Notícias
Leonardo perde peso após 20 dias sem álcool: quais bebidas têm mais calorias?
O sertanejo Leonardo, de 63 anos, conseguiu perder peso depois de passar 20 dias sem consumir bebidas alcoólicas. A mudança foi comemorada por sua esposa, Poliana Rocha, que ficou contente com os novos hábitos adotados.
“Vinte e um dias sem beber e eu estou muito feliz por você! Ver você enfrentando isso, ficando mais leve, mais jovem, mais saudável, me enche de orgulho. Eu sempre quis o melhor para você. Te amo”, escreveu ela.
Segundo a assessoria do Leonardo, a decisão de interromper o consumo de álcool ocorreu após exames de rotina identificarem uma alteração nos níveis de triglicerídeos, um tipo de gordura presente no sangue que serve como reserva de energia para o organismo.
“Por esse motivo, foi recomendada uma dieta, incluindo 30 dias sem bebidas alcoólicas. Logo, novos exames serão feitos para uma avaliação médica atualizada”, afirmou o comunicado.
Bebidas alcoólicas mais calóricas
- Whisky sour – 555 calorias
- Piña colada – 423 calorias
- Margarita – 321 calorias
- Taça de vinho tinto – 230 calorias
- Martini – 207 calorias
- Mojito – 203 calorias
- Gin tônica – 193 calorias
- Old Fashioned – 168 calorias
- Cerveja comum – 156 calorias
Economia
Economia global enfrenta desafios e mantém força em 2026, alerta OCDE
A economia global deverá mostrar maior resistência do que o previsto frente aos impactos da guerra no Oriente Médio, graças ao suporte governamental nos preços da energia e ao vigor dos investimentos em inteligência artificial (IA), informou a OCDE nesta quarta-feira (23). No entanto, a organização destacou que o cenário permanece repleto de incertezas.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico revisou para cima sua projeção de crescimento mundial para 2026, ajustando-a para 2,9% em seu relatório econômico trimestral.
Esse crescimento representa uma desaceleração em relação a 2025, que foi de 3,4%, principalmente devido ao aumento dos custos energéticos e à inflação que reduzem o poder aquisitivo.
A OCDE, sediada em Paris, apontou que, apesar da diminuição do ritmo, a economia global mostrou resiliência. Entre os fatores que sustentam essa resistência estão as intervenções governamentais específicas, o uso de fontes alternativas como o carvão, a produção ampliada nas economias do Golfo Pérsico e a liberação de reservas de petróleo.
Além disso, o dinamismo contínuo das atividades relacionadas à inteligência artificial contribui significativamente para a estabilidade econômica.
Para 2027, a estimativa de crescimento é ligeiramente menor, em 3%, beneficiada pela queda gradual dos preços dos combustíveis e pela desaceleração da inflação.
O relatório da OCDE destaca que a inflação deverá diminuir, influenciada principalmente pelo aumento das taxas de juros adotadas por diversos bancos centrais, como o Banco Central Europeu e o Federal Reserve dos Estados Unidos.
Ambiente de incerteza
Apesar das projeções positivas, a OCDE mantém cautela, salientando que o futuro econômico global depende muito da evolução do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, iniciado no final de fevereiro.
O conflito tem impactado o fornecimento de petróleo e gás, especialmente devido ao bloqueio do Estreito de Ormuz por Teerã, rota estratégica para o transporte de combustíveis.
Recentemente, o preço do barril de petróleo voltou a ficar abaixo dos 100 dólares, estimulando esperanças por avanços diplomáticos durante a Assembleia Geral da ONU em Nova York.
A OCDE elevou as previsões para o crescimento dos Estados Unidos (2,2% em 2026 e 2,1% em 2027), enquanto projeta uma desaceleração para a China, com crescimento de 4,5% em 2026 e 4,2% em 2027.
Na zona do euro, o crescimento permanece estável em 2026, estimado em 1%, impulsionado principalmente pela Alemanha (1,1%). A previsão para a França foi revista para baixo, para 0,4%.
América Latina diante dos desafios
Na América Latina, a OCDE prevê que a Argentina terá um crescimento menor, de 2,6% em 2026, após avançar 4,5% em 2025, com ligeira recuperação esperada em 2027 (3,0%). A inflação argentina deve acelerar para 30,8% neste ano, apesar dos desafios causados pelos elevados custos de energia e fertilizantes.
Por sua vez, as maiores economias regionais, México e Brasil, mostram melhor desempenho e conseguirão lidar com as pressões geopolíticas. O México deve crescer 1,5% em 2026 e 1,8% em 2027, enquanto o Brasil mantém crescimento estável em torno de 2% em 2026 e ligeira queda em 2027.
Um fator preocupante a nível global, incluindo a América Latina, são os eventos climáticos extremos. O fenômeno El Niño, considerado um dos mais intensos já registrados, deve atingir seu ápice no final deste ano e provocar efeitos até 2027.
A OCDE alerta que isso pode acarretar interrupções prolongadas no fornecimento de fertilizantes do Golfo e pressionar os preços dos alimentos para cima.
Essas condições podem comprometer a produção agrícola nas regiões mais vulneráveis, especialmente na América Latina, África e Ásia-Pacífico.
Economia
Mercados europeus estão estáveis com expectativa de acordo entre EUA e Irã e dados econômicos
As principais bolsas da Europa apresentam variações pequenas e se mantêm relativamente estáveis nesta quarta-feira (23), enquanto os investidores observam a possibilidade de um entendimento entre os EUA e o Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio, além de analisarem dados econômicos preliminares que indicam desempenho superior na zona do euro em comparação ao Reino Unido.
Por volta das 6h25, o índice Stoxx 600 da Europa mantinha uma leve queda de 0,02%, situando-se em 642,63 pontos.
Na véspera, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou ‘aniquilar’ o Irã caso não haja um acordo. Posteriormente, afirmou a jornalistas que líderes dos dois países tiveram ‘uma reunião muito produtiva’ durante a Assembleia Geral da ONU.
Pela manhã, o preço do petróleo teve oscilações discretas, com ligeira queda no WTI e aumento modesto no Brent.
Em termos macroeconômicos, o índice PMI composto da zona do euro subiu inesperadamente em setembro para 53,1, indicando uma expansão mais vigorosa da atividade econômica. Já o Reino Unido apresentou uma queda maior que a esperada, para 51,7.
Às 6h40, a Bolsa de Londres avançava 0,13%, enquanto Paris e Frankfurt recuavam 0,05% e 0,42%, respectivamente. Milão crescia 0,04%, e Madri e Lisboa apresentavam quedas de 0,39% e 0,31%.
No âmbito das ações, o banco UBS teve alta de 0,20% em Zurique, recuperando-se de perdas anteriores após a Câmara Alta do Parlamento suíço aprovar uma proposta que ameniza as novas exigências de capital para a instituição, rejeitando uma norma mais rígida prevista em projeto do governo.
Esporte
Bortoleto quer ser o maior campeão da Fórmula 1
O piloto brasileiro Gabriel Bortoleto expressou sua ambição de se tornar o maior vencedor da Fórmula 1 ao longo de sua carreira. Ele comentou seu desejo de atingir tal feito na principal categoria do automobilismo, destacando que seu foco atual é ajudar a equipe Audi durante o restante da temporada.
“Não quero parecer arrogante, pois não sou assim, mas a verdade é que desejo ser o maior campeão. Quero ser lembrado futuramente, ao me aposentar da Fórmula 1, como alguém que fez história no esporte, mas ainda tenho um longo percurso pela frente”, disse Gabriel em entrevista à Sky Sports.
Atualmente, Bortoleto está na 14ª posição no campeonato de pilotos de 2026, com 10 pontos conquistados. Seu melhor desempenho neste ano foi nos Grandes Prêmios da Inglaterra e da Bélgica, onde terminou em oitavo lugar.
“Não me sinto na obrigação de pensar em ser o maior campeão antes mesmo de chegar ao pódio. Meu foco agora é posicionar a equipe onde ela merece estar. Tenho total confiança no projeto da Audi”, explicou o piloto brasileiro.
Gabriel Bortoleto fez sua estreia na Fórmula 1 em 2025, correndo pela equipe Sauber ao lado do alemão Nico Hülkenberg, ambos mantidos na equipe durante a transição para a Audi na temporada seguinte.
“Eu sonho em pegar uma equipe novata na Fórmula 1 e lutar pelo título com ela. Imagine a sensação de ser campeão com a Audi, uma equipe que ajudei a desenvolver junto com um time incrível de pessoas”, revelou o piloto.
A Fórmula 1 retorna com os treinos do GP do Azerbaijão em Baku, na próxima quinta-feira, 24, às 5h30, horário de Brasília.
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