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Esporte

Modric conduz Croácia a vitória sobre República Tcheca na Liga das Nações

Luka Modric marcou um gol decisivo para a Croácia, que conquistou uma vitória de 2 a 1 contra a República Tcheca neste sábado (26), jogando fora de casa, na estreia do Grupo A3 da Liga das Nações da Uefa.

Modric, que completou 41 anos há 17 dias, inaugurou o marcador em Praga no início do segundo tempo (47′), ao receber a bola, avançar até a entrada da área e chutar forte para o gol.

A equipe tcheca, sob o comando do treinador espanhol Santi Denia, reagiu rápido e empatou com Adam Karabec aos 54 minutos, após um passe rasteiro de Adam Hlozek.

Porém, Mario Pasalic garantiu a vitória croata aos 77 minutos, ao cabecear com precisão um cruzamento de Ivan Perisic.

A República Tcheca tentou igualar o placar novamente, mas o gol de Matej Radosta foi anulado devido a impedimento de Hlozek, que havia feito a assistência anterior.

Com este resultado, a Croácia inicia a Liga das Nações empatada em pontos com a Espanha, que venceu a Inglaterra por 3 a 2 em Wembley no outro jogo do grupo.

As equipes da Croácia e da Espanha irão disputar a liderança na próxima terça-feira no estádio Sánchez Pizjuán, em Sevilha, na segunda rodada do torneio.

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Espanha vence Inglaterra em Wembley com virada emocionante

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Em sua primeira partida após conquistar o bicampeonato da Copa do Mundo, a Espanha superou a Inglaterra por 3 a 2, neste sábado em Wembley, no início da Liga das Nações. Os atuais campeões mundiais abriram o placar logo aos 2 minutos, sofreram a virada no primeiro tempo, mas garantiram a vitória com dois jogadores que começaram como reservas.

Foi a 39ª partida consecutiva sem derrota dos espanhóis, que iniciaram essa sequência impressionante em março de 2024 com um empate em 3 a 3 contra o Brasil de Dorival Júnior, após uma derrota por 1 a 0 para a Colômbia alguns dias antes. Jogando diante de sua torcida, a equipe do técnico inglês Thomas Tuchel buscava começar o período pós-Copa vencendo a campeã mundial, embalados pelo clássico Wonderwall do Oasis. A Inglaterra dominou a partida em diversos momentos, mas não resistiu à pressão e controle da Espanha.

Apelidado pela imprensa local como “a final da Copa do Mundo que não aconteceu”, após a dolorosa virada sofrida pela Inglaterra na semifinal contra a Argentina, o confronto em Londres teve a Espanha impondo um ritmo intenso desde o início. Logo aos 2 minutos, Lamine Yamal aproveitou um erro de Marc Guehi, roubou a bola, invadiu a área e chutou cruzado, superando o goleiro Trafford, que substituiu o titular Pickford, marcando o primeiro gol.

A equipe campeã mundial manteve superioridade e controle da partida. O autor do gol do título da Copa do Mundo, Ferran Torres, marcou novamente aos 8 minutos, mas o gol foi anulado por impedimento. O atacante ainda perdeu duas oportunidades claras contra Trafford.

A Inglaterra reagiu e virou o jogo no fim do primeiro tempo, em apenas quatro minutos. Em um contra-ataque rápido e bem executado, Bellingham acionou Anthony Gordon, que tocou sobre o goleiro Unai Simón. Quatro minutos depois, Harry Kane cabeceou fraco um cruzamento que, após desvio em Cucurella, entrou no gol. Com esses dois gols, a Inglaterra superou o desempenho de muitas equipes ao longo da Copa.

No segundo tempo, a Inglaterra voltou com mais intensidade, ameaçando o gol de Unai Simón. Aos 8 minutos, após um lance polêmico dentro da área envolvendo Rodri e Bellingham, o árbitro, com auxílio do VAR, marcou pênalti para os ingleses. Harry Kane foi para a cobrança, mas escorregou ao chutar, acertando a bola duas vezes, que acabou batendo no travessão e não resultou em gol.

O técnico da Espanha, Luis de la Fuente, realizou duas substituições, colocando Mikel Oyarzabal e Alex Baena nos lugares de Ferran Torres e Nico Williams. Os dois foram decisivos para a virada da seleção espanhola.

Aos 15 minutos, aproveitando um erro da Inglaterra, Olmo cruzou para Baena, que chutou forte de fora da área, sem chance para Trafford. Baena também participou do gol da virada aos 29 minutos, ao encontrar um espaço na entrada da área e fazer um passe preciso para Oyarzabal, que definiu com um toque sutil por cima do goleiro.

A partida seguiu movimentada até o apito final. O duelo mostrou que, apesar da Inglaterra ser uma das melhores seleções do mundo, a Espanha demonstra estar em um nível ainda superior.

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Brasil conquista três ouros no Mundial Paralímpico de Judô com destaque para atletas repetindo títulos

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O segundo dia do Mundial Paralímpico de Judô, realizado em Tbilisi, Geórgia, trouxe grande sucesso para o Brasil. No sábado, 26 de agosto, o país garantiu suas primeiras três medalhas de ouro nesta edição, além de conquistar duas pratas e dois bronzes, totalizando dez medalhas: três ouros, cinco pratas e dois bronzes. As competições se encerram domingo, 27, com as disputas por equipes.

O grande destaque do dia foi Alana Maldonado, judoca paulista da classe J2 para baixa visão, categoria até 70 kg. Atual bicampeã paralímpica, ela conquistou o quarto título mundial ao vencer a cazaque Ayala Mereke na decisão, no golden score, com um wazari.

Alana Maldonado não foi a única campeã mundial a repetir o feito. Arthur Silva, da classe J1 para cegos, categoria até 95 kg, alcançou o bicampeonato consecutivo ao derrotar o britânico Daniel Powell por wazari. Além do título mundial de 2025, em Astana, Cazaquistão, ele é campeão paralímpico de Paris 2024.

O terceiro ouro veio com Brenda Freitas, atleta da classe J1 na categoria até 70 kg, que venceu a chinesa Wang Wenjing com um ippon em menos de um minuto na final, defendendo seu título conquistado no ano passado.

Outros medalhistas brasileiros no sábado foram: Milena Freitas (prata, classe J1, acima de 70 kg), Marcelo Casanova (prata, classe J2, até 95 kg), Rebeca Silva (bronze, classe J2, acima de 70 kg) e Felipe Amorim (bronze, classe J2, acima de 95 kg).

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Jorge Jesus critica diminuição de atletas estrangeiros no Brasil: ‘O problema está na formação’

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Jorge Jesus, técnico conhecido por sua passagem de destaque no Flamengo entre 2019 e 2020 e atualmente treinador da seleção de Portugal, comentou recentemente sobre a decisão de reduzir o número de jogadores estrangeiros nas equipes brasileiras nas próximas temporadas. Essa pauta, bastante discutida recentemente, foi abordada por ele em entrevista coletiva antes do jogo entre Portugal e Noruega, válido pela Liga das Nações.

Segundo Jesus, a diminuição do limite de nove para cinco atletas estrangeiros não resolverá os problemas do futebol brasileiro, pois a qualidade do esporte no país não depende apenas da presença de jogadores estrangeiros. Ele destacou que Portugal é um dos países que mais forma jogadores de alta qualidade na Europa e que, se o treinador permitir, pode escalar um time inteiro apenas com estrangeiros no Brasil.

O treinador português enfatizou que o verdadeiro desafio está na formação dos atletas e na organização do calendário de jogos, apontando esses fatores como os principais obstáculos para o desenvolvimento do futebol local.

Jesus também defendeu a importância dos Campeonatos Estaduais, ressaltando que essas competições são fundamentais para o surgimento e crescimento de novos talentos brasileiros. Ele expressou a esperança de que essas competições continuem fortes, pois são cruciais para o progresso dos jogadores formados no Brasil.

Recentemente, foi aprovada uma proposta pelos clubes das Séries A e B do futebol brasileiro para reduzir gradualmente o número de atletas estrangeiros permitidos por equipe. A ideia é começar a limitar para oito jogadores a partir de 2027 e chegar a cinco até 2030, com o intuito de abrir mais oportunidades para os jogadores formados nas categorias de base.

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