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ONU se compromete a apoiar Síria em visita histórica

Uma delegação do Conselho de Segurança da ONU realizou nesta quinta-feira (4) sua primeira viagem à Síria, anunciando o suporte da comunidade internacional ao país às vésperas do aniversário da queda de Bashar al-Assad.

Samuel Zbogar, embaixador da Eslovênia na ONU, declarou em uma coletiva em Damasco: “Reafirmamos nosso total apoio à soberania, unidade, independência e integridade territorial da Síria”.

O diplomata, cujo país detém a presidência rotativa do Conselho, destacou: “Nossa mensagem foi clara: reconhecemos as aspirações e desafios da Síria, e o caminho para um futuro melhor será conduzido pelo próprio país”.

Zbogar ainda afirmou: “A comunidade internacional está pronta para oferecer auxílio conforme solicitado. Desejamos contribuir para construir um futuro promissor para todo o povo sírio”.

A delegação se encontrou com o presidente interino da Síria, Ahmed al-Sharaa, conforme comunicado oficial, que também divulgou fotos do encontro.

Enquanto a ONU busca restabelecer suas atividades na Síria, o Conselho de Segurança suspendeu recentemente sanções contra Al-Sharaa, um ex-jihadista cujas forças derrubaram Assad em 8 de dezembro do ano anterior.

O organismo internacional defende uma transição inclusiva neste país diverso, após quase 14 anos de conflito civil.

Zbogar mencionou que a delegação visitou regiões litorâneas e a província de Sweida, no sul, onde confrontos sectários provocaram a morte de centenas de pessoas das comunidades alauíta e drusa neste ano.

O diplomata relatou também encontros com comitês investigativos, a comissão nacional para pessoas desaparecidas, líderes religiosos e outras autoridades locais.

O ministro sírio das Relações Exteriores, Asaad al-Shaibani, qualificou a visita como “um marco histórico para reconstruir a confiança com o apoio internacional ao povo sírio”.

Os representantes da ONU planejam visitar o Líbano nos próximos dias, sexta e sábado, para dar continuidade ao diálogo regional.

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Lionel Richie realiza procedimento no coração e cancela apresentações

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Lionel Richie passou por um procedimento cardíaco. Um representante informou que o cantor precisará cancelar algumas apresentações.

Lionel foi submetido a um tratamento comum para fibrilação atrial (FA). O médico garantiu que tudo ocorreu bem… Lionel está bem, mas precisará de um período de descanso e retornará aos palcos em breve”, declarou o representante à Variety.

O artista teve problemas de saúde recentemente e chegou a ser internado na UTI. Contudo, este procedimento recente não foi emergencial.

Durante a turnê com a banda Earth, Wind & Fire, os próximos três shows do cantor foram cancelados. As apresentações em São Francisco (26 de setembro), Chicago (30 de setembro) e Columbus (2 de outubro) foram adiadas.

Até agora, apenas esses shows foram cancelados. Os eventos seguintes, incluindo uma residência em Las Vegas a partir de 14 de outubro, continuam confirmados. Lionel Richie também tem show marcado em São Paulo, Brasil, no dia 19 de dezembro de 2026.

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Mundo

Mbappé está fora do treino da seleção francesa por causa da gripe

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O capitão da seleção francesa, Kylian Mbappé, não participou do treino da equipe na terça-feira (22), em Clairefontaine, perto de Paris, devido a sintomas gripais, informou a comissão técnica dos Bleus.

Mbappé ficou de repouso completo três dias antes da estreia da França na Liga das Nações da Uefa, na próxima sexta-feira, contra a Turquia, em Kocaeli, onde Zinedine Zidane fará sua primeira partida como treinador da França.

Sem o atacante do Real Madrid, os demais 22 jogadores convocados para esta data Fifa participaram de um treino aberto ao público. Antes do começo da atividade, os atletas deram autógrafos e tiraram fotos com os fãs.

Além do jogo contra a Turquia, a seleção francesa enfrentará mais três jogos na Liga das Nações durante esta primeira convocação sob comando de Zinedine Zidane: uma segunda viagem à Bélgica, no dia 28 de setembro, seguida por partidas em casa contra a Itália e novamente a Bélgica, nos dias 2 e 5 de outubro, no Stade de France, em Saint-Denis.

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Macron pede união global firme ao lado da ONU contra a lei da selva

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O presidente da França, Emmanuel Macron, alertou nesta terça-feira (22) sobre o perigo do mundo regredir para um cenário de ‘lei da selva’ e enfatizou a importância de que nações permaneçam unidas e apoiem firmemente a Organização das Nações Unidas (ONU).

Durante seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas, Macron criticou fortemente as condições humanitárias em Gaza, solicitando uma pausa imediata nos ataques a civis e a infraestruturas energéticas na guerra entre a Rússia e a Ucrânia.

Ele destacou a escolha fundamental que a humanidade enfrenta: viver em um mundo selvagem e desordenado ou em uma comunidade internacional que respeite as regras e a civilização.

“Nosso papel, agora mais do que nunca, é permanecer firmes em apoio à ONU para juntos definirmos os interesses comuns.” acrescentou o presidente francês.

Macron também apelou para que Rússia e Ucrânia estabeleçam uma moratória mútua nos ataques contra infraestruturas civis e energéticas, afirmando que a França apoia firmemente essa iniciativa.

Ele lamentou a devastação causada por ataques a infraestruturas civis e as graves violações dos direitos humanos, classificando esses atos como uma era de barbaridade sem precedentes.

Além disso, Macron pediu a suspensão dos ataques a navios mercantes no Mar Negro para permitir o transporte de cereais e ajudar a melhorar a segurança alimentar global, um problema crítico para muitos países em desenvolvimento.

O presidente francês falou também sobre a inteligência artificial, instando os países a colaborarem para criar um modelo alternativo de IA que seja independente das grandes potências mundiais, como China e Estados Unidos.

Ele ressaltou a necessidade de uma coalizão de países independentes que não desejam se submeter nem aos EUA nem à China, buscando desenvolver um modelo de inteligência artificial de código aberto e de fronteira aberta.

“Devemos evitar depender de qualquer uma dessas duas potências mundiais”, enfatizou Macron.

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