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Esporte

João Fonseca encanta torcida, mas Alcaraz confirma favoritismo e vence exibição em Miami

O esperado confronto entre o melhor jogador de tênis do mundo e a jovem promessa terminou com a vitória do atleta mais experiente e consistente da atualidade. O número 1 do ranking, Carlos Alcaraz, superou o brasileiro João Fonseca por 2 sets a 1, em uma partida amistosa de alto nível disputada em Miami, com parciais de 7/5, 2/6 e 10/8.

Os dois competiram no LoanDepot Park, estádio do Miami Marlins, time de beisebol da principal liga americana, a Major League Baseball (MLB).

A arena foi rapidamente adaptada, montando-se uma quadra de tênis sobre o gramado apenas um dia antes do jogo. O estádio, que pode acolher até 37 mil pessoas, recebeu pouco mais de 20 mil torcedores, já que algumas áreas ficaram fechadas. Os ingressos tinham preços entre US$ 40 (cerca de R$ 217) e US$ 239 (aproximadamente R$ 1280).

A maioria do público era brasileira, composta por moradores de Miami e apoiadores do jovem atleta de 19 anos. A cada boa ação de Fonseca ou erro de Alcaraz, a torcida reagia com entusiasmo.

O jogo atraíu observadores locais e estrangeiros, que assistiram a uma disputa equilibrada. Embora ambos não tenham jogado no seu melhor nível, levaram o duelo a sério em momentos importantes, usando a partida como preparação para a temporada que se inicia.

Durante o confronto, a atitude descontraída ficou evidente, com risos e brincadeiras, expressando o espírito de amistoso, sem pontuação oficial ou troféus em disputa.

Alcaraz, recuperado recentemente de lesão, começou há poucos dias sua preparação para o próximo ano, enquanto Fonseca está no meio de sua pré-temporada.

O primeiro set foi disputado intensamente, até que o espanhol conseguiu quebrar o saque do brasileiro e vencer por 7 a 5. No segundo, Alcaraz relaxou, e o brasileiro aproveitou para vencer por 6 a 2, após abrir 4 a 0. No set decisivo, no formato super tiebreak, o espanhol voltou a focar, mesmo começando mal. Fonseca chegou a abrir uma vantagem de seis pontos, mas o número 1 do mundo buscou a virada, e, após alguns erros do brasileiro, confirmou a vitória por 10 a 8.

Atual 24º no ranking da ATP, Fonseca encerrou 2025 com dois títulos: o ATP 500 da Basileia e o ATP 250 de Buenos Aires. Ele subiu mais de 100 posições no ranking e demonstra ser um jogador especial, com potencial para estar entre os melhores e até desafiar Alcaraz futuramente.

O evento Miami Invitational também apresentou um duelo feminino e outro de duplas mistas. Na partida entre americanas, Amanda Anisimova venceu Jessica Pegula por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 7/5. Nas duplas, Alcaraz e Pegula superaram Fonseca e Anisimova em um super tiebreak, com o placar de 9 a 6, mostrando maior consistência.

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Esporte

Perito afirma em testemunho que Maradona sofreu morte súbita com suspeita de Covid-19

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Pablo Ferrari, perito oficial envolvido no julgamento da morte de Diego Armando Maradona, declarou que é impossível descartar que o ex-jogador tenha falecido devido à Covid-19, classificando o evento como uma morte repentina.

Ele também refutou a versão que indicava que o ídolo argentino teria vivido cerca de 12 horas de sofrimento antes de sua morte, conforme reportado pelo jornal argentino Clarín.

Ferrari foi a última testemunha a ser ouvida no segundo julgamento sobre a morte de Maradona, e seu depoimento era muito aguardado no processo.

Segundo Ferrari, a Covid-19 pode levar a uma evolução rápida e causar morte em algumas horas apenas.

Perito discorda de versão de longa agonia

Analisando exames feitos ao longo dos últimos anos por Maradona, o perito afirmou não ter encontrado sinais que exigissem atendimento médico emergencial baseado em indicadores de função hepática, com resultados normais em 2018, leve piora em 2019 e alterações em 2020, ainda sem necessidade de emergência.

Ele explicou que o acúmulo de líquido nos pulmões aconteceu em um período curto, entre minutos e poucas horas, levando a um edema pulmonar agudo que causou sufocamento e parada cardíaca.

Ferrari enfatizou que a agonia final foi breve, não sustentando academicamente a hipótese de longas horas de sofrimento.

Confronto durante o interrogatório

Durante as questionamentos feitos pela acusação, comandados pelo fiscal-geral adjunto de San Isidro, Patricio Ferrari, houve tensões, incluindo dúvidas sobre a experiência do perito, que não é cardiologista, mas ressaltou ter vasta experiência pericial.

Também foi mencionada sua atuação em outro processo que divergia das conclusões médicas convencionais, gerando debate acalorado entre advogados e o tribunal.

Leitura parcial do laudo

Quando questionado, Pablo Ferrari admitiu não ter lido todo o relatório, pois partes estavam ilegíveis, e declarou que não avaliou conteúdos que não entendeu, o que surpreendeu o juiz responsável.

Julgamento se aproxima do fim

Ferrari foi a 74ª testemunha ouvida no julgamento que já soma 44 audiências e ocorre no Tribunal Oral Criminal nº 7 de San Isidro, composto pelos juízes Alberto Gaig, Alberto Ortolani e Pablo Rolón.

As alegações finais das partes acusadoras estão programadas para os dias 8, 13 e 14 de outubro, e as defesas terão seus momentos nos dias 20, 21 e 22 do mesmo mês. A próxima fase do julgamento está agendada para 29 de setembro, quando os acusados poderão apresentar seus depoimentos.

O depoimento do perito trouxe uma visão distinta da Junta Médica oficial, apontando para uma morte súbita e não descartando a possibilidade da Covid-19 como causa, embora essas conclusões estejam sujeitas à avaliação do conjunto das provas.

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Esporte

Veja os clubes do futebol brasileiro com mais jogadores estrangeiros

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A partir do próximo ano, o futebol brasileiro passará por uma alteração significativa no número de atletas estrangeiros permitidos em partidas oficiais. Em acordo firmado na última segunda-feira (21) entre os clubes e a CBF, foi decidido que a quantidade atual de nove jogadores estrangeiros relacionados será reduzida gradualmente, até o limite de cinco atletas em 2030.

Essa mudança, aprovada pela maioria dos times das Séries A e B do Campeonato Brasileiro, teve como exceção os clubes Bahia, Flamengo e Londrina, que se posicionaram contrariamente à proposta.

Em 2023, 146 jogadores estrangeiros participaram do Brasileirão, de um total de 159 registrados para jogar. A diminuição da cota será escalonada para minimizar o impacto imediato nos elencos: oito atletas em 2027, sete em 2028, seis em 2029 e cinco no ano de 2030. Com a única exceção do Mirassol, todos os demais 19 clubes da Série A contam com jogadores estrangeiros.

Entre as equipes paulistas, o Palmeiras lidera com oito jogadores estrangeiros em seu plantel, destacando-se Gustavo Gómez, um dos mais antigos, presente desde 2018. Já Corinthians e São Paulo possuem sete atletas estrangeiros cada um, enquanto o Santos tem seis.

Na temporada atual, o Athletico-PR, o Botafogo e o Vasco apresentam os maiores números de jogadores estrangeiros. O Botafogo, por exemplo, conta com 11 atletas, incluindo o recém-contratado Hakim Ziyech, que participou da Copa do Mundo defendendo Marrocos.

Lista de jogadores estrangeiros por clube

  • Athletico-PR (11): Carlos Terán, Aguirre, Portilla, Alejandro García, Mendoza, Kevin Viveros, Kerwin Vargas e Jorge Rivaldo (Colômbia); Benavídez, Lucas Esquivel, Bruno Zapelli (Argentina)
  • Atlético-MG (9): Alan Franco, Alan Minda e Preciado (Equador); Tomás Cuello e Tomás Pérez (Argentina); Cassiera e Kevin Castaño (Colômbia), Mamady Cissé (Guiné) e Thiago Borbas (Uruguai)
  • Bahia (8): Sanabria, Román Gómez, Lautaro López, Guido Herrera e Alejo Véliz (Argentina); Nicolas Acevedo e Michel Araújo (Uruguai); Marco Moreno (Espanha)
  • Botafogo (11): Mateo Ponte, Lucas Monzón, Lucas Villalba (Uruguai); Ferraresi (Venezuela); Medina, Montoro (Argentina); Domingos Andrade (Angola); Jhoan Hernández e Jordan Barrera (Colômbia); Hakim Ziyech (Marrocos) e Kadir (Panamá)
  • Red Bull Bragantino (8): Herrera (Argentina); Mosquera e Weimar Palacios (Colômbia), Sosa (Uruguai); Sant’Anna, Guzmán Rodríguez (Uruguai), Isidro Pitta (Paraguai), Hurtado (Equador)
  • Corinthians (7): Labyad (Marrocos); Garro e Angileri (Argentina); Milans (Uruguai); Carrillo (Peru); Lingard (Inglaterra); Memphis (Holanda)
  • Coritiba (7): Nico Fonseca, Ocampo e Lavega (Uruguai); Bustos (Argentina); Sebastián Gómez e Ararat (Colômbia) e Josué (Portugal)
  • Cruzeiro (9): Viña e Lucho Rodríguez (Uruguai); Villalba, Romero, Rojas (Argentina); Sinisterra e Neyser Villarreal (Colômbia); Arroyo (Equador) e Peralta (Paraguai)
  • Chapecoense (5): Borrero (Colômbia), Miguel Carvalho (Espanha); Franco Rossi (Uruguai); Bolasie (RD Congo) e Kevin Ramírez (Uruguai)
  • Flamengo (10): Rossi e Freitas (Argentina); Arrascaeta, De la Cruz, Varela (Uruguai); Pulgar (Chile), Saúl (Espanha); Carrascal (Colômbia), Plata e Valencia (Equador)
  • Fluminense (9): Acosta, Cano, Castillo e Freytes (Argentina); Millán, Serna (Colômbia); Canobbio (Uruguai); Savarino e Soteldo (Venezuela)
  • Grêmio (10): Krovinovic (Croácia), Enamorado (Colômbia), Nardoni e Pavón (Argentina), Jovane Cabral (Cabo Verde), Noriega (Peru), Amuzu (Bélgica), Balbuena e Villasanti (Paraguai), Braithwaite (Dinamarca)
  • Internacional (10): Rochet (Uruguai), Maripán (Chile), Félix Torres (Equador); Gabriel Mercado, Bernabei, Aguirre, Villagra (Argentina), Benjamin (Gana), Carbonero (Colômbia) e Sanabria (Paraguai)
  • Palmeiras (8): Emiliano Martínez e Piquerez (Uruguai); Barboza, Flaco López e Giay (Argentina); Gustavo Gómez e Sosa (Paraguai); Jhon Arias (Colômbia)
  • Remo (6): Andrés González (Colômbia); Tchamba (Camarões); Catarozzi e Tassano (Uruguai) Picco (Argentina) e Galeano (Paraguai)
  • São Paulo (7): Duarte e Cedric (Portugal); Arboleda (Equador); Calleri e Enzo Diaz (Argentina), Buta (Angola), Bobadilla (Paraguai)
  • Santos (6): Caballero (Paraguai); Barreal, Escobar e Rollheiser (Argentina); Oliva (Uruguai); Miguelito (Bolívia)
  • Vasco (11): Puma Rodríguez e Saldívia (Uruguai); Andrés Gómez, Rojas, Hinestroza e Carlos Cuesta (Colômbia); Colídio, Lescano, Sosa e Spinelli (Uruguai); Nuno Moreira (Portugal)
  • Vitória (6): Brítez, Pochettino, Martínez, Tarzia (Argentina); Ismael (Portugal); Laquintana (Uruguai)
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Esporte

Mbappé está fora do treino da seleção da França por causa de gripe

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O capitão da seleção francesa, Kylian Mbappé, não participou das atividades do time na terça-feira (22), no centro de treinamento de Clairefontaine, próximo a Paris, devido a uma gripe forte, conforme informado pela equipe técnica dos Bleus.

Mbappé ficou em repouso três dias antes da estreia da França na Liga das Nações da Uefa, agendada para a próxima sexta-feira contra a Turquia, em Kocaeli, onde Zinedine Zidane comandará o time pela primeira vez.

Sem o jogador do Real Madrid, os outros 22 convocados realizaram um treino aberto ao público. Antes da sessão, os atletas distribuíram autógrafos e tiraram fotos com os fãs presentes.

Além do confronto contra a Turquia, a França terá mais três partidas na Liga das Nações durante esta primeira convocação na era Zidane: uma segunda visita à Bélgica, no dia 28 de setembro, seguida de jogos em casa contra a Itália e novamente contra a Bélgica, nos dias 2 e 5 de outubro, no Stade de France, em Saint-Denis.

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