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Norris critica piloto após acidente no GP do Azerbaijão

O atual campeão da F1, Lando Norris, mostrou sua insatisfação depois de ser forçado a abandonar o GP do Azerbaijão, realizado no sábado. O piloto da McLaren teve seu carro danificado quando Franco Colapinto não conseguiu fazer a curva corretamente, colidindo primeiro com o companheiro da Alpine, Pierre Gasly, durante a relargada. Os três pilotos tiveram que deixar a corrida.

Norris comentou: “Alguns pilotos, para ser sincero, não deveriam correr na F1”, encerrando sua sequência de oito corridas pontuando. Suas chances de ser bicampeão, que já eram reduzidas, diminuíram ainda mais. Ele soma apenas 186 pontos, ocupando a quarta posição, enquanto o líder, Kimi Antonelli, da Mercedes, tem 302 pontos.

Colapinto admitiu o erro após errar a frenagem e travar os pneus, e pediu desculpas a Gasly e à equipe Alpine: “Travei os pneus e perdi o controle. Não pude fazer nada para evitar o acidente.” Ele expressou sua decepção pessoal e da equipe, pedindo desculpas a todos, especialmente a Pierre.

A equipe Alpine está em sexto lugar no Campeonato de Construtores e esperava marcar pontos com seus dois carros na prova de 51 voltas nas ruas de Baku. Colapinto disse: “Estou muito frustrado. Tínhamos chance de pontuar e este era um dia importante para a equipe. Cometi um erro grave. Peço desculpas. Isso não deveria ter ocorrido.”

Após análise de imagens e dados do acidente, Colapinto foi considerado total ou quase totalmente responsável pelo ocorrido. Como também deixou a corrida, sua punição de 10 segundos será transformada em perda de cinco posições no grid de largada no Circuito Internacional de Sepang na próxima semana.

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Esporte

NFL domina o Maracanã, símbolo do futebol

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Bernardo Candal, um fã brasileiro da NFL, observa admirado os 60 anéis dos campeões do Super Bowl expostos no Rio de Janeiro, onde a liga poderosa de futebol americano dominará o Maracanã, símbolo do futebol, neste domingo (27).

Pelo terceiro ano consecutivo, a NFL fará um jogo de sua temporada regular no Brasil, dessa vez com o Baltimore Ravens, liderado por Lamar Jackson, e o Dallas Cowboys, com Dak Prescott, como protagonistas.

Essa será a primeira vez que a cidade do Rio recebe a partida, após São Paulo ter sediado as duas anteriores.

A paixão pela NFL “começou a crescer há alguns anos”, conta à AFP Candal, torcedor que tira fotos com a esposa e o bebê de três meses diante dos anéis e do troféu de campeão do Super Bowl em uma loja da liga inaugurada no Rio recentemente.

Ele começou a acompanhar o esporte ao assistir pela televisão o Super Bowl de 2009, ganhado pelo Pittsburgh Steelers.

“Me apaixonei”, relata Candal, de 34 anos, que após aquele jogo escolheu os Steelers para apoiar.

Com um mercado gigantesco que ultrapassa 200 milhões de habitantes, o Brasil tem uma base estimada de 36 milhões de fãs da NFL.

“Nós também jogamos”, diz uma mensagem em uma das camisetas vendidas na loja do Rio.

A partida, onde ambas as equipes chegam com um histórico de 1-1, começará às 17h25 (horário de Brasília). Ricky Martin e Pedro Sampaio serão as atrações do show do intervalo.

Uma Cultura Diferente

Com capacidade para mais de 78 mil torcedores, o Maracanã já foi palco de eventos históricos, como a final da Copa do Mundo de 1950, vencida pelo Uruguai contra o Brasil, o milésimo gol de Pelé e a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de 2016.

“Estou ansioso para vê-los lá! Encham o estádio e façam o chão vibrar”, declarou o kicker dos Cowboys, Brandon Aubrey, em vídeo gravado ao lado de Prescott e compartilhado nas redes sociais.

Antes de se destacar na NFL, Aubrey jogava futebol e visitou o Brasil participando de uma academia nos EUA.

“Eu tinha uns dez ou doze anos e treinei no São Paulo. Todo o meu time esteve lá, passamos cerca de duas semanas”, recordou ele à imprensa americana.

Aubrey, que foi selecionado no draft da MLS de 2017 pelo Toronto FC, atua na NFL desde 2023.

“Como o futebol é o esporte predominante no Brasil, ainda há resistência”, explica Pedro Henrique Carvalho, responsável pela comunicação da One Project, empresa que comercializa a NFL no país. “Porém, um fã de um esporte diferente do habitual costuma torcer com ainda mais paixão.”

Negócios e Expansão

O crescimento acompanha a estratégia da NFL em sua globalização.

Melbourne foi o primeiro destino da turnê internacional da liga este ano, seguida pelo Rio. Depois, as estrelas da NFL seguirão para Londres, Paris, Munique, Madri e Cidade do México.

Lamar Jackson, bicampeão do prêmio de Jogador Mais Valioso (2019 e 2023), já jogou fora dos EUA.

Em 2023, em Londres, no estádio do Tottenham, Jackson liderou a vitória do Baltimore Ravens contra o Tennessee Titans (24-16), com um touchdown e 21 passes completos em 30 tentativas, totalizando 223 jardas.

“Estou animado”, disse Jackson, mas ressaltou que a viagem ao Rio “é uma viagem de negócios”. “Não é para turismo ou diversão”.

Questões com o Gramado

O jogo da NFL ocorre em meio a dúvidas sobre o estado do gramado do Maracanã, estádio do Flamengo e Fluminense, ambos semifinalistas da Copa Libertadores.

O Rio enfrentou fortes chuvas nas últimas semanas, além de críticas constantes à qualidade do campo.

O técnico dos Cowboys, Brian Schottenheimer, acredita que o gramado estará em condições adequadas: “Não tenho preocupação… Teremos um campo pronto para jogar”.

De qualquer forma, existem planos alternativos, incluindo a possibilidade dos jogadores utilizarem chuteiras com mais aderência para garantir segurança.

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Esporte

Maracanã já recebeu jogo de futebol americano décadas antes da NFL

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O confronto que ocorrerá neste domingo entre Dallas Cowboys e Baltimore Ravens não marca a estreia do futebol americano no estádio do Maracanã. Embora a NFL, liga de maior expressão da modalidade, esteja pela primeira vez no local, o palco carioca já foi cenário desse esporte em uma partida amistosa realizada há mais de 70 anos. Na época, conforme registrado pelo GLOBO, o espetáculo agradou o público presente.

O contexto remonta à visita da equipe da Miami Jackson High School ao Brasil, convidada pela Associação Brasileira de Rádio. Inicialmente, realizaram uma apresentação em São Paulo, mas devido ao sucesso, receberam um convite para exibir o esporte no Rio de Janeiro, exatamente no Maracanã, em 11 de julho de 1954.

O estádio, inaugurado há menos de cinco anos naquela data, contou com uma audiência considerada satisfatória para um evento ainda pouco conhecido no Brasil. A partida contou com dois times da Miami Jackson High School, equipados com uniformes que faziam referência à Marinha, no branco, e ao Exército, no verde. A partida terminou empatada em 21 a 21, apesar do time de branco ter liderado até o intervalo.

Naquele tempo, o GLOBO também explicou as regras básicas do futebol americano, detalhando que o jogo consistia em quatro períodos de oito minutos cada, requisitos de equipamentos de proteção para os jogadores e o formato do campo, incluindo os golos que lembravam a letra H. Além disso, o sistema de som do estádio auxiliava na explicação para os espectadores.

Entretanto, o destaque do evento não foi apenas o jogo. O público ficou mais entusiasmado com as apresentações da banda musical e das majoretes (equivalentes às atuais líderes de torcida), que se apresentaram antes, durante o intervalo e após a partida. As performances, incluindo formações e execuções de hinos nacionais do Brasil e dos EUA, foram muito aplaudidas pela torcida.

Embora o público exato da exibição não tenha sido informado, a renda obtida foi de 580 mil cruzeiros. Diferentemente do que se espera para o futuro, naquele dia a torcida permaneceu com uma reação mais contida diante do jogo em si. Já para o ano de 2026 a expectativa é de um cenário muito diferente.

Nos últimos anos, São Paulo sediou partidas com cerca de 47 mil espectadores, e para o encontro entre Cowboys e Ravens, esperam-se entre 60 mil e 70 mil pessoas no Maracanã. O duelo está marcado para às 17h25 (horário de Brasília) e faz parte da terceira semana da temporada regular da NFL.

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Esporte

Bortoleto critica estratégia da Audi em Baku e perde posições após punição

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O piloto brasileiro Gabriel Bortoleto enfrentou um desempenho abaixo do esperado na manhã deste sábado (26), durante o Grande Prêmio do Azerbaijão, finalizando em 13º lugar. Entretanto, após receber uma penalização de dez segundos, sua posição caiu para o 15º lugar no resultado final.

Ainda assim, Bortoleto destacou o bom desempenho do carro durante a corrida em entrevista ao SporTV, afirmando que sentiu um ritmo favorável nas curvas, ao contrário do que havia experimentado durante o fim de semana, quando parecia estar lento em relação aos outros competidores.

Durante os treinos classificatórios, o piloto da Audi ficou em 17º lugar, superando o colega de equipe Nico Hülkenberg e os carros da Cadillac e Aston Martin, equipes que têm tido dificuldades na temporada.

Bortoleto também expressou insatisfação com a estratégia adotada pela equipe Audi durante a corrida. Explicou que houve uma demora para chamar Hülkenberg para os boxes. Enquanto isso, Gabriel permaneceu na pista em modo economia. Quando recebeu o aviso de que o companheiro de equipe iria parar, já era tarde para acelerar e compensar o tempo perdido, o que influenciou negativamente sua colocação.

Punição de Dez Segundos

Logo após a prova, Gabriel Bortoleto foi penalizado com uma punição de dez segundos devido a uma ultrapassagem durante uma bandeira amarela, que é proibida pelas regras da competição. A infração ocorreu quando ele ultrapassou Sergio Pérez entre as curvas 6 e 7.

Houve uma confusão com os organizadores, pois mesmo com sinalizações físicas e bandeiras amarelas informando a presença do Safety Car, o sistema oficial não registrou o acionamento, e seu volante não indicava a advertência.

Com essa penalização, o piloto terminou em 15º lugar, passando a ser ultrapassado por Oscar Piastri e Sergio Pérez. Entre os que completaram a corrida, ficou na última colocação.

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