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Irã rejeita acusações da Colômbia e anuncia medidas após ruptura diplomática

O Ministério das Relações Exteriores do Irã repudiou na sexta-feira (25) as alegações feitas pela Colômbia que serviram de justificativa para o corte das relações diplomáticas, e declarou que tomará as providências necessárias diante da postura que definiu como “injustificada e hostil” de Bogotá.

Em nota, a chancelaria iraniana rechaçou as acusações contra membros das forças armadas do país e afirmou que “nenhuma das justificativas apresentadas pelo governo colombiano para essa decisão tem validade ou coerência”. De acordo com Teerã, a decisão foi influenciada exclusivamente pelos governos de Israel e dos Estados Unidos.

O ministério também acusou o governo colombiano de sofrer influência de cartéis de drogas e de participar de redes de tráfico internacional de entorpecentes. “Essa forma hipócrita de transferir responsabilidades não dispensa o governo colombiano de sua obrigação internacional por sua participação no envio de grandes quantidades de drogas a várias partes do mundo, inclusive para o Irã“, declarou.

Teerã mencionou uma recente apreensão de 55 quilos de cocaína com origem colombiana na capital do país e alegou que a carga teria sido despachada por uma rede associada a indivíduos influentes na Colômbia. O governo iraniano solicitou a cooperação de Bogotá para identificar os responsáveis.

A Colômbia comunicou o rompimento das relações diplomáticas com o Irã, acusando o país de manter vínculos com grupos ligados ao terrorismo e narcoterrorismo, além de classificar a Guarda Revolucionária Islâmica iraniana como uma organização terrorista.

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Bombardeios entre Rússia e Ucrânia deixam pelo menos sete mortes

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Pelo menos sete indivíduos perderam a vida devido a ataques aéreos realizados pela Rússia e Ucrânia em ambos os territórios neste sábado (26), conforme reportado por autoridades oficiais.

A Rússia tem ampliado seus ataques sobre a capital ucraniana, Kiev, especialmente nos últimos meses, com incidentes inclusive durante o dia.

O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, comunicou que duas pessoas morreram em Zaporizhzhia, no sul do país. Ao mesmo tempo, as autoridades de Sumy (nordeste), uma cidade próxima à Rússia, relataram duas mortes em um ataque que também deixou uma criança ferida.

Um número considerável de pessoas ficou ferido em Kiev, onde um edifício residencial foi atingido, um dia após bombardeios que causaram sete mortos na capital.

Anastasia Grigorovich, residente do prédio atingido, disse que acordou muito cedo devido ao impacto: “a janela caiu sobre nós”. Ela afirmou à AFP que é um milagre que ninguém tenha se ferido.

Também neste sábado, a Ucrânia atacou o território russo. Conforme Zelensky, as forças ucranianas atingiram uma refinaria de petróleo no sul da Rússia, na região de Krasnodar, além de uma usina que abastece as forças ocupantes na vizinha região de Rostov.

Autoridades de Krasnodar informaram que três pessoas morreram em ataques realizados por drones ucranianos.

O presidente russo, Vladimir Putin, até o momento recusou negociações diretas com seu homólogo ucraniano para finalizar o conflito iniciado pela invasão da Ucrânia pela Rússia em fevereiro de 2022. Depois de mais de quatro anos e meio, essa guerra se tornou a mais letal no continente europeu desde a Segunda Guerra Mundial.

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Número de mortos sobe para seis em desabamento de prédio em Atenas

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Seis pessoas que estavam desaparecidas foram encontradas sem vida neste sábado (26) sob os escombros de um edifício que desabou na sexta-feira no centro histórico de Atenas, segundo informaram os serviços de emergência da Grécia.

As vítimas estavam desaparecidas desde a manhã de sexta-feira, quando um prédio de dois andares desmoronou. Entre elas estão quatro turistas americanos que estavam hospedados em um apartamento turístico e um casal de idosos, um britânico e uma grega, conforme informou a emissora pública ERT.

Mathaios Artavanis, proprietário do apartamento no térreo que não estava presente no momento do acidente, declarou ao jornal Kathimerini que tentou contato com o casal de idosos sem sucesso.

A família de turistas, que tinha previsão de saída por volta das 11h00 da manhã, não realizou o check-out nem embarcou no voo de retorno aos Estados Unidos, segundo o jornal na sexta-feira.

A explosão ocorreu durante a madrugada de sexta-feira no bairro histórico de Plaka, em Atenas, muito próximo da Acrópole. A possível causa foi um vazamento de gás, segundo o prefeito Haris Doukas.

A operação de resgate continuava neste sábado, com escavadeiras removendo os escombros e o uso de câmeras térmicas para ajudar na localização das vítimas.

De acordo com o prefeito de Atenas, dois edifícios próximos apresentaram risco estrutural e estão sendo avaliados para decidir se poderão permanecer de pé ou se precisam ser demolidos.

Cerca de 30 socorristas e três cães farejadores estavam trabalhando no local, conforme relatado pela agência de notícias grega ANA.

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EUA e China criam canal direto para tratar incidentes com IA

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Estados Unidos e China vão estabelecer um canal direto para comunicar-se sobre casos envolvendo inteligência artificial (IA), anunciou a Casa Branca nesta sexta-feira (25).

Os presidentes Donald Trump e Xi Jinping se reuniram em uma cúpula dedicada aos desafios da inteligência artificial, uma tecnologia que desperta preocupação até entre seus próprios criadores pelo perigo de que escape ao controle.

As duas nações acordaram criar o “Diálogo Estados Unidos-China sobre Superinteligência (SI)” para compartilhar visões sobre os potenciais riscos e vantagens da IA, além de firmar o compromisso de ativar um “canal bilateral de comunicação” para lidar com incidentes relacionados, segundo comunicado da Casa Branca.

De acordo com Washington, os líderes decidiram utilizar o termo superinteligência (SI) em vez de inteligência artificial (IA). A próxima reunião está agendada para novembro.

Antes do encontro, Trump destacou sua preferência por manter a inteligência artificial “do jeito que está”, referindo-se ao andamento das pesquisas nessa área.

Xi Jinping adotou uma postura mais conciliadora, afirmando que Estados Unidos e China devem preservar uma relação sem disputas ou confrontos, e que a inteligência artificial deve continuar sob o controle humano.

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