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Cultura

Paolla Oliveira recebe festa na Imperatriz Leopoldinense

Paolla Oliveira inicia sua nova etapa no carnaval carioca. A atriz foi celebrada com uma grande festa na quadra da Imperatriz Leopoldinense, em Ramos, na zona norte do Rio de Janeiro, onde assumirá o papel de rainha de bateria para o carnaval de 2027.

A comemoração, realizada na última quinta-feira, dia 24, contou com a presença dos componentes da escola, incluindo membros da diretoria, musas, baianas e ritmistas. Em fotos publicadas nas redes sociais, Paolla aparece sorrindo, sendo cumprimentada com abraços e aplausos durante a visita.

A bateria também comemorou a chegada da nova rainha com uma canção: “Nossa rainha já está aqui”. “Estou aqui, Imperatriz Leopoldinense!”, expressou a atriz na legenda da publicação.

Esta visita marca o começo da participação de Paolla Oliveira na agremiação. Ela assume o cargo depois de oito anos como rainha de bateria na escola de samba Grande Rio, função exercida entre 2017 e 2025.

Após a saída de Paolla, a Grande Rio teve Virginia Fonseca como rainha de bateria no carnaval de 2026. Para 2027, a escola optou pela cantora Anitta para preencher a posição.

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Cultura

Argentina conquista prêmio de melhor filme latino em San Sebastián

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Alessandra Sanguinetti, fotógrafa e cineasta da Argentina, dirigiu o documentário “A Ilusão de Um Verão sem Fim”, que retrata a vida de duas primas que vivem no interior rural ao longo de 25 anos. Este filme recebeu, no último sábado, o prêmio de melhor produção latina no Festival de Cinema de San Sebastián, realizado na Espanha.

“Vejo este trabalho como um poema, uma homenagem ao campo argentino, à Argentina e à beleza natural que corre sérios riscos”, declarou Alessandra durante a cerimônia de abertura do evento.

A diretora também expressou seu desejo de preservação dessa beleza, criticando os recentes cortes nos financiamentos públicos destinados ao cinema por parte do governo do presidente Javier Milei. Ela fez um apelo para que os Estados Unidos e Israel cessem suas interferências em territórios alheios.

O documentário argentino competiu na seção Horizontes Latinos contra outras 11 produções provenientes de Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México e Paraguai, destacando a riqueza do cinema latino-americano.

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Cultura

Antônio Fagundes encontra colega da primeira peça após anos

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Antônio Fagundes viveu um momento comovente no programa Caldeirão Com Mion deste sábado, 26, exibido pela TV Globo. No cenário do programa, ele teve o prazer de reencontrar Luiz Solon, parceiro de cena em sua estreia no teatro durante a escola.

O ator recordou que essa experiência aconteceu no início da adolescência, quando estudava no colégio Rio Branco. Inicialmente, a peça seria apresentada apenas na sala de aula, mas depois foi levada a vários locais, como o teatro da escola, uma igreja e até o sítio de um amigo. “O público gostou muito”, comentou.

“A peça se chamava ‘A Ceia dos Cardeais’. Eram três cardeais em cena. Eu tinha entre 13 e 14 anos, atualmente tenho 77, e interpretava um personagem de 67 anos”, relembrou Antônio Fagundes para o apresentador Marcos Mion. Após várias apresentações, ele fundou o ‘Grupo Semáforo’ para continuar praticando teatro com outros estudantes.

O ator mencionou que, dentre seus colegas, ele foi o único que seguiu carreira na dramaturgia. Um deles se tornou economista e o outro neurologista. Marcos Mion então apontou para o público, onde estava Luiz Solon. “Que surpresa!”, expressou Fagundes.

O abraço entre os amigos marcou o reencontro. Alegre, Solon falou sobre o talento artístico de Antônio: “Era notável sua bagagem cultural e capacidade de expressão. Não foi surpresa que ele tenha sido orador da turma várias vezes.”

“Gostaria de encerrar com uma frase que ele repetia frequentemente na época do colégio, uma citação famosa do Hamlet: ‘Estar pronto é tudo!'”, afirmou o amigo antes de se despedir.

Mais tarde, o ator recebeu o convite para reler um trecho de um texto que apresentou aos 17 anos, sendo surpreendido pela presença da atriz Gabriella Rabello, que atuava com ele na época.

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Cultura

Esteroides, bulimia e pai abusivo: Sylvester Stallone fala abertamente em entrevista impactante

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Sylvester Stallone decidiu se abrir em uma entrevista impactante para o The New York Times. Lançando seu livro de memórias “The Steps” (Os Passos), ele revisita momentos difíceis de sua vida pessoal e profissional.

Desde a relação conturbada com seu pai até o uso de esteroides e a luta contra a bulimia, o astro de “Rambo” e “Rocky” foi mais franco do que nunca na conversa com a repórter Lulu Garcia-Navarro.

Arrogância e sucesso

Ao alcançar o estrelato após o sucesso de “Rocky” (1976), Stallone notou mudanças negativas em seu comportamento. Ele admitiu ter se tornado uma pessoa vingativa, ressentida e sem humildade.

“Fiquei muito difícil de lidar. Até mesmo com o ‘New York Times’, eu dizia: ‘Ah, Madame Bovary (clássico de Gustave Flaubert), qualquer um poderia escrever isso.’ Comportava-me como uma criança mimada. Anos depois, eu me sentia mal comigo mesmo”, revelou.

Uso de esteroides

Stallone afirmou categoricamente que a transformação física exigida em Hollywood na época era impossível sem o uso de aditivos e drogas. “Ninguém alcança isso sem recursos químicos, ponto final. Meu Deus, é preciso usar [esteroides]”, explicou, detalhando os ciclos rígidos que seguia para suportar os treinos intensos.

Ele ressaltou que usava as drogas de forma controlada, porém reconheceu os severos impactos na sua saúde.

“Exagerei com meu corpo. Passei por nove cirurgias na coluna, duas nos ombros, três fusões no pescoço. Tudo está preso com arame.”

Para manter um percentual de gordura corporal de apenas 2,6%, Stallone chegou a enfrentar bulimia durante as filmagens de “Rocky III”.

“Não conseguia reter nada no estômago. Talvez porque fiquei tão obcecado em manter aquele corpo em forma, era quase uma obsessão doentia pelo físico.”

Rivalidade com Schwarzenegger

Stallone definiu seu estilo nas telas como uma “força bruta”, em oposição à abordagem estratégica e “maquiavélica” de Arnold Schwarzenegger.

“Estávamos sempre em confronto, o que acabou sendo ótimo. Foi como Ali e Frazier. Você precisa de alguém assim para te desafiar mais do que qualquer outra pessoa.”

Relação com o pai

Stallone refletiu sobre a falta de afeto na infância e como a necessidade de sobrevivência o tornou emocionalmente reservado. Ele contou que foi agredido pelo pai na infância, apenas por comprar o produto errado na mercearia.

Já adulto e praticante de polo, seu pai o derrubou do cavalo e o bateu na frente de todos durante uma partida. Em outra ocasião, o pai atirou em um gato que incomodava fora de casa e o deixou dentro do tanque de lavar roupas para mostrar poder.

“Ele tinha esse tipo de orgulho e era frio como o próprio inferno, por isso meu pai era muito duro e distante”, disse.

Quando a repórter Lulu Garcia-Navarro usou a palavra “duro”, Stallone corrigiu dizendo:

“Uso ‘duro’ para expressar algo muito mais sombrio e perturbador do que apenas uma rigidez masculina.”

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