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Ataque a tiros perto de escola na Turquia deixa 11 feridos

O incidente ocorreu às 8h00 no horário local (2h00 em Brasília) na cidade de Turgutlu, localizada na província de Manisa, próxima à cidade turística de Izmir, segundo informações do governo local.

Tiroteios em instituições de ensino são eventos raros na Turquia, porém em abril, dois ataques desse tipo foram registrados na região sul do país, gerando grande comoção pública.

Onze estudantes ficaram feridos, sendo que dois deles apresentam estado grave. O jovem infrator que realizou o ataque foi rapidamente capturado e está sob custódia, conforme relatou em sua conta no X o ministro da Justiça, Akin Gurlek.

Durante a investigação, os pais e o avô do suspeito também foram detidos, de acordo com informações do ministro.

A identidade do atirador não foi divulgada oficialmente. A mídia local reportou que ele abriu fogo sem razão aparente antes de tentar fugir do local. Autoridades reforçaram as medidas de segurança ao redor da escola.

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Presidente do Irã alerta Trump: país nunca vai se ajoelhar

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O Presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, falou com firmeza nesta quarta-feira (23) durante seu discurso na ONU, sua primeira manifestação pública desde que os Estados Unidos e Israel iniciaram um conflito direto contra o Irã. Ele enviou uma mensagem clara para os EUA ao afirmar que Teerã jamais se submeterá.

Pezeshkian acusou também os Estados Unidos de praticarem “terrorismo” após o assassinato, ocorrido no final de fevereiro, do antigo líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.

Na véspera, o presidente dos EUA, Donald Trump, falou na mesma assembleia da ONU, em Nova York, mencionando a possibilidade de “aniquilar” o Irã. Porém, em seguida, destacou o progresso no diálogo entre Teerã e Washington.

Pezeshkian não comentou sobre as reuniões paralelas buscadas para resolver o conflito durante o encontro da ONU.

Ele declarou com firmeza que o presidente dos Estados Unidos deve entender que o povo iraniano ficará ainda mais resistente diante das sanções, das sanções, da pressão e da constante intimidação, enfatizando que nunca se curvarão ou se ajoelharão.

Além disso, Pezeshkian ressaltou que o governo do Irã não permitirá que o Estreito de Ormuz seja usado para ataques contra seu território.

“Não podemos permitir que alguns tenham passagem livre e usem essa via para defender seus interesses, enquanto a empregam para agredir nosso país”, afirmou o líder iraniano.

A ida de Pezeshkian à cúpula da ONU em Manhattan esteve incerta, devido à dúvida se os EUA lhe concederiam visto. No final, ele recebeu permissão, mas vários membros de sua delegação tiveram seus vistos negados.

Nos Estados Unidos, o aumento nos preços dos combustíveis ameaça o domínio dos republicanos no Congresso nas eleições de meio de mandato em novembro. O presidente Trump tenta atenuar o impacto doméstico do conflito iniciado em fevereiro.

Outro tema em destaque hoje é a inteligência artificial e seus perigos para a segurança mundial. O Conselho de Segurança realizará uma reunião às 15h00 (horário local), que contará com a presença de líderes da OpenAI, Anthropic e Hugging Face, que irão apresentar os riscos dessa tecnologia.

Diversos países, incluindo França, parceiros europeus e Canadá, defendem regular a IA. No entanto, Estados Unidos e China se opõem a qualquer interferência no desenvolvimento da tecnologia.

Além disso, a guerra da Rússia contra a Ucrânia será mais uma vez tema da diplomacia internacional. Está marcada uma reunião do Conselho de Segurança sobre o conflito, além do discurso do presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, à tarde.

Após uma reunião com Donald Trump na terça-feira, Zelensky declarou que tanto Washington quanto Kiev desejam encerrar a guerra com a Rússia nos próximos meses. Ele também afirmou estar disposto a suspender ataques contra instalações energéticas russas caso Moscou aceite fazer o mesmo.

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Harvey Weinstein é condenado a 15 anos de prisão por agressão sexual

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O ex-produtor de cinema Harvey Weinstein foi sentenciado nesta quarta-feira (23) a 15 anos de reclusão em Nova York após um novo julgamento pelo caso de agressão sexual contra uma ex-assistente de produção.

Weinstein, 74 anos, forçou Miriam Haley a realizar sexo oral em 2006. Haley é uma das muitas mulheres que moveram processos contra o fundador da Miramax, produtora responsável por filmes como “Pulp Fiction” e “Shakespeare Apaixonado”.

O ex-astro de Hollywood recebeu, em 2020, uma sentença de 23 anos de prisão por este crime, mas a decisão foi anulada quatro anos depois por um tribunal de apelações devido a questões processuais.

Em um novo julgamento que ocorreu em junho do ano passado, Weinstein foi novamente considerado culpado.

Durante a sessão lotada em Nova York, que contou com a presença de jornalistas, público e a própria Haley, o condenado pediu clemência.

“Não sou violento, por favor, tenham piedade”, declarou Weinstein, que estava em uma cadeira de rodas devido a problemas de saúde.

“Peço desculpas sinceras a todos que magoei”, completou.

Os promotores solicitaram uma pena de 20 anos, enquanto os defensores alertaram que uma sentença mais longa poderia resultar na morte de Weinstein na prisão.

Haley relatou ao tribunal que desde a agressão sofre com transtorno de estresse pós-traumático e viveu uma

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Cuba responde a Trump na ONU reafirmando sua independência

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O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, respondeu ao discurso proferido na terça-feira (22) pelo presidente dos EUA, Donald Trump, durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

Em sua conta no X, Rodríguez afirmou que o governo norte-americano não consegue reconhecer que Cuba é e tem o direito de ser um país completamente independente e soberano.

“Nenhuma das inverdades ditas pelo presidente dos EUA na ONU, nem qualquer acusação, podem negar essa realidade”, destacou o ministro.

Rodríguez reforçou que Cuba não representa risco algum para os EUA ou para qualquer outra nação. “O embargo econômico, incluindo o cerco energético, é que ameaça Cuba e outras nações. Trata-se de um ato de genocídio e punição coletiva”, argumentou.

A delegação cubana se retirou da sessão da Assembleia Geral da ONU no momento em que Trump começou a mencionar Cuba em seu discurso, classificando o país como um Estado “fracassado”.

Trump afirmou que o regime castrista cairá e que estaria disposto a usar a força contra países da América Latina.

Mais tarde, países latino-americanos alinhados aos EUA na aliança denominada Escudo das Américas anunciaram sanções conjuntas contra organizações criminosas da região, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

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