Conecte Conosco

Notícias

Lula conversa com Dino do PA sobre projeto de avaliação de hospitais privados

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou em contato com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, durante uma visita a Belém (PA) nesta segunda-feira (28). Lula buscava discutir o projeto que estabelece critérios para avaliar a qualidade dos serviços de saúde oferecidos pela iniciativa privada. Contudo, mesmo com as tentativas do presidente, a ligação caiu e o diálogo não foi concluído.

O projeto tem como objetivo verificar se os hospitais privados atendem aos padrões de qualidade estabelecidos, estendendo essas normas também às unidades públicas. Instituições que não seguirem as regras poderão ser multadas em valores que variam de R$ 5 mil a R$ 500 mil.

Flávio Dino apresentou essa proposta após passar por uma experiência pessoal dolorosa em 2012, quando seu filho, de 13 anos, faleceu em decorrência de uma crise de asma enquanto estava internado em Brasília. Ele e sua ex-esposa relataram atendimento inadequado, e no ano passado o casal obteve uma sentença judicial que resultou em uma indenização de R$ 1,2 milhão.

Publicidade
Clique aqui para comentar

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Disputa sobre Nossa Senhora Aparecida movimenta fim da campanha eleitoral

Por

Uma controvérsia em torno de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, está agitando a campanha eleitoral a seis dias da votação. O tema destaca a competição entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seu oponente Flávio Bolsonaro (PL) pela preferência do eleitorado cristão do país.

No domingo (27), Lula mencionou circulações nas redes sociais sugerindo que Flávio Bolsonaro pretendia retirar da santa católica a condição de padroeira nacional. O candidato de direita refutou a acusação.

O Brasil possui a segunda maior população cristã do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, conforme estudo do Pew Research Center divulgado em 2025.

De acordo com o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente 86,9% da população brasileira se identifica como cristã, sendo 56,75% católicos e 26,9% evangélicos, grupo que tem crescido rapidamente nos últimos anos.

“Mexer com Nossa Senhora Aparecida não é aceitável (…) Não sei se isso é fake news, o fato é que essa ideia está fortemente presente nas redes sociais. (…) Ela continuará sendo padroeira do Brasil porque o povo brasileiro quer e acredita”, afirmou Lula em entrevista à Band.

Essa declaração ocorreu após Flávio negar qualquer plano para retirar o título da santa, acusando o governo de espalhar desinformação.

“Todos sabem que sou uma pessoa que respeita todas as religiões”, declarou ele.

Pesquisa do instituto Quaest mostra que, entre os católicos, 48% pretendem votar em Lula, contra 29% em Bolsonaro. Entre os evangélicos, a tendência é inversa: 46% apoiam o candidato de direita e 27% optam por Lula.

A controvérsia teve início após reportagens indicando uma suposta preocupação da Igreja Católica com o status da santa.

Simpatizantes da esquerda trouxeram à tona nas redes sociais um projeto arquivado de 2007, apresentado pelo então deputado federal Victorio Galli (PP-MT), que visava tirar o título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida. O projeto foi arquivado em 2008. Em 2019, Galli foi nomeado assessor especial da Presidência durante o governo de Jair Bolsonaro.

Rapidamente, surgiram rumores sobre possíveis intenções atuais de Flávio Bolsonaro, embora ele não tenha se manifestado publicamente sobre o assunto.

Lula mantém ligeira vantagem nas pesquisas para o primeiro turno em 4 de outubro, mas aparece empatado com Flávio em um eventual segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Continuar Lendo

Economia

Preço do petróleo varia devido à incerteza diplomática no Oriente Médio

Por

Um aumento significativo seguido por uma queda e, por fim, um fechamento com leve alta marcaram a oscilação dos preços do petróleo nesta segunda-feira (28), influenciados pelos anúncios sobre possíveis negociações entre Washington e Teerã.

O barril de Brent do Mar do Norte para novembro avançou 0,92%, alcançando 105,28 dólares.

Já o barril de West Texas Intermediate (WTI) para o mesmo mês teve alta de 0,21%, chegando a 92,60 dólares.

A diferença entre os preços dessas duas referências decorre do maior risco logístico enfrentado pelo Brent no cenário internacional, enquanto o WTI é mais influenciado pelo mercado americano.

David Morrison, analista da Trade Nation, afirmou que os investidores permanecem “vigilantes”.

No início da sessão, o mercado demonstrou preocupação após o presidente americano, Donald Trump, rejeitar o plano do Irã de reabrir o estratégico Estreito de Ormuz em sete dias, mantendo o tráfego quase paralisado.

Contudo, Trump mencionou no domingo à imprensa Axios que espera a retomada dos diálogos com Teerã em breve.

Mais tarde, a agência estatal iraniana Irna informou que a delegação do Irã em Nova York, retornando a Teerã na terça-feira, não tem prevista uma nova reunião com representantes americanos, mas o chanceler iraniano se encontrará com o mediador do Catar, conforme noticiado por outra agência estatal.

Tamas Varga, analista da PVM, comentou que o contato direto e a falta de um cronograma confiável para um acordo elevam os preços do petróleo. Por outro lado, a possibilidade de diálogo tranquiliza o mercado.

Os valores permanecem abaixo das máximas alcançadas no início do conflito no Oriente Médio.

No curto prazo, não se prevê queda nos preços, alertou Gregory Brew, do Eurasia Group.

Continuar Lendo

Mundo

Preço do petróleo varia devido a incertezas diplomáticas no Oriente Médio

Por

O preço do petróleo apresentou variações significativas nesta segunda-feira (28), refletindo a incerteza gerada pelas notícias sobre possíveis negociações entre Washington e Teerã.

O barril de Brent do Mar do Norte para novembro teve um aumento de 0,92%, atingindo 105,28 dólares.

Já o barril do West Texas Intermediate (WTI), com entrega para o mesmo período, subiu 0,21%, ficando a 92,60 dólares.

Essa diferença ocorre porque o Brent está mais suscetível a riscos globais de logística, enquanto o WTI é mais influenciado pelo mercado americano.

David Morrison, analista da Trade Nation, comentou que os investidores permanecem atentos.

Na abertura do dia, os mercados demonstraram preocupação com a recusa do presidente americano, Donald Trump, em aceitar um plano proposto pelo Irã para reabrir o estratégico Estreito de Ormuz dentro de uma semana, onde o tráfego continua quase parado.

No entanto, Trump afirmou no domingo à Axios que espera a retomada das conversações com Teerã em breve.

Posteriormente, a agência estatal iraniana Irna informou que a delegação iraniana em Nova York, que retornará à Teerã na terça-feira, não planeja novas reuniões com autoridades americanas neste momento.

Mas o chanceler do Irã terá um encontro com o mediador do Catar, conforme reportado por outro veículo estatal.

Tamas Varga, analista da PVM, destacou que a proximidade do encontro direto e a falta de um cronograma confiável para um acordo impulsionam o aumento dos preços do petróleo. Ao mesmo tempo, a expectativa por um diálogo ajuda a tranquilizar os mercados.

Os valores ainda estão abaixo dos picos registrados no início do conflito no Oriente Médio.

Gregory Brew, do Eurasia Group, ressaltou que não se prevê uma queda significativa no curto prazo.

Continuar Lendo

Trending