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Esporte

Brasil empata com Austrália no último minuto em amistoso pós-Copa

No primeiro jogo após a Copa do Mundo, a seleção brasileira teve uma apresentação abaixo do esperado, conseguindo apenas um empate por 1 a 1 com a Austrália, gol marcado no último instante da partida disputada nesta sexta-feira em Townsville.

O treinador Carlo Ancelotti manteve a formação com quatro atacantes, mas a equipe sentiu a falta de criatividade no meio-campo e contou com desempenhos técnicos fracos de jogadores importantes como Vini Jr. e Endrick. Além disso, não conseguiu aproveitar o bom momento de Raphinha, artilheiro no Barcelona, e do veloz Estêvão, principal ameaça brasileira no confronto.

O atacante Rayan foi quem evitou a derrota, marcando de cabeça após escanteio já nos últimos momentos da partida.

O Brasil enfrentará novamente a Austrália na próxima terça-feira, dia 29, às 7h (horário de Brasília), em Brisbane. Ainda durante esta Data Fifa, a seleção terá um duelo inédito contra a Índia, em Calcutá, no dia 3 de outubro.

Ao contrário do que se esperava de um amplo domínio brasileiro, a Austrália controlou o jogo, criando chances principalmente em contra-ataques e escanteios. O goleiro Hugo Souza realizou uma defesa importante aos seis minutos em um chute de longa distância de Irankunda.

A seleção brasileira tentou avançar pelo meio, porém apostou em lançamentos longos que foram ineficazes contra a forte defesa australiana, que utilizou cinco jogadores na retaguarda.

Estêvão, retornando ao time após lesão que o afastou da Copa, fez a primeira tentativa brasileira aos 26 minutos, chutando de fora da área.

O atacante Endrick teve poucas oportunidades e enfrentou forte marcação da defesa adversária.

Os volantes Bruno Guimarães e Danilo demoraram a se encontrar em campo. Raphinha chegou a recuar para ajudar a conter o avanço australiano no meio.

Nos minutos finais do primeiro tempo, o Brasil melhorou ofensivamente, criando chances com Bruno Guimarães e Raphinha. Estêvão marcou um gol, mas ele foi anulado após falta do Bruno Guimarães na jogada, decisão confirmada pelo VAR.

Após o intervalo, o Brasil tentou pressionar mais, com roubadas de bola e jogadas rápidas, mas voltou a ter dificuldades em articular o meio-campo, com pouca movimentação ofensiva.

Vini Jr. teve mais um desempenho insatisfatório, sem conseguir repetir as boas atuações pelo Real Madrid.

Aos 17 minutos, Raphinha perdeu a melhor chance do time ao chutar fraco dentro da área, prejudicado pela má qualidade do gramado.

Carlo Ancelotti realizou mudanças: tirou Endrick para a entrada de Pedro, com a ideia de um atacante mais fixo na área; substituiu Bruno Guimarães por Douglas Luiz, da Juventus; e trocou Vini Jr. por Samuel Lino.

Logo após essas alterações, a Austrália marcou aos 22 minutos com Irankunda, que cobrou falta com categoria, apesar de ter dado a impressão de que o goleiro Hugo Souza poderia ter defendido.

Com a vantagem, os australianos se fecharam na defesa para segurar o resultado.

O técnico brasileiro aproveitou para promover as estreias do zagueiro Jair Cunha, do lateral-esquerdo Mauro Júnior e colocou o rápido atacante Rayan, que havia sido titular na Copa contra a Noruega.

Apesar de o estilo veloz de Rayan não ter combinado totalmente com a necessidade da seleção de um jogo mais rápido e com infiltração, ele brilhou ao marcar de cabeça o gol que garantiu o empate no último lance.

Ficha Técnica

Austrália 1 x 1 Brasil

Austrália: Beach; Italiano (Geria), Circati, Souttar, Herrington e Behich; Irvine e Okon-Engstler (O’Neill); Metcalfe (Younis), Irankunda (McGree), Yengi. Técnico: Tony Popovic

Brasil: Hugo Souza; Matheuzinho, Marquinhos, Vitor Reis (Jair Cunha) e Douglas Santos (Mauro Júnior); Danilo e Bruno Guimarães (Douglas Luiz); Estêvão (Rayan), Raphinha, Endrick (Pedro) e Vini Jr. (Samuel Lino). Técnico: Carlo Ancelotti.

Árbitro: Ryo Tanimoto (Japão). Gols: Irankunda aos 22 e Rayan aos 49 do segundo tempo. Cartão amarelo: Irvine (Austrália). Renda e público: não divulgados. Local: Queensland Country Bank Stadium, Townsville (Austrália).

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Esporte

Atleta do Português será porta-bandeira do Brasil no encerramento de Santa Fé 2026

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Vinícius Teixeira, destaque do handebol nos Jogos Sul-Americanos de 2026, é pivô da seleção brasileira e do Clube Português do Recife. Ele foi escolhido para ser um dos porta-bandeiras da delegação brasileira na cerimônia de encerramento, que acontecerá no sábado (26), em Santa Fé, Argentina. A canoísta Omira Maria também terá a honra de representar o país durante o evento.

A decisão foi comunicada pela chefe de missão do Time Brasil, a pernambucana Yane Marques. Ela afirmou: “Posso afirmar com muita certeza: eles jamais esquecerão este momento. É um convite especial e deles mereceram. Vão representar o Brasil e todos os atletas brasileiros presentes na competição, bem como aqueles que já retornaram ao país.”

Com 38 anos, Vinícius encerra sua participação nos jogos com uma sólida trajetória de mais de dez anos na seleção nacional. Já Omira vive um momento de destaque internacional, saindo de Santa Fé com três medalhas de ouro. Mesmo com trajetórias distintas, ambos se unem em um dos momentos mais significativos da presença brasileira na competição.

Veterano do handebol brasileiro, Vinícius participou de Campeonatos Mundiais, conquistou medalhas em Jogos Pan-americanos e competiu nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Em Santa Fé 2026, ele atuou como capitão de uma equipe jovem que está ganhando experiência em jogos sul-americanos e por sua liderança em quadra.

Vinícius expressou sua emoção: “Não esperava, mas estou muito honrado. Forçam 16 anos representando o Brasil, desde as categorias de base até a seleção adulta. Nada é mais especial do que ser convidado assim, de surpresa! Estarei lá, representando essa nova geração com um futuro promissor. Espero que eles também sirvam o Brasil tão bem quanto eu servi. Muito obrigado pelo convite.”

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Esporte

Brasileiro Feminino: Corinthians e São Paulo confirmam domínio paulista

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A final da Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino reúne novamente Corinthians e São Paulo, reforçando a presença marcante de clubes paulistas desde a criação da competição em 2013.

Desde a primeira edição, ao menos um time do estado de São Paulo sempre marca presença na decisão. A final deste ano é a nona vez em que a dupla paulista disputa o título em conjunto.

Conhecido como Majestoso, o clássico terá o primeiro confronto no sábado (26), às 16h30, na Neo Química Arena, com transmissão ao vivo pela TV Brasil a partir das 16h10.

A partida de volta está marcada para o sábado seguinte (3), no mesmo horário, no Morumbi, também com transmissão pela emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Corinthians é o maior vencedor, com sete títulos, seis deles consecutivos, chegando à sua décima final consecutiva. As Brabas participaram 11 vezes, ficando fora da final apenas em 2016, quando competiam como Corinthians/Audax, devido a uma parceria com o clube de Osasco.

São Paulo está em sua segunda decisão, tendo sido vice em 2024 depois de perder os dois confrontos para o Corinthians, que venceu 3 a 1 no Morumbi e 2 a 0 na Neo Química Arena. O time estreou na elite em 2020 e ainda conquistou quatro colocações entre os quatro primeiros até 2025.

Histórico de disputas

Esta não é a primeira decisão entre as equipes no futebol feminino; ao todo, elas já se enfrentaram em cinco finais, abrangendo três competições diferentes.

Corinthians lidera o histórico, tendo conquistado títulos paulistas em 2019 e 2021 sobre o São Paulo. Em 2022, o Tricolor venceu a Supercopa do Brasil nos pênaltis após empate sem gols no tempo normal.

Sete jogadoras que disputaram a final brasileira de dois anos atrás continuam no Corinthians, incluindo Nicole, Érika, Duda Sampaio, Gabi Zanotti, Vic Albuquerque e Jaqueline. A atacante Ariel Godoi, que marcou naquela decisão defendendo o São Paulo, hoje joga pelas Brabas.

No atual elenco do São Paulo, jogadoras como Carlinha, Bia Menezes, Robinha, Aline Milene, Camilinha, Duda Serrana e Isa estiveram em campo na final de 2024, sob comando do técnico Thiago Viana.

Escalações e expectativas

No próximo confronto, o Corinthians não contará com Thaís Regina, suspensa após expulsão na semifinal contra o Bahia. A escalação pode ter a defesa reforçada por Agustina Barroso, que se recupera de lesão.

A provável formação das Brabas inclui Nicole; Érika (ou Agustina Barroso), Thaís Ferreira, Ddua Mineira; Gi Fernandes, Duda Sampaio, Vic Albuquerque, Gabi Zanotti e Tamires; Jhonson e Belén Aquino.

Já o São Paulo, com força máxima, mantém a equipe que venceu o Flamengo e garantiu a vantagem de decidir a volta em casa. A escalação deve ser: Carlinha; Bruna Calderan, Tayla, Carol Gil, Bia Menezes; Robinha, Aline Milene, Karla Alves; Vi Amaral, Isa e Serrana.

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Principais títulos do City no período sob investigação

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Enquanto o futebol de clubes está suspenso devido à data FIFA, o Manchester City domina as notícias na Europa. Desde fevereiro de 2023, o clube está sob investigação por supostas infrações financeiras cometidas entre 2009 e 2018. De acordo com o jornal The Athletic, um suplemento esportivo do The New York Times, o clube deve ser considerado culpado na maioria das 115 acusações.

A Premier League ainda não divulgou o resultado oficial da investigação, enquanto o clube afirma que o processo está em andamento e mantido sob sigilo. A mídia britânica relata que outros clubes buscam reparações judiciais, enquanto o City se prepara para recorrer.

As possíveis penalidades incluem perda de pontos, multas e até rebaixamento. A investigação, iniciada oficialmente em setembro de 2024, analisou depoimentos até o final daquele ano. As acusações, negadas pelo Manchester City, envolvem violações do fair play financeiro tanto da Premier League quanto da UEFA, além de falhas na comprovação financeira e na cooperação em investigações prévias.

Títulos conquistados pelo Manchester City no período analisado

  • Premier League: três conquistas (2011/12, 2013/14 e 2017/18)
  • FA Cup (Copa da Inglaterra): uma conquista (2010/11)
  • Copa da Liga Inglesa: três conquistas (2013/14, 2015/16 e 2017/18)
  • Supercopa da Inglaterra: duas conquistas (2012 e 2018)
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