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Esporte

Corinthians registra déficit de 32 milhões em julho e prejuízo anual chega a 278 milhões

O Corinthians enfrentou um prejuízo total de R$ 278,7 milhões desde o começo do ano. Somente no mês de julho, o clube apresentou um déficit de R$ 32,6 milhões. Essa situação financeira delicada foi intensificada pela menor arrecadação com transferências de jogadores.

A diretoria previa receber cerca de R$ 150 milhões com vendas na primeira janela de transferências, mas optou por manter os atletas para focar na disputa da Libertadores. Estes dados constam no balanço financeiro do clube referente ao período considerado.

Apesar da situação negativa, o Corinthians conseguiu manter uma boa arrecadação. De janeiro a julho, a receita operacional líquida foi de R$ 448,8 milhões, superando em R$ 75,6 milhões o orçamento previsto. Entretanto, os gastos com pessoal foram altos, atingindo R$ 327,4 milhões – R$ 42,5 milhões acima da estimativa –, o que impactou o resultado final.

Uma parte significativa desses gastos decorre de pagamentos que vinham do ano anterior. O clube desembolsou R$ 32,5 milhões em bônus para o elenco profissional pela conquista da Copa do Brasil de 2025. Esse valor foi registrado na folha de pagamento em janeiro e está sendo quitado em parcelas ao longo do ano.

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Esporte

Sport busca encerrar série de cinco jogos sem vitória fora de casa

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Precisando se recuperar rapidamente na disputa da Série B, o Sport precisará superar um recente desafio para garantir os três pontos contra o Athletic, na próxima quinta-feira (01), em São João Del-Rei, Minas Gerais. Nas últimas cinco partidas fora de casa, o Leão acumulou derrotas, apresentando uma queda significativa no desempenho como visitante.

Em determinado momento da atual Série B, grande parte dos pontos conquistados pelo Sport veio dos jogos fora de casa, enquanto o time teve dificuldades para somar pontos na Ilha do Retiro. O Rubro-negro chegou a estar entre os visitantes com melhor desempenho na Série B até o início do segundo turno.

No começo de agosto, o histórico era de quatro vitórias, quatro empates e três derrotas em 11 jogos fora de casa. Em 8 de agosto, em Goiânia, o Sport venceu o Vila Nova, líder da Série B, por 1×0, na 21ª rodada.

Na última vitória do Sport como visitante, Gilmar Dal Pozzo ainda comandava a equipe e o lateral-esquerdo Felipinho não tinha sofrido uma lesão grave no tornozelo esquerdo.

Desde então, o Leão perdeu nas cinco partidas seguintes fora de casa: Avaí 2×1 Sport; Novorizontino 2×1 Sport; Ceará 2×1 Sport; CRB 2×1 Sport; e Náutico 3×1 Sport.

Atualmente, o Sport ocupa a 12ª posição em desempenho fora de casa com um aproveitamento de 35,56%.

Após a derrota no Clássico dos Clássicos no último sábado (26) por 3×1, o Sport enfrenta um cenário complicado. A distância para o Atlético-GO, que está na sexta posição, é de cinco pontos. Segundo a análise do Chance de Gol, o Leão tem apenas 6.8% de chance de avançar aos play-offs da Série B.

Confrontos contra o Athletic

O histórico de jogos entre Sport e Athletic é relativamente recente, com apenas dois encontros na temporada atual. Pela Copa do Brasil, em março, o time de Minas Gerais venceu por 3×1 na Ilha do Retiro, eliminando o Sport da competição. Em junho, pelo primeiro turno da Série B, as equipes empataram em 1×1.

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Esporte

Náutico não vence Fortaleza como visitante desde 1965

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Superar o Fortaleza fora de seus domínios não será relevante para o Náutico apenas porque o Leão está atualmente na segunda colocação da Série B do Campeonato Brasileiro ou pela chance do Timbu garantir praticamente sua permanência na divisão. Existe também outra questão em pauta: a quebra de um tabu histórico.

A última e única vitória do Náutico contra o Fortaleza jogando fora de casa ocorreu em 1965, na Taça Brasil daquele ano, com o Timbu vencendo o Leão por 3 a 2. Bita, Nino e Lala, cada um, marcaram para os alvirrubros, enquanto Croinha anotou os dois gols dos cearenses. Desde então, não houve mais conquistas do Náutico longe do seu estado.

Nos 12 encontros seguintes, o Fortaleza saiu vitorioso em oito partidas, enquanto quatro terminaram empatadas. O confronto mais recente ocorreu em 2023, pela Copa do Nordeste, com vitória do time cearense por 2 a 1.

Náutico e Fortaleza se enfrentam nesta sexta-feira (2), às 21h35, no Castelão. O Timbu ocupa a 14ª posição na Série B, acumulando 41 pontos. Para romper o tabu e superar o adversário, o time pernambucano aposta na recuperação da confiança após sua vitória contra o Sport no Clássico dos Clássicos, além da chegada do treinador Bruno Pivetti.

De acordo com o lateral-direito Arnaldo, “O Náutico merece grandes conquistas e pensamos jogo a jogo. O professor está estudando o Fortaleza. Conhecemos a força deles atuando em casa e sabemos que eles vêm de um empate e vão lotar o Castelão. Vamos nos preparar bem durante a semana para fazer uma ótima partida.”

Já o zagueiro Betão destacou que o Náutico mantém a esperança de alcançar o G6. Atualmente, está a oito pontos do sexto colocado, Atlético-GO, que soma 49 pontos.

“Sabemos que poderíamos estar em posição melhor, pois mostramos durante a competição que temos capacidade para lutar nas primeiras posições. Em alguns momentos faltou mais regularidade e deixamos pontos importantes pelo caminho, mas o campeonato ainda está em aberto e, enquanto houver chance, vamos batalhar. Nosso objetivo é terminar da melhor forma e alcançar essa vaga no G6. Acreditamos no grupo e sabemos da necessidade de fazer nossa parte dentro de campo”, afirmou.

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Esporte

Felipe Melo diz que Messi é o melhor jogador e quer ganhar Champions e Libertadores como técnico

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Felipe Melo, ídolo de clubes como Palmeiras e Fluminense no Brasil, e com vasta trajetória no futebol europeu, participou de um evento na Argentina nesta terça-feira, onde abordou vários assuntos. Durante sua fala, ele expressou sua aspiração de se tornar treinador no futuro e destacou o camisa 10 Lionel Messi como o maior jogador de todos os tempos.

“Não tive a oportunidade de ver Pelé jogar. Tenho o Zico, um dos meus ídolos, mas também não o vi jogar ao vivo. Sou admirador do Messi e, para mim, ele é o melhor da história. Em segundo lugar, poderiam estar o Ronaldinho, o Maradona ou o Cristiano Ronaldo“, explicou Felipe, que considerou o astro do Inter Miami como favorito ao prêmio Bola de Ouro.

Ele comentou ainda sobre outros jogadores, destacando que poderia citar Raphinha, que teve uma boa temporada no Barcelona, mas sem impacto na seleção brasileira na Copa; Mbappé, que marcou muitos gols pelo Real Madrid, mas não conquistou títulos; ou Lamine Yamal, jovem promissor da Espanha que não teve a mesma atuação na Copa que Messi. Por isso, para ele, o argentino merece ser o vencedor.

Na ocasião, o atual comentarista também falou sobre seus planos profissionais e revelou sua intenção de seguir carreira como treinador. Ambicioso, Felipe Melo traçou metas ousadas para sua nova função.

“Pretendo conquistar a Champions League, a Libertadores e a Copa do Mundo como treinador. É uma questão de tempo, pode levar cinco ou dez anos”, afirmou. Para alcançar esses objetivos, ele pretende se inspirar no estilo de Pep Guardiola, multicampeão e que atualmente está em descanso após sair do Manchester City.

“No meu time, os jogadores precisarão ter coragem para jogar e paixão pelo que fazem. Gosto de uma forma de jogar semelhante à de Guardiola, pois temos muita afinidade tática”, explicou o ex-jogador, que defendeu a seleção brasileira na Copa de 2010, realizada na África do Sul.

O evento também abordou o momento atual da seleção brasileira e a atuação do técnico Carlo Ancelotti. Embora reconheça o italiano como um dos melhores treinadores do mundo, Felipe Melo não poupou críticas ao comandante da seleção.

“O Brasil talvez tenha o melhor treinador da história, ou esteja entre os três melhores. Mas o país tem seu próprio estilo de jogo, diferente do que os italianos possuem. Quando o time se adapta e começa a vencer, as críticas cessam, mas quando começam os resultados ruins, as reclamações aparecem. Acredito que ele (Ancelotti) está muito aquém do que podemos alcançar”, opinou.

Felipe Melo usou a forma como o Brasil foi eliminado na última Copa para destacar que muitas mudanças são necessárias para que a seleção recupere seu prestígio mundial.

“Jogamos uma partida crucial contra a Noruega, que nunca conquistou títulos importantes, e permitimos que eles dominassem a posse de bola. É preocupante sentir medo ao enfrentar uma equipe como a Noruega. Isso é algo grave para o futebol brasileiro”, concluiu.

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