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Tribunal condena opositor de Putin a seis anos de prisão

Um tribunal russo sentenciou nesta quinta-feira um ativista que apoia a guerra na Ucrânia, mas que é crítico do presidente da Rússia, Vladimir Putin, a seis anos de prisão por apoio ao terrorismo.

Sergei Udaltsov, líder do movimento Frente de Esquerda, que se posiciona contra Putin e tem ligação com o Partido Comunista, foi detido no ano passado.

Segundo o site de notícias independente russo Mediazona, as acusações contra Udaltsov surgiram após a publicação de um artigo na internet em que ele demonstrava apoio a outro grupo de ativistas russos acusados de formar uma organização terrorista. Esses ativistas receberam recentemente penas que variam entre 16 e 22 anos de prisão.

Udaltsov negou as acusações, classificando-as como falsas. Nesta quinta-feira, ele criticou a sentença, chamando-a de “vergonhosa”, e anunciou que iniciará uma greve de fome, conforme noticiou a Mediazona. A pena será cumprida em uma colônia penal de segurança máxima.

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Trump confirma reuniões com Xi na China e nos EUA ainda este ano

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (25) que terá dois encontros adicionais em 2026 com seu colega chinês, Xi Jinping. Segundo Trump, eles realizarão o terceiro e quarto encontros do ano, com uma reunião na China em novembro e outra nos EUA, durante o G20 em Miami, na Flórida, em dezembro.

Trump comunicou a novidade por meio de sua rede social, Truth Social, enquanto Xi encerrava sua visita oficial a Washington. Trump descreveu o recente encontro entre os dois líderes como um momento marcado por amizade, força e sucesso para ambas as nações.

Ele também expressou sua expectativa positiva para o próximo encontro, demonstrando entusiasmo pelo fortalecimento das relações bilaterais.

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Mundo

Fao alerta sobre escassez de recursos para combater impactos do El Niño

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A ONU recebeu somente um quinto dos 202 milhões de dólares (R$ 1,05 bilhão) requisitados para se preparar para as crises alimentares que o fenômeno El Niño pode causar em 22 países, informou à AFP um alto representante da FAO nesta sexta-feira (25).

A conversão foi realizada usando a cotação de venda do Banco Central disponível para o dia 24 de setembro.

O Programa Mundial de Alimentos (PMA) e a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) pediram a verba para ajudar cerca de nove milhões de pessoas.

Contudo, as entidades receberam apenas cerca de 40 milhões de dólares (R$ 208 milhões), alertou em Nairóbi Rein Paulsen, diretor de Emergências e Resiliência da FAO.

“Temos alertas antecipados. Sabemos o que é necessário, mas o financiamento é um grande desafio, limitando nossa capacidade de agir para mitigar e diminuir os prejuízos causados tanto pelas cheias quanto pelas secas”, afirmou.

De acordo com Paulsen, a situação é ainda mais preocupante por se tratar de um valor relativamente pequeno para os padrões internacionais.

O fenômeno El Niño, cuja fase mais intensa deve ocorrer entre outubro e dezembro, está a caminho de se tornar o mais forte já registrado, ampliando os impactos das mudanças climáticas causadas pelas atividades humanas.

As secas e enchentes previstas devem afetar de forma intensa países já seriamente vulneráveis à insegurança alimentar.

Mais da metade dos 22 países em maior risco estão localizados na África. Os demais estão nas regiões Ásia-Pacífico, América Latina e Caribe.

Estudos científicos divulgados nesta quarta-feira (23) indicaram que o atual episódio de El Niño pode resultar em 451.000 mortes adicionais no mundo até fevereiro, conforme as temperaturas sobem.

Em agosto, o Conselho Norueguês para Refugiados informou que seis milhões de pessoas na Somália enfrentam níveis críticos de fome, e mais de 700 mil foram deslocadas neste ano, das quais 500 mil devido à seca.

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Rússia reconsidera negociações de paz após ataques da Ucrânia, diz Putin

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A Rússia está considerando a possibilidade de retomar o diálogo direto com a Ucrânia após os recentes ataques realizados em seu território, afirmou o presidente Vladimir Putin nesta sexta-feira (25).

“Quanto às propostas para reiniciar as conversações, todas estão sendo avaliadas, e tudo pode acontecer, porém, após os atos cometidos, vamos analisar cuidadosamente quais medidas tomar em resposta”, declarou Putin em São Petersburgo, durante o Fórum Internacional da Cultura.

Em conversa com jornalistas, Putin ainda ressaltou que a Rússia não está se preparando para confrontos de qualquer tipo com a Europa.

“Muitos na Europa esperam uma possível agressão da parte da Federação Russa e, por isso, acreditam ser necessário se preparar para um conflito com a Rússia. Quero enfatizar novamente que não estamos nos preparando para nenhum tipo de combate com a Europa”, afirmou.

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