Cultura
Mãe de Mel Maia, Débora Maia, é encontrada morta em casa nesta sexta-feira
Débora Maia, mãe da atriz Mel Maia, faleceu na sexta-feira (28/11) aos 53 anos, no Rio de Janeiro. A confirmação do falecimento da empresária foi feita nas redes sociais pela própria equipe da atriz por meio de um comunicado.
Débora também era mãe de Yasmin Maia.
De acordo com informações do portal Metrópoles, Débora Maia foi encontrada sem vida pela empregada em sua residência na zona sudoeste do Rio de Janeiro. No sábado (29), será realizada a cerimônia de velório e cremação no Crematório da Penitência, localizado no bairro do Caju, na capital. O velório tem início às 12h15, seguido da cremação às 15h15.
Em nota oficial, a artista expressou:
“É com grande tristeza que comunicamos o falecimento de Débora Maia, mãe da atriz Melissa Maia. Neste momento tão difícil e de tristeza, pedimos aos fãs, imprensa, amigos e colaboradores que respeitem a necessidade de privacidade e recolhimento da família. Agradecemos pela compreensão e pelo respeito neste período.”
Cultura
Disputa familiar envolvendo patrimônio de Dolly Parton e acusações contra sobrinho
Uma controvérsia relacionada ao patrimônio e às atividades empresariais de Dolly Parton veio à tona nesta terça-feira, após o antigo agente da cantora fazer graves acusações contra seu sobrinho, Bryan Seaver. Ele é acusado de intimidar, ameaçar e extorquir pessoas ligadas às empresas familiares. As denúncias fazem parte de um pedido de proteção legal apresentado no tribunal do condado de Davidson, em Nashville, Tennessee.
O litígio revela uma parte do conflito envolvendo os bens de Dolly Parton e empreendimentos como o parque Dollywood, o hotel SongTeller e o museu Life of Many Colors, cuja inauguração estava prevista para este mês.
Sobrinho ocupava cargo de segurança
Bryan Seaver, sobrinho de Dolly Parton, fazia parte da equipe responsável pela segurança da artista e de suas propriedades. Ele exercia o cargo de chefe de segurança e foi desligado da função na semana anterior à solicitação de tutela.
No mês anterior, Bryan Seaver divulgou um vídeo falso anunciando o falecimento de Dolly Parton por câncer.
De acordo com os documentos legais, as pressões e ameaças feitas por Seaver começaram pouco antes da data falsa comunicada sobre a morte da cantora e afetaram pessoas ligadas aos negócios familiares.
O processo judicial descreve o comportamento como “uma série contínua, intencional e alarmante de ameaças” que visam obter dinheiro do patrimônio de Dolly Parton.
Mensagens como prova
Entre as evidências apresentadas estão mensagens de texto atribuídas a Seaver. Em uma delas, dirigida a parceiros comerciais de Dollywood, ele teria proferido ameaças com palavras ofensivas, afirmando que se tornaria “a mão da retaliação para toda a minha família”.
Em outra conversa datada de 3 de setembro com um ex-advogado de Dolly Parton, Seaver se autodeclarou “assassino” e mencionou ter vendido US$ 27 milhões em armas e munições para a polícia do Haiti no dia anunciado da morte da tia, encerrando a mensagem com “Vamos jantar…”
Seaver não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário do jornal The New York Times, mas em declaração ao TMZ defendeu suas ações e afirmou estar comprometido com a proteção da família de Dolly Parton.
— Continuamos firmemente determinados a cumprir sua última vontade de proteger sua família, recusando-nos a ser intimidado por aqueles cuja conduta acreditamos ser maliciosa e visando lucrar com a vida de alguém que tanto contribuiu.
Pedido de proteção
A ação foi movida pela empresa She’s Alive, responsável pela supervisão dos negócios comerciais de Dolly Parton. A gestão da empresa cabe a Danny Nozell, antigo agente da cantora.
O advogado da She’s Alive preferiu não fazer comentários adicionais.
A solicitação busca impedir que Seaver tenha acesso às propriedades da companhia, contate funcionários ou se relacione com pessoas que realizam negócios com a empresa. Além disso, há uma ação por interferência ilícita contra ele, bem como um pedido de indenização não especificado.
Seaver e sua empresa de segurança externa foram responsáveis por um longo período pela proteção de Dolly Parton e suas propriedades. O processo destaca que há um motivo específico para a contratação de familiares: “era essencial para ela empregar membros da família quando tinham habilidades compatíveis com as necessidades dos negócios”.
Conforme a denúncia, Seaver alegava possuir ampla experiência militar e conexões internacionais. Sua equipe de segurança era descrita como “não convencional, mas uma força fortemente armada, semelhante a uma unidade paramilitar”.
A operação contava com dezenas de funcionários e acesso a armamentos militares.
Reações na equipe
Segundo a acusação, Danny Nozell e outros parceiros comerciais manifestaram inquietação após Seaver começar a fazer exigências.
Um advogado que defendia o patrimônio e o fundo fiduciário da cantora renunciou após receber ligações com o que foi descrito como “ameaças perturbadoras e sinistras”.
O processo relata que alguns funcionários pediram demissão e outros contrataram segurança privada.
As mensagens apresentadas mostram ainda que Seaver planejava lançar um podcast para criticar as relações comerciais de Dolly Parton.
Ele teria escrito: “Vou criar um podcast para destruir as parcerias de marca de Dolly e revelar as violações cometidas contra nós”. Em seguida, acrescentou: “Vai ser excelente”. Por fim, finalizou a exigência com “Ou me paguem”, acompanhada de uma expressão vulgar.
Cultura
Thiago Lacerda recorda comparação com Tarcísio Meira e divertida “perseguição” a atores veteranos
Thiago Lacerda compartilhou que, quando tinha sete anos, uma professora o apelidou de Tarcísio Meira devido à semelhança entre eles. Anos depois, ao iniciar sua carreira na televisão, foi novamente comparado ao esposo de Glória Menezes.
Em entrevista ao videocast do Globo “Conversa vai, conversa vem”, disponível no Youtube e Spotify, o ator comentou sobre essa comparação e sobre ter trabalhado com Tarcísio Meira em duas novelas.
Uma infância marcada pela comparação
Desde pequeno, Thiago foi chamado assim por uma professora de matemática que, ao vê-lo pela primeira vez, afirmou: “Menino, você se parece muito com o Tarcísio Meira“. A partir desse dia, seu nome verdadeiro quase não foi mais usado.
Ele ressalta que essa comparação sempre foi algo agradável, trazendo orgulho e responsabilidade, e nunca um peso ou provocação. A conexão entre eles se fortaleceu quando Manoel Carlos os colocou em cena como pai e filho em “Páginas da Vida”, depois de já terem atuado juntos como antagonistas em “Beijo do Vampiro”.
Momentos marcantes em cena e na vida
Thiago recorda cenas especiais com Tarcísio e a amizade construída com a família, incluindo Glória Menezes. Ele fala também do carinho que compartilhavam, inclusive levando um leite com caramelo para as gravações, criando memórias afetivas.
Além disso, no cinema, interpretou o icônico Capitão Rodrigo, personagem que ficou marcado na carreira de Tarcísio. O ator lembra da emoção ao receber o apoio e incentivo do veterano antes de encarar esse papel.
Aprendizados com outros ícones do teatro e televisão
Thiago também revelou suas experiências enriquecedoras ao lado de outras lendas, como Mário Lago e Paulo Autran. Descreveu uma verdadeira “perseguição” divertida ao seguir Paulo pelo Projac para aprender com sua dedicação ao ofício.
Ele destaca o aprendizado adquirido com Paulo Autran no camarim, onde recebeu orientações valiosas para sua estreia como ator. Segundo Thiago, essas vivências foram fundamentais para sua formação, já que ele não tinha formação formal na profissão.
Gratidão pela trajetória
Hoje, Thiago Lacerda sente-se um privilegiado e grato pela maneira como sua carreira se desenvolveu, pelas oportunidades e pelo carinho recebido dos veteranos, o que considera um verdadeiro cuidado da vida.
Cultura
Zuenir Ventura: mestre das histórias sociais e políticas
O ano era 2018. Na 13ª edição do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Abraji, realizado em São Paulo, o jornalista e escritor Zuenir Ventura foi homenageado, assim como as cinco décadas do marcante ano de 1968, relatado em seu livro “1968 O Ano Que Não Terminou”.
Naquela época, com 87 anos, o mineiro que inicialmente desejava ser padre, tornou-se uma referência poderosa na comunicação, especialmente em temas políticos e sociais. Zuenir foi reverenciado por um público composto por profissionais, estudantes e admiradores, sendo membro da Academia Brasileira de Letras, ocupando cadeira sucedida por outro grande mestre, Ariano Suassuna.
Na terça-feira, 22 de setembro de 2026, dia que marca o início da primavera, foi registrado o falecimento de Zuenir Ventura, aos 95 anos, em sua residência no Rio de Janeiro, cidade que marcou sua trajetória pessoal e profissional.
Um contador de histórias transformador
Jornalista que comparava a liberdade ao ar que respirava, Zuenir valorizava o contato direto e olho no olho na profissão, e às vezes permitia que o silêncio respondesse por ele.
Com mais de 60 anos dedicados ao jornalismo, tinha o talento de converter acontecimentos em personagens, por meio de reportagens ou narrativas em livros.
Dentre suas obras marcantes no jornalismo estão “Cidade Partida”, que aborda a chacina de Vigário Geral no Rio de Janeiro e trata da desigualdade social e da violência urbana, temas constantes em seus escritos, e “Chico Mendes: Crime e Castigo”, sobre o assassinato do ativista ambientalista Chico Mendes, obra que lhe rendeu os prêmios Esso e Vladimir Herzog. Seu livro “1968 O Ano Que Não Terminou” é outra obra emblemática.
Recordações de 1968
O ano de 1968 foi marcado pela ditadura militar no Brasil, com o AI-5 que fechou o Congresso e impôs repressão e violência ao país, mas também por movimentos artísticos revolucionários, como a Tropicália e festivais de música.
Seu livro “1968: O Ano Que Não Terminou”, lançado em 1988, duas décadas após os eventos, tornou-se uma obra literária significativa e serviu de inspiração para a minissérie “Anos Rebeldes” (1992), escrita por Gilberto Braga, que trouxe à tona essa época dura para as novas gerações.
Em 2008, publicou “1968: O Que Fizemos de Nós”, uma espécie de continuação que revisita aquela década sob a ótica do legado deixado para aqueles que viveram aqueles acontecimentos.
No mesmo ano, a Organização das Nações Unidas (ONU) o reconheceu como um dos cinco jornalistas brasileiros que mais contribuíram para a defesa dos direitos humanos.
No encerramento de suas reflexões sobre o ano de 1968, Zuenir ressaltou a importância de lembrarmos os fatos não só como exemplo, mas sobretudo como uma lição que deve ser perpetuada.
Zuenir Carlos Ventura deixa esposa e os filhos, também jornalistas, Mauro e Elisa Ventura. O velório acontece no dia 23 de setembro na sede da Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro.
-
Cidades2 meses atrásLula Autoriza Curso Gratuito de Pilotagem de Drones para Comunidades do Rio
-
Cultura1 mês atrásLista dos Vencedores do Prêmio Jabuti Acadêmico 2026
-
Cultura9 meses atrásFestival PreAmp apresenta seis artistas escolhidos para a Mostra Musical 2026
-
Economia8 meses atrás36 Empresas Ligadas ao Setor Imobiliário Estão Sob Investigação por Empréstimos Suspeitos no Banco Master
-
Brasil8 meses atrásHinge busca crescer no Brasil focando em relacionamentos sérios
-
Cultura2 meses atrásVírus Carinhoso Lança Novo Álbum Inspirado na Memória e Ancestralidade
-
Economia8 meses atrásPetrobras corta preço da gasolina e pode aliviar inflação no curto prazo
-
Destaque2 meses atrásPolícia apreende mais de 50 kg de drogas em casa usada pelo tráfico em Petrolina
