificar sua escolha por ritmos nos quais se sente segura.

Detalhando sua estratégia para a apresentação, Lui Rabello diz que pretende usar uma melodia nordestina combinada com uma escala interessante. “Não busco conforto, tento me adaptar e imprimir meu estilo, lembrando o recôncavo baiano e incluindo elementos do sertão”, conta, citando que sua guitarra terá poucos toques, melódica e fácil de lembrar.

A guitarrista destaca sua coragem: “Não tenho medo e espero mostrar minha melhor versão”. Ela valoriza a acolhida dos colegas: “Esses jovens poderiam não me respeitar, mas foram muito carinho comigo e com minha história”.

Sobre sua abordagem no duelo, ela afirma gostar de inovar. “É uma linha tênue entre aplicar técnica e tocar com emoção. Gosto de sentir o ambiente para escolher a escala certa, evitando ser previsível e procurando surpreender. Sou da Bahia, tem que ter suingue”, afirma.

Sobre o programa

Com 16 episódios, o reality Duelo de Guitarras apresenta seis artistas que tocam diferentes estilos em busca do prêmio na guitarra elétrica. Criado pelo produtor Julio Carvana e dirigido por Marcio Vianna, o programa é apresentado pelo guitarrista e entusiasta Dimi.

Os jurados são os renomados guitarristas Navalha Carrera e João Gaspar, que atuam como mentores dos participantes e avaliam técnica, precisão, emoção e criatividade durante as disputas.

Concorrentes

  • Pedro Hills – roqueiro clássico fã dos grupos dos anos 60 e 70, toca em banda com o irmão.
  • Roger Oliveira – carioca do subúrbio com versatilidade nos ritmos, começou na igreja.
  • Gabi Terra – capixaba com trabalho autoral forte e sonoridades experimentais.
  • André Sampaio – ex-guitarrista da banda Ponto de Equilíbrio, experiente em ritmos africanos.
  • Lui Rabello – baiana veterana de 16 anos na Banda Altas Horas, ágil em improvisações.
  • Lucas Moscardini – metaleiro moderno capaz de tocar muitas notas precisas e emocionantes.

Dinâmica do reality

Os seis vivem juntos em uma casa com estúdio para ensaios e criações, participando de workshops com profissionais experientes.

Eliminados continuam na casa apoiando os finalistas e mostrando seu talento em jams e ensaios descontraídos.

Mais que uma competição, Duelo de Guitarras é uma experiência artística que ensina ao público sobre estilos musicais e o instrumento em linguagem simples e acessível.

Os artistas também reformaram uma guitarra antiga, demonstrando uma habilidade extra que foi mostrada no programa.

Além disso, eles tiveram a oportunidade de tocar com o veterano Victor Biglione, resultado em solos emocionantes.

Para tornar o reality mais divertido, desafios inesperados como tocar sem palheta ou com poucas cordas testam a criatividade e improvisação dos guitarristas.

Assim, o programa oferece uma jornada musical rica em aprendizado e entretenimento para participantes e espectadores.

Valorização da produção independente

Duelo de Guitarras é exibido semanalmente desde julho pela TV Brasil, que apoia e fomenta a produção independente nacional e novos talentos do audiovisual.

Transmissão

O programa pode ser assistido ao vivo pela TV aberta, por assinatura ou parabólica, e no TV Brasil Play via site e aplicativo para Android e iOS. Também está disponível na WebTV do canal público.

Duelo de Guitarras – 13º episódio: sábado, 26/9, às 13h30, e reprise domingo, 27/9, à meia-noite, na TV Brasil.

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Cultura

Maria Bethânia presta homenagem a Gal Costa no aniversário da cantora

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Maria Bethânia fez uma homenagem a Gal Costa no dia em que a cantora completaria 81 anos. Em sua conta no Instagram, ela publicou um vídeo com a legenda: “Gal para sempre! A pureza na voz. Todo 26 de setembro será dedicado a celebrar a voz eterna de Gal Costa“. Gal faleceu em novembro de 2022, aos 77 anos.

— A voz de Gal era algo singular. Na época, tínhamos vozes maravilhosas como as de Nara Leão, Sylvinha Telles e Maysa, cada uma especial à sua maneira. Contudo, a voz da Gal tinha uma qualidade única, semelhante só à de Dalva de Oliveira — conta Maria Bethânia. — Ela sempre me emocionou profundamente com essa pureza em sua voz, algo que só poderia ser um dom divino. Para minha geração, e talvez até mesmo depois, não conheço outra voz feminina com essa clareza e beleza inigualáveis.

No vídeo, a intérprete recorda o início das trajetórias das duas nos anos 1960 em Salvador, exibindo cenas dos documentários “O Nome Dela é Gal” (2017) e “Os Doces Bárbaros” (1976).

Maria Bethânia também atualizou sua foto de perfil nas redes sociais para uma imagem que representa a voz de sucessos como “Baby”, “Folhetim” e “Chuva de Prata”.

Ao longo dos anos, as duas cantoras uniram suas vozes diversas vezes, em canções como “Esotérico” (do álbum “Doces Bárbaros”, 1976) e “Sonho Meu” (do disco “Álibi”, 1978). O último dueto foi na música “Minha mãe”, presente em “A Pele do Futuro” (2018).

Gal Costa e Maria Bethânia deixaram um legado musical marcante e inesquecível para a música brasileira.

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