Notícias
Eleitores poderão usar o e-Título para votar
Os eleitores terão a possibilidade de utilizar o e-Título, que é a versão digital do título eleitoral, para se identificar com os mesários e exercer seu direito de voto nas eleições de 2026, cujo primeiro turno está marcado para o dia 4 de outubro. Contudo, para votar apresentando apenas o e-Título, que está disponível para dispositivos iOS e Android, é necessário que o aplicativo contenha a fotografia do eleitor.
Para obter o e-Título, o eleitor deve acessar a AppStore ou a Google Play Store e realizar o download gratuitamente. É importante certificar-se de que o aplicativo exibido seja o “e-Título – Justiça Eleitoral Brasileira”.
Ao abrir o aplicativo, o eleitor deve inserir seus dados pessoais, como nome completo, data de nascimento, CPF ou número do título de eleitor, além dos nomes dos pais. Em seguida, será solicitado responder a perguntas de segurança mostradas na tela e criar uma senha de acesso.
Os dados fornecidos precisam estar exatamente iguais aos registrados no último atendimento à Justiça Eleitoral. Se houver qualquer diferença, o aplicativo não será capaz de validar o documento. Além disso, pode ser exigido o reconhecimento facial por meio da câmera do celular.
Além do e-Título com foto, o eleitor pode se identificar com documentos oficiais que contenham fotografia, tais como carteira de identidade, Identidade Social (destinada a pessoas trans e travestis), passaporte ou outros documentos oficiais equivalentes, carteiras de categorias profissionais reconhecidas por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho e carteira nacional de habilitação.
Vale destacar que esses documentos são aceitos para votação mesmo que estejam fora do prazo de validade.
Cidades
PM organiza esquema especial para clássico de futebol neste sábado
O confronto entre Náutico e Sport, que acontece no Estádio dos Aflitos, contará com a presença de 924 policiais militares durante e após o jogo, na tarde deste sábado (26). O plano de segurança abrange não apenas o estádio, mas também as principais ruas de acesso e pontos do transporte público usados pela torcida na saída.
Antes do início da partida, a Polícia Militar reforçou a segurança nas proximidades do estádio para proteger os torcedores e a comunidade local.
Dentre o total, 121 policiais do Batalhão de Choque (BPChoque) e da Companhia Independente de Policiamento com Cães (CIPCães) estarão posicionados dentro do estádio.
Nas áreas externas e nas vias principais ao redor do estádio, 803 policiais estão destacados, coordenados pelo 13º Batalhão da Polícia Militar (13º BPM). Esse contingente inclui equipes táticas e motopatrulhamento.
Além disso, a operação de segurança inclui monitoramento por câmeras no Centro Integrado de Comando e Controle Estadual (CICCE), utilização de drones e suporte aéreo do Grupamento Tático Aéreo (GTA), da Secretaria de Defesa Social (SDS).
Torcedores organizados do Náutico e Sport tiveram escolta durante o evento. Também há equipes presentes nas estações de metrô e terminais integrados para monitorar o deslocamento dos fãs.
Após o término do jogo, o policiamento continuará ativo nas principais rotas e nos pontos de transporte público para garantir a segurança na saída do público.
A Polícia Militar recomenda que qualquer situação suspeita seja comunicada imediatamente pelo telefone 190, preferencialmente enquanto acontece, fornecendo detalhes que possam ajudar na identificação dos envolvidos.
Notícias
Zema critica ações do governo como manobra eleitoral e politicamente oportunista
Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência pelo partido Novo, declarou neste sábado, 26, que as recentes atitudes do governo federal representam uma manobra eleitoral indevida. “Estamos vendo uma manobra eleitoral, faltando poucos dias para a eleição, o governo federal realiza ações que deveria ter feito em quase quatro anos. Por que não agiu antes? Apenas visando arrecadação, mesmo que prejudique financeiramente as pessoas mais humildes”, afirmou Zema durante uma visita à cidade de Varginha, em Minas Gerais, onde também percorreu as lojas locais.
Sem mencionar diretamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Zema qualificou o mandatário como “politicamente oportunista”. “Um líder que já teve chances de impulsionar o Brasil e não o fez, ao contrário, permitiu o aumento da criminalidade. Trata-se de uma pura estratégia política de alguém que percebe estar em desvantagem na corrida eleitoral”, acrescentou Zema.
O candidato à presidência garantiu que, se eleito, reduzirá os custos para o Brasil e adotará uma gestão econômica mais comedida. “A taxa de juros será diminuída para menos da metade. Atualmente, quem financia um carro ou uma moto acaba pagando o dobro, e esses juros altos destroem famílias e empresas. Isso será combatido”, prometeu, ressaltando também a simplificação dos impostos.
Zema também manifestou apoio ao setor do agronegócio local, assegurando que ampliará as linhas de crédito com juros acessíveis para os produtores rurais. “O agricultor será beneficiado duplamente. Também implementarei seguro safra e combateremos as invasões de terra”, concluiu.
Notícias
Dilma Bolada inicia boato sobre Nossa Senhora Aparecida
A falsa alegação de que o senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), tinha planos de remover Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil surgiu a partir de um boato propagado nas redes sociais pelo influenciador Jeferson de Oliveira Monteiro, responsável pelo perfil governista “Dilma Bolada”.
De acordo com o monitoramento das redes sociais feito pela equipe de campanha de Flávio Bolsonaro, a postagem feita às 21h50 de quarta-feira, 23, desencadeou uma série de boatos e informações distorcidas logo em seguida.
Em uma das publicações no perfil de Jeferson, lê-se: “Católico não vota em nenhum Bolsonaro e nem em nenhum candidato que queira retirar o título de Nossa Senhora Aparecida de Padroeira e Rainha do Brasil. Tudo com Jesus. Nada sem Maria. E Bolsonaro na cadeia!”.
Até a tarde de sábado, 26, essa postagem ainda estava disponível na rede social X (antigo Twitter). Tentativas de contato com o autor não obtiveram sucesso.
Outro post, identificado seis minutos depois, feito pelo usuário @waglegal10, dizia: “Se eleito, o senador Flávio terá que enfrentar forte pressão de alguns apoiadores. Grupos evangélicos planejam exigir a remoção de Nossa Senhora Aparecida como padroeira oficial do Brasil”.
Na noite seguinte, o canal GloboNews veiculou um comentário de um jornalista mencionando a mobilização de um grupo evangélico contra o título da padroeira. Posteriormente, o canal reconheceu o erro e pediu desculpas.
A campanha de Flávio conseguiu uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinando a remoção de mais de mil publicações que divulgavam essa informação falsa.
No entanto, influenciadores alinhados ao governo continuaram alimentando a desinformação para prejudicar a imagem de Flávio Bolsonaro perante os eleitores católicos.
George Marques, coordenador da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, chegou a republicar um post que incentivava a difusão contínua do boato, antes de apagá-lo.
Apesar de a GloboNews não ter mencionado o nome do candidato, uma das postagens com maior alcance vinculava erroneamente o senador à notícia falsa.
Com mais de 2 milhões de visualizações em menos de 24 horas, o post do usuário @vitor_dlucca denunciava a ação como absurda, enquanto o usuário @CarlosPortoRJ manifestava incredulidade, afirmando que a notícia representava um sério ataque aos católicos do país.
O monitoramento também identificou que Lázaro Rosa, um dos militantes governistas mais ativos, fez doze publicações com informações deturpadas, mesmo após os esclarecimentos.
O projeto de lei que supostamente embasaria a alegação está arquivado há quase 20 anos. Foi apresentado em dezembro de 2007 pelo deputado federal Victório Galli (MDB-MS) e pretendia alterar a lei que estabelecia o feriado de Nossa Senhora Aparecida, mudando a expressão “padroeira do Brasil” para “padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos”.
O projeto foi arquivado em agosto de 2008 após parecer contrário do relator, deputado Átila Lira, que considerou a proposta sem fundamentação constitucional.
No dia 24, o perfil “Dilma Bolada” divulgou uma imagem de Flávio Bolsonaro representado como uma serpente com a cabeça pisoteada por uma santa. A campanha enumerou 29 perfis responsáveis por propagar a desinformação.
Originado em 2013, o perfil “Dilma Bolada” ficou conhecido por sátiras positivas à então presidente Dilma Rousseff (PT) e apoiou sua reeleição em 2014.
Segundo delação premiada de Mônica Moura, esposa do marqueteiro João Santana, ela teria pago R$ 200 mil a Jeferson Monteiro via caixa 2, o que ambos negam, assim como a própria Dilma, que considerou a acusação falsa.
Durante o atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o publicitário recebeu um cargo na Empresa Brasil de Comunicação (EBC), mas foi demitido em agosto de 2023 após cinco meses sob alegação de viagem particular sem estar em período de férias.
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