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Saiba como fica a composição do TSE com a saída de Moraes e a chegada de André Mendonça

Corte eleitoral é composta por sete ministros; três são do STF

O ministro André Mendonça entra como titular do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com a saída do atual presidente da corte, Alexandre de Moraes — a segunda-feira (3) foi o último dia de Moraes na Corte Eleitoral.

A cadeira de Moraes será ocupada por Mendonça, ministro substituto mais antigo no TSE — ele estava na função desde abril de 2022.

Ao passar para a composição titular, Mendonça terá mais um período de quatro anos no tribunal.

A partir desta segunda, o TSE passa a ser presidido pela ministra de Cármen Lúcia. O ministro Nunes Marques será o vice.

Na mesma data, o ministro Nunes Marques assume a vice-presidência do TSE. Ele será o sucessor  no posto.

Já Cármen Lúcia chegou ao STF por indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2006. Moraes foi indicado por Michel Temer (MDB), em 2017.

O TSE é composto por, no mínimo, sete ministros – sendo três do STF, dois do STJ e dois advogados com notório saber jurídico.

Conheça a nova formação dos ministros do TSE:

  • Cármen Lúcia Antunes Rocha (presidente)

Ministra Cármen Lúcia, nova presidente do TSE / Alejandro Zambrana/Secom/TSE

Natural de Montes Claros (MG), Cármen Lúcia é graduada pela Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) e mestre em Direito Constitucional pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atuou como advogada, professora titular da PUC-MG e procuradora do estado. A ministra integra o Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2006. Em 2012, tornou-se a primeira mulher na história do país a presidir a Justiça Eleitoral.

  • Kassio Nunes Marques (vice-presidente)

Ministro Nunes Marques, novo vice-presidente do TSE / Alejandro Zambrana/Secom/TSE

Nascido em Teresina (PI), Nunes Marques formou-se em Direito pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), é mestre pela Universidade Autônoma de Lisboa, em Portugal, doutor e pós-doutor pela Universidade de Salamanca, na Espanha. Atuou como advogado e foi juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí. Também foi desembargador e vice-presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, em Brasília (DF). Nunes Marques é ministro do STF desde 2020. Foi eleito para o TSE em 2021. Agora, ele é vice-presidente do TSE.

  • André Luiz de Almeida Mendonça

Ministro André Mendonça, do TSE / Roberto Jayme/ASCOM/TSE

André Luiz de Almeida Mendonça nasceu em Santos (SP). Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pelo atual Centro Universitário de Bauru (SP), especializou-se em Direito Público na Universidade de Brasília (UnB) e fez mestrado pela Universidade de Salamanca, na Espanha. Atuou como professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie de Brasília e é professor visitante em Salamanca e na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foi advogado-geral da União e ministro da Justiça e Segurança Pública. Em 2021, tomou posse no Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2022, foi eleito para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

  • Raul Araújo Filho (corregedor-geral)

Ministro Raul Araújo, corregedor-geral do TSE / Antonio Augusto/Secom/TSE

Natural de Fortaleza (CE), Raul Araújo Filho é bacharel em Direito pela Universidade Federal do Ceará e em Economia pela Universidade de Fortaleza. Foi advogado, promotor de justiça, procurador do estado do Ceará e desembargador do Tribunal de Justiça do Ceará. Em 2010, tomou posse como ministro do STJ. Atual ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também ocupa a função de Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral.

  • Maria Isabel Diniz Gallotti Rodrigues

Ministra Isabel Gallotti, do TSE / Reprodução/TSE

Ministra Isabel Gallotti, do TSE / Reprodução/TSE

Maria Isabel Diniz Gallotti Rodrigues é do Rio de Janeiro (RJ). Graduada em Direito pela Universidade de Brasília, fez mestrado pela mesma universidade. Foi advogada, procuradora da República e desembargadora do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região. Em 2010, tornou-se ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em 2022, foi eleita para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

  • André Ramos Tavares

Ministro André Ramos Tavares, do TSE / Antonio Augusto/Secom/TSE

André Ramos Tavares é de São Paulo (SP). Formou-se em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde também fez mestrado e doutorado. É professor da Universidade de São Paulo (USP) e da PUC-SP. Atuou ainda no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em 2022, foi indicado para Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

  • Floriano de Azevedo Marques Neto

Ministro Floriano de Azevedo Marques Neto, do TSE / Antonio Augusto/Secom/TSE

Floriano de Azevedo Marques Neto é natural de São Paulo (SP). É formado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), onde também concluiu doutorado. Atuou como advogado e é professor da USP e da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em 2023, foi nomeado ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

CNN Brasil

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Polícia Civil investiga queda de balão tripulado que matou uma pessoa

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Aeronave levava mais de 30 pessoas

Agência Brasil

Polícia Milita de SP/Divulgação
Versão em áudio

A Polícia Civil investiga a queda de um balão tripulado, ocorrida na manhã de domingo (15), em Capela do Alto, São Paulo, causando uma morte. A aeronave carregava mais de 30 pessoas. O caso está sendo investigado como homicídio culposo, segundo informações da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP).

Segundo a pasta, o piloto do balão foi preso em flagrante, e os exames periciais, assim como o laudo necroscópico, estão em elaboração e serão analisados para determinar tanto as causas do acidente quanto a causa da morte da vítima.

“Durante o voo, o piloto realizou tentativas mal sucedidas de pouso em áreas inadequadas, o que resultou na queda dos ocupantes. Uma das vítimas, uma mulher, foi socorrida e levada a um hospital em Sorocaba, mas não resistiu aos ferimentos”, diz nota da SSP.

A Guarda Civil Municipal prestou os primeiros socorros no local.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) também apura o caso.

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Avião dá voltas sobre o mar e 1º voo Recife-Madri é cancelado de novo

Por

Na madrugada desta sexta (13/6), o avião voltou ao aeroporto da capital de Pernambuco, depois de passar algumas horas sobrevoando o mar

Diario de Pernambuco

Reprodução

Pela segunda vez consecutiva, o voo inaugural da rota Recife-Madri (Espanha), da Azul Linhas Aéreas em parceria com a empresa euro Atlantic, registrou problemas. Na madrugada desta sexta (13/6), o avião voltou ao Recife, depois de passar algumas horas dando voltas sobre o mar.

O incidente já tinha acontecido na terça-feira (10/6), quando a mesma aeronave já havia forçado o cancelamento do voo. Naquele dia, teria sido alegado um problema técnico. O novo problema começou ainda na noite desta quinta-feira (12/6). O avião, segundo informações de passageiros, decolou depois das 23h, com atraso de duas horas.

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Principais restrições do calendário eleitoral começam em julho

Por

Primeiro turno das eleições municipais será no dia 6 de outubro

 

Marcelo Camargo/Agência Brasil

A partir deste mês, começam a valer as principais restrições previstas no calendário eleitoral para impedir o uso da máquina pública a favor de candidatos às eleições municipais de outubro. As vedações estão previstas na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997).

No dia 6 de julho, três meses antes do pleito, começam as restrições para contratação e demissão de servidores públicos. A partir do dia 20, os partidos podem realizar suas convenções internas para a escolha dos candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereadores.

O primeiro turno das eleições será no dia 6 de outubro. O segundo turno da disputa poderá ser realizado em 27 de outubro nos municípios com mais de 200 mil eleitores, nos quais nenhum dos candidatos à prefeitura atingiu mais da metade dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos, no primeiro turno.

Confira as principais restrições

6 de julho 

Nomeação de servidores – a partir do próximo sábado (6), três meses antes do pleito, os agentes públicos não podem nomear, contratar e demitir por justa causa servidores públicos. A lei abre exceção para nomeação e exoneração de pessoas que exercem função comissionada e a contratação de natureza emergencial para garantir o funcionamento de serviços públicos essenciais.

Concursos  – A nomeação de servidores só pode ocorrer se o resultado do concurso foi homologado até 6 de julho.

Verbas  – Os agentes públicos também estão proibidos de fazer transferência voluntária de recursos do governo federal aos estados e municípios. O dinheiro só pode ser enviado para obras que já estão em andamento ou para atender situações de calamidade pública.

Publicidade estatal – A autorização para realização de publicidade institucional de programas de governo também está proibida. Pronunciamentos oficiais em cadeia de rádio e televisão e a divulgação de nomes de candidatos em sites oficiais também estão vedados e só podem ocorrer com autorização da Justiça Eleitoral.

Inauguração de obras – Também fica proibida a participação de candidatos em inaugurações de obras públicas.

20 de julho

Convenções – A partir do dia 20 de julho, os partidos políticos e as federações poderão escolher seus candidatos para os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador. O prazo para realização das convenções termina em 5 de agosto.

Gastos de campanha – Na mesma data, o TSE divulgará o limite de gastos de campanha para os cargos que estarão em disputa.

Direito de resposta – Também começa a valer a possiblidade de candidatos e partidos pedirem direito de resposta contra reportagens, comentários e postagens que considerarem ofensivas na imprensa e nas redes sociais.

 

Agência Brasil

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