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Cultura

Saída de Jottapê de A Fazenda 18: Entenda o Motivo

Jottapê decidiu deixar A Fazenda 18 na manhã de sexta-feira, 16, um dia depois da eliminação de Igor Monteiro, seu grande aliado dentro do confinamento. A produção comunicou os participantes por meio de um aviso lido por Alfredo Amaral.

Durante a madrugada, o cantor confessou aos membros do grupo Alcateia, do qual participava, sua intenção de deixar o programa. Ele revelou que essa escolha estava relacionada a uma promessa feita a Deus antes de entrar no reality e à relação que construiu com Igor.

“Já cumpri meu propósito aqui. Jogue com o coração e faça o melhor. Ajude seu grupo, seja fiel e não mude quem você é. Estou em paz para sair, cumpri minha missão,” contou para Catherine Bascoy.

Motivo da saída de Jottapê de A Fazenda 18

Jottapê explicou que entrou no programa com o intuito de compartilhar a fé evangélica com alguém que precisasse. A conexão que criou com Igor respondeu à missão que sentia ter recebido.

“Eu vim por Igor. Deus me disse que encontraria alguém precisando de ajuda em algum momento, e essa pessoa seria ele. Tudo que Igor dizia eu sentia. Quando ele entrou como visitante, eu soube que era ele,” declarou.

Em outra conversa, ele afirmou que queria cumprir a promessa mesmo podendo continuar no jogo: “Lancei a semente e preciso obedecer. A promessa foi que, se alguém aceitasse Jesus, eu cumpriria,” falou para Catherine.

Além disso, Jottapê destacou que tinha compromissos fora do programa e que seguiria com seu trabalho religioso após sair.

Pressão dos aliados para permanecer

A decisão surpreendeu o grupo Alcateia, que tentou convencê-lo a ficar. No entanto, o cantor explicou que não queria prejudicar o grupo nem parecer fraco.

“Não faço isso para enfraquecer o jogo de vocês. Quero que entendam que fiz uma promessa séria. Estou falando do coração. Quando saírem daqui, podem contar comigo,” assegurou.

Os colegas questionaram se ele preferia esperar uma eliminação ou enfrentar a próxima Roça, e Jottapê descartou disputar a Roça. Ele também disse que sua esposa desconhecia a promessa feita antes da entrada no reality. Mesmo com os pedidos, manteve sua decisão.

Igor Monteiro foi eliminado na noite anterior, quinta-feira, 15, ao receber 10,07% dos votos para continuar, enfrentando Eduarda Braum e Renata Del Bianco na quarta Roça da temporada.

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Cultura

Don L estreia na Sapucaí com desfile da Mocidade no Carnaval de 2027

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Don L, rapper indicado ao Grammy Latino de 2026, vai experimentar pela primeira vez a Marquês de Sapucaí, ao participar do desfile da Mocidade Independente de Padre Miguel no Carnaval de 2027.

Nesta sexta-feira (16), Don L visitou o barracão da escola de samba no Rio de Janeiro para acompanhar a preparação do desfile, que traz como tema “Latinamente Independente – Nosso Norte é o Sul em Remanifesto”.

Essa parceria aproxima duas vertentes culturais que usam a arte para desafiar visões históricas e questionar padrões vigentes.

As músicas de Don L destacam a identidade latino-americana, a herança cultural brasileira e a resistência ao colonialismo, temas que encontram eco na proposta da Mocidade, que valoriza os saberes e a força dos povos do Sul Global.

Segundo Bryan Clem, diretor da escola, o envolvimento do rapper é uma oportunidade para fortalecer esse diálogo antes mesmo do desfile na Sapucaí.

“Nosso enredo enaltece a potência da América Latina, exalta nossas raízes e convida a olhar nossa história sob nossas próprias referências. A obra de Don L dialoga fortemente com isso, por isso queremos que ele participe desse movimento e entenda o projeto de perto. Mais do que convidá-lo a desfilar, queremos que ele se sinta integrante dessa reflexão que a Mocidade quer levar para a Avenida”, explica Clem.

O enredo visa deslocar o olhar tradicional sobre a história e o conhecimento, que geralmente são vistos a partir de perspectivas do Norte Global. Nesse sentido, “sulear” o pensamento é um princípio para valorizar experiências latino-americanas e reconhecer o protagonismo de povos cuja contribuição foi marginalizada.

O rap como investigação cultural

Don L é uma referência no rap brasileiro por combinar poesia refinada, pesquisa sonora e posicionamento político. Seus trabalhos abordam temas como desejo, poder, comportamento e memória, mesclando influências da música nacional com sonoridades contemporâneas.

Ele dialoga com a tradição musical brasileira por meio de samples e releituras, conectando-se a nomes como Belchior, Itamar Assumpção, Dorival Caymmi e Ederaldo Gentil, criando uma linguagem única.

Don L iniciou sua carreira em Fortaleza (CE) com o grupo Costa a Costa e a mixtape “Dinheiro, Sexo, Drogas e Violência de Costa a Costa”, que marcou o rap nacional.

Em carreira solo, lançou “Caro Vapor – Vida e Veneno de Don L” (2013) e a trilogia reversa “Roteiro pra Aïnouz”, expandindo os limites temáticos e sonoros do estilo.

Em 2025, lançou “CARO Vapor II – qual a forma de pagamento?”, álbum que aprofunda reflexões sobre a cultura brasileira, as relações latino-americanas e o impacto colonial nas referências culturais.

Esse trabalho foi indicado ao Grammy Latino 2026 na categoria Melhor Álbum de Música Urbana em Língua Portuguesa e recebeu prêmios importantes, como o Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira e o prêmio de Melhor Disco de Rap do Tenho Mais Discos Que Amigos!.

Em 2021, Don L foi escolhido Artista do Ano pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), reconhecendo sua capacidade de unir música e reflexão social – uma conexão que ganha nova dimensão com sua estreia no desfile da Mocidade, em um Carnaval que destaca a América Latina em sua própria história.

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Cultura

Nara Roesler comemora cinco décadas com participação na 5ª Art.PE

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Em outubro de 1976, Nara Roesler organizou sua primeira mostra como galerista em Recife. Meio século depois, a cidade que viu o começo de sua carreira artística volta a ter um papel importante em sua história.

Com unidades em São Paulo, Rio de Janeiro e Nova York, a galeria Nara Roesler marca presença na quinta edição da Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco, Art.PE, inaugurada na quarta-feira (14) e aberta até domingo (18), no Recife Expo Center. O evento reúne obras de artistas contemporâneos de variadas gerações, além de publicações especializadas em arte.

A vivência cultural em Recife e Olinda, cercada por artistas e intelectuais, moldou a visão artística da galerista ao longo desses cinquenta anos.

“Meu verdadeiro lar é Recife, mesmo que eu não esteja fisicamente aqui. Passo muito tempo no Rio, Nova York ou viajando para acompanhar exposições dos nossos artistas, mas Recife é meu lugar”, diz a galerista.

Pesquisa e diversidade artística

A conexão com Pernambuco orientou a seleção de obras apresentadas na feira. No estande G32, estão trabalhos de Abraham Palatnik, Jonathas de Andrade e Cristina Canale, trazendo diferentes abordagens e técnicas.

A arte cinética experimental de Palatnik contrapõe-se às investigações sociais e culturais do artista Jonathas de Andrade, enquanto a pintura de Cristina Canale oferece uma visão adicional à mostra.

Dentre as peças destacadas estão Conchavo Velejante em Três Tons, de Jonathas de Andrade, e Blue Eyes, de Cristina Canale, ambas produzidas em 2026.

A participação da galeria inclui também a Nara Roesler Books, editora fundada em 2011 com mais de 30 títulos dedicados à arte contemporânea.

Na Art.PE, são exibidos livros sobre artistas pernambucanos renomados, como José Patrício, Paulo Bruscky e Marcelo Silveira. Essas publicações são essenciais para documentar pesquisas e fomentar a reflexão crítica sobre a produção artística.

Uma trajetória dedicada à arte

A valorização da arte de Pernambuco marca o início da carreira de Nara Roesler. Sua primeira exposição, O Desenho em Pernambuco, na Gatsby Arte, reuniu artistas como José Cláudio, Aloísio Magalhães, Francisco Brennand, Guita Charifker e Lula Cardoso Ayres.

Naquela época, o mercado de arte contemporânea era ainda restrito, e conquistar público exigia diálogo e perseverança. “Foi necessário conversar, mostrar as obras e ganhar confiança”, lembra a galerista.

Em 1986, Nara mudou-se para São Paulo, integrando a Montesanti Galleria, que passou a se chamar Montesanti Roesler em 1989 e, posteriormente, Galeria Nara Roesler, em 1993.

A expansão para Rio de Janeiro e Nova York consolidou a atuação da galeria em circuitos artísticos variados.

Artistas brasileiros como Tomie Ohtake, Amelia Toledo, Artur Lescher, Daniel Senise, Lucia Koch e Vik Muniz fazem parte dessa história, ao lado de nomes internacionais como Julio Le Parc, Daniel Buren e Isaac Julien.

O trabalho institucional da galeria também ampliou a visibilidade da arte brasileira, com obras de Tomie Ohtake chegando a museus renomados como o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), o Metropolitan Museum of Art, o Guggenheim e o Centro Pompidou.

Intercâmbios culturais

A galeria apostou em projetos inovadores e intercâmbios culturais. Fundado em 2002, o Roesler Hotel promove encontros entre artistas e curadores, enquanto a editora intensifica o debate sobre arte atual.

Desde 2019, Luis Pérez-Oramas, curador venezuelano que já trabalhou no MoMA e foi curador da 30ª Bienal de São Paulo (2012), assume a direção artística.

As comemorações dos 50 anos da carreira de Nara Roesler incluem exposições nas três unidades da galeria, com curadoria de nomes como Moacir dos Anjos, Agnaldo Farias, Bernardo Mosqueira, Magali Arriola, Vik Muniz e Ariel Jimenez.

As exposições exploram temas como a produção artística do Nordeste, as tendências construtivas e abstratas, e a presença da arte brasileira no exterior. Um catálogo comemorativo vai reunir relatos e registros dessa trajetória, contemplando as relações estabelecidas com artistas, críticos, jornalistas, amigos e colecionadores.

Sempre presente em Pernambuco

A quinta edição da Art.PE conta com 75 expositores distribuídos em cerca de cinco mil metros quadrados no Recife Expo Center, promovendo o encontro entre galerias, artistas, colecionadores e instituições.

A participação de espaços com atuação nacional e internacional contribui para o fortalecimento do mercado regional e fomenta intercâmbios culturais.

Para Nara, Pernambuco abriga artistas com capacidade de dialogar com variados públicos, sem perder a identidade cultural que caracteriza sua obra.

“Pernambuco é um celeiro de talentos artísticos. Não é por acaso que Cícero Dias pintou ‘Eu vi o mundo… ele começava no Recife’”, reconhece.

Informações sobre a feira

  • 5ª Art.PE (Feira de Arte Contemporânea de Pernambuco)
  • Quando: até domingo (18)
  • Local: Recife Expo Center – Cais Santa Rita, 446, São José, Recife
  • Horário: sexta (16) e sábado (17), das 13h às 21h; domingo (18), das 12h às 19h
  • Ingresso: a partir de R$ 25 pelo Sympla
  • Instagram oficial: @art_pe
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Cultura

Damien Rice fará show no Brasil para comemorar 25 anos de carreira solo

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Damien Rice, conhecido por sucessos como “The Blower’s Daughter” e “Cannonball”, retorna ao Brasil em 2027. O cantor irlandês se apresentará na Sala São Paulo, em São Paulo, no dia 3 de maio.

Esta apresentação integra a turnê “25 Years 25 Cities”, que celebra o 25º aniversário do álbum “O”, seu primeiro disco solo após sair da banda Juniper.

A pré-venda dos ingressos terá início em 21 de outubro, às 10h (horário de Brasília), para quem se cadastrar no site oficial de Damien Rice até o dia 19. As vendas gerais começam em 23 de outubro, também às 10h, pelo site da Sala São Paulo.

Os preços dos ingressos variam entre R$ 125 (meia-entrada no Coro) e R$ 650 (inteira para Plateia Central). As taxas de serviço para compras online vão de R$ 25 a R$ 130, conforme o local escolhido.

Damien Rice iniciou sua carreira musical com a banda Juniper, que foi renomeada para Bell X1 após sua saída em 1998. Seu primeiro álbum solo, “O”, foi lançado em 2002, financiado e gravado com apoio de sua família. Depois vieram os discos “9” (2006) e “My Favourite Faded Fantasy” (2014).

Em sua última visita ao Brasil, em 2015, Damien Rice se apresentou em São Paulo, Manaus e Rio de Janeiro. Recentemente, ele tem feito shows e turnês na Europa, Ásia e Oceania. Por enquanto, o show na Sala São Paulo será seu único compromisso na América Latina na turnê “25 Years 25 Cities”.

Show de Damien Rice na Sala São Paulo

Data: Segunda-feira, 3 de maio de 2027
Horário: 19h30
Local: Sala São Paulo, Praça Júlio Prestes, 16 – Campos Elíseos, São Paulo (SP)

Classificação etária: 16 anos desacompanhados. Jovens entre 10 e 16 anos podem entrar acompanhados de responsável legal, acompanhante autorizado ou com autorização por escrito. Menores de 10 anos só podem entrar acompanhados dos pais ou responsáveis.

Venda de ingressos

  • Início da pré-venda: 21 de outubro para quem se cadastrar no site oficial de Damien Rice
  • Vendas gerais: a partir de 23 de outubro no site da Sala São Paulo

Preços dos ingressos

  • Plateia Central: R$ 650 (inteira) + R$ 130 taxa / R$ 325 (meia) + R$ 65 taxa
  • Plateia Elevada: R$ 650 (inteira) + R$ 130 taxa / R$ 325 (meia) + R$ 65 taxa
  • Balcão Mezanino: R$ 450 (inteira) + R$ 90 taxa / R$ 225 (meia) + R$ 45 taxa
  • Balcão Superior: R$ 400 (inteira) + R$ 80 taxa / R$ 200 (meia) + R$ 40 taxa
  • Camarotes Mezanino: R$ 450 (inteira) + R$ 90 taxa / R$ 225 (meia) + R$ 45 taxa
  • Camarotes Superiores: R$ 450 (inteira) + R$ 90 taxa / R$ 225 (meia) + R$ 45 taxa
  • Coro: R$ 250 (inteira) + R$ 50 taxa / R$ 125 (meia) + R$ 25 taxa
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