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Trump ameaça o Irã e alerta América Latina sobre força militar dos EUA na ONU

Ao discursar na Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (22), o presidente americano, Donald Trump, ameaçou levar o Irã “ao inferno” se não for alcançado um acordo, e advertiu que não hesitará em usar o “poderio militar sem igual” dos Estados Unidos na América Latina para defender seus interesses.

Trump se vangloriou da restauração do respeito internacional aos Estados Unidos e assinou um acordo de segurança para instalar duas bases militares na Groenlândia.

Imerso em um conflito prolongado e com dificuldades eleitorais no curto prazo, Trump apresentou uma escolha clara para Teerã: um acordo ou enfrentar consequências severas.

“Tenho que tomar uma decisão importante: haverá um acordo com o Irã?”, questionou no púlpito da ONU. “Ou vou arrastá-los para o inferno, sem possibilidade de sobrevivência?”, acrescentou.

Ele também destacou que não está concorrendo nas eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos, e alertou que suas ações não devem ser interpretadas como estratégia eleitoral.

Antes do discurso de Trump, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pintou um cenário preocupante citando os desafios das mudanças climáticas e da inteligência artificial.

Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, destacou a necessidade de uma atuação efetiva do Conselho de Segurança da ONU e lamentou o imobilismo atual.

Poder militar dos EUA na América Latina

Trump afirmou que os Estados Unidos vão proteger seus interesses próximos, firmando um acordo com a Dinamarca para instalar bases militares na Groenlândia para vigiar o Ártico.

Na América Latina, avisou que as ameaças não serão toleradas e que usará o poder militar se necessário. Ele enfatizou o combate aos cartéis de narcotráfico, que considera graves ameaças e declarou como organizações terroristas, justificando ações militares recentes contra essas redes criminosas.

Trump mencionou ações na Venezuela como prova da força militar americana e está programado para se reunir com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez.

Ele também previu o fim do comunismo em Cuba, reafirmando que a liberdade chegará à ilha.

Democracia, inteligência artificial e clima

Lula afirmou que a democracia enfrenta desafios e criticou interferências externas em eleições e políticas neocoloniais por recursos estratégicos.

Guterres chamou atenção para a crise climática atual e para a necessidade de cooperação global, especialmente entre Estados Unidos e China, para enfrentar os avanços da inteligência artificial.

Trump rejeitou a construção de um projeto globalista para controlar a inteligência artificial, propondo que os Estados Unidos adotem o termo “superinteligência” para definir essa tecnologia avançada.

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Lionel Richie realiza procedimento no coração e cancela apresentações

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Lionel Richie passou por um procedimento cardíaco. Um representante informou que o cantor precisará cancelar algumas apresentações.

Lionel foi submetido a um tratamento comum para fibrilação atrial (FA). O médico garantiu que tudo ocorreu bem… Lionel está bem, mas precisará de um período de descanso e retornará aos palcos em breve”, declarou o representante à Variety.

O artista teve problemas de saúde recentemente e chegou a ser internado na UTI. Contudo, este procedimento recente não foi emergencial.

Durante a turnê com a banda Earth, Wind & Fire, os próximos três shows do cantor foram cancelados. As apresentações em São Francisco (26 de setembro), Chicago (30 de setembro) e Columbus (2 de outubro) foram adiadas.

Até agora, apenas esses shows foram cancelados. Os eventos seguintes, incluindo uma residência em Las Vegas a partir de 14 de outubro, continuam confirmados. Lionel Richie também tem show marcado em São Paulo, Brasil, no dia 19 de dezembro de 2026.

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Mundo

Mbappé está fora do treino da seleção francesa por causa da gripe

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O capitão da seleção francesa, Kylian Mbappé, não participou do treino da equipe na terça-feira (22), em Clairefontaine, perto de Paris, devido a sintomas gripais, informou a comissão técnica dos Bleus.

Mbappé ficou de repouso completo três dias antes da estreia da França na Liga das Nações da Uefa, na próxima sexta-feira, contra a Turquia, em Kocaeli, onde Zinedine Zidane fará sua primeira partida como treinador da França.

Sem o atacante do Real Madrid, os demais 22 jogadores convocados para esta data Fifa participaram de um treino aberto ao público. Antes do começo da atividade, os atletas deram autógrafos e tiraram fotos com os fãs.

Além do jogo contra a Turquia, a seleção francesa enfrentará mais três jogos na Liga das Nações durante esta primeira convocação sob comando de Zinedine Zidane: uma segunda viagem à Bélgica, no dia 28 de setembro, seguida por partidas em casa contra a Itália e novamente a Bélgica, nos dias 2 e 5 de outubro, no Stade de France, em Saint-Denis.

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Macron pede união global firme ao lado da ONU contra a lei da selva

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O presidente da França, Emmanuel Macron, alertou nesta terça-feira (22) sobre o perigo do mundo regredir para um cenário de ‘lei da selva’ e enfatizou a importância de que nações permaneçam unidas e apoiem firmemente a Organização das Nações Unidas (ONU).

Durante seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, Macron criticou fortemente as condições humanitárias em Gaza, solicitando uma pausa imediata nos ataques a civis e a infraestruturas energéticas na guerra entre a Rússia e a Ucrânia.

Ele destacou a escolha fundamental que a humanidade enfrenta: viver em um mundo selvagem e desordenado ou em uma comunidade internacional que respeite as regras e a civilização.

“Nosso papel, agora mais do que nunca, é permanecer firmes em apoio à ONU para juntos definirmos os interesses comuns.” acrescentou o presidente francês.

Macron também apelou para que Rússia e Ucrânia estabeleçam uma moratória mútua nos ataques contra infraestruturas civis e energéticas, afirmando que a França apoia firmemente essa iniciativa.

Ele lamentou a devastação causada por ataques a infraestruturas civis e as graves violações dos direitos humanos, classificando esses atos como uma era de barbaridade sem precedentes.

Além disso, Macron pediu a suspensão dos ataques a navios mercantes no Mar Negro para permitir o transporte de cereais e ajudar a melhorar a segurança alimentar global, um problema crítico para muitos países em desenvolvimento.

O presidente francês falou também sobre a inteligência artificial, instando os países a colaborarem para criar um modelo alternativo de IA que seja independente das grandes potências mundiais, como China e Estados Unidos.

Ele ressaltou a necessidade de uma coalizão de países independentes que não desejam se submeter nem aos EUA nem à China, buscando desenvolver um modelo de inteligência artificial de código aberto e de fronteira aberta.

“Devemos evitar depender de qualquer uma dessas duas potências mundiais”, enfatizou Macron.

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