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Cobardia moral, diz Caiado sobre possível falta de Lula e Flávio nos debates

O pré-candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou nesta segunda-feira (10) que a provável ausência dos candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) nos debates representa uma “cobardia moral”.

As declarações ocorreram durante uma coletiva de imprensa no evento Diálogos CEO One, promovido pelo VIP Battistini, um ecossistema de networking corporativo.

“Isso é claramente uma forma de cobardia moral”, afirmou o ex-governador ao ser questionado sobre a decisão dos dois candidatos de não comparecerem a alguns debates. “Sem a oportunidade de esclarecer as acusações feitas contra eles, a única saída é retirarem-se de maneira lamentável e covarde, deixando seus seguidores esperando, mas sem aparecer”, complementou.

Ronaldo Caiado também garantiu sua participação em todos os debates previstos, demonstrando compromisso com o processo eleitoral.

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Economia

Drauzio Varella critica Meta por vídeos falsos

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O médico Drauzio Varella classificou a Meta, dona do WhatsApp, Instagram e Facebook, como uma empresa “imoral”.

A declaração foi feita durante o Globo Summit, realizado nesta segunda-feira (10), parte do evento SP2B, em um painel que debate influência e confiança nas redes sociais.

Drauzio Varella relatou sua experiência enfrentando a empresa fundada por Mark Zuckerberg ao tentar combater vídeos falsos com a sua imagem, usados para promover medicamentos falsificados — problema que ele denuncia há anos nas plataformas da Meta.

“Minha experiência pessoal com essa empresa é muito decepcionante. Quando surgiram anúncios de remédios falsos, a primeira atitude é tentar contato com a plataforma. Inicialmente, não receberam resposta. Estou falando especificamente da Meta, que considero uma empresa imoral”, afirmou Drauzio Varella.

Ele ainda comentou que a companhia mantém uma “parceria com estelionatários” no que se refere à disseminação de conteúdos falsos nas redes de Zuckerberg.

“Se alguém comete um roubo e pede para uma empresa vender esses produtos pelo melhor preço, os envolvidos seriam responsabilizados criminalmente. No entanto, a Meta não sofre essas consequências. Ela, na realidade, atua como parceira desses criminosos. Por isso a classifico como empresa imoral”, disse o médico.

Drauzio Varella citou uma reportagem da Reuters de novembro de 2025 que revelou que a gigante estimava que 10% de sua receita em 2024, equivalente a 16 bilhões de dólares, poderia vir de golpes e produtos ilegais. A reportagem buscou posicionamento da empresa, que ainda não respondeu.

Em fevereiro deste ano, a Meta ajuizou ações contra esquemas que utilizam imagens e vozes alteradas de celebridades e influenciadores em anúncios para aplicar golpes no Brasil e na China.

Foi apurado que, além de Drauzio Varella, os acusados usavam imagens fraudulentas do médico Lair Ribeiro, da cantora Maiara, do jornalista Luiz Bacci e da influenciadora Maíra Cardi. O médico avaliou a ação como insuficiente.

Drauzio Varella também criticou o uso do argumento da “liberdade de expressão” pelas grandes empresas de tecnologia para se esquivarem de legislações que combatam crimes contra a saúde pública, ressaltando que a tecnologia para remoção desses conteúdos existe, citando o YouTube como exemplo de plataforma que age com mais eficiência após notificações.

Marie Santini, fundadora e diretora do Netlab (Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da UFRJ), participou do painel e contou que o laboratório coletou mais de 100.000 anúncios em um mês, analisando manualmente uma amostra de 6.000.

Os dados revelaram que 76% dos anúncios relacionados à saúde eram compostos por desinformação, fraudes, golpes ou roubo de dados. Dentre esses, 21% utilizavam indevidamente a imagem do Drauzio Varella, aproveitando-se da facilidade de manipular vídeos reais com ferramentas de inteligência artificial.

Os participantes também destacaram que a desinformação se tornou um negócio rentável e organizado, frequentemente envolvendo crime organizado. A ausência de regulamentação e o pouco envolvimento do Estado no ambiente digital facilitam a ação dessas redes.

O painel apontou ainda a falta de responsabilidade das empresas americanas, que controlam seus dados no mercado e agem com pouca transparência.

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Notícias

Drauzio Varella critica Meta por vídeos falsos

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Drauzio Varella, médico renomado, expressou uma opinião severa sobre a Meta, empresa proprietária do WhatsApp, Instagram e Facebook, classificando-a como ‘imoral’.

Esse comentário foi feito durante o Globo Summit, realizado nesta segunda-feira (10), no evento SP2B, dentro de uma sessão que discute a influência e a confiança no ambiente das redes sociais.

Drauzio Varella compartilhou sua experiência ao confrontar a Meta sobre a circulação de vídeos falsificados utilizando sua imagem para promover medicamentos fraudulentos. Ele tem denunciado esses conteúdos enganosos há vários anos nas plataformas da empresa.

Segundo ele, a tentativa de contato com a Meta para remover esses vídeos foi frustrante, pois a empresa inicialmente sequer respondeu às solicitações. Ele declarou: ‘Minha experiência pessoal com essa empresa foi muito decepcionante. A Meta, para mim, é uma empresa sem ética.’

Além disso, Drauzio Varella acusou a gigante das redes sociais de colaborar com golpistas, afirmando que essa aliança configura uma conduta criminosa. Enquanto pessoas comuns seriam processadas, a Meta permanece impune, ampliando sua participação nesse esquema ilegal.

Ele mencionou uma reportagem da Reuters de novembro de 2025, que apontava que 10% da receita da Meta em 2024, equivalente a US$ 16 bilhões, provém de fraudes e produtos proibidos. A empresa ainda não se posicionou sobre essa questão.

Em fevereiro deste ano, a Meta iniciou ações judiciais para combater o uso indevido de imagens e vozes alteradas de celebridades em anúncios fraudulentos no Brasil e na China. Entre os afetados estão Drauzio Varella, Lair Ribeiro, Maiara, Luiz Bacci e Maíra Cardi. No entanto, o médico considerou as medidas tomadas pela empresa como insuficientes.

Drauzio Varella também criticou as grandes empresas de tecnologia por utilizarem a ‘liberdade de expressão’ como justificativa para evitar regulamentações que combateriam crimes contra a saúde pública. Ele destacou que tecnologia para remoção desses conteúdos existe, citando o YouTube como exemplo de plataforma que age com mais eficácia quando notificada.

Outra voz importante no debate foi Marie Santini, fundadora e diretora do Netlab (Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da UFRJ). Ela revelou que o laboratório analisou mais de 100.000 anúncios em um mês e, ao inspecionar uma amostra de 6.000, constatou que 76% continham desinformação, golpes, fraudes ou roubo de dados dos usuários. Dentre esses anúncios fraudulentos, 21% usavam indevidamente a imagem do Drauzio Varella, utilizando inteligência artificial para manipular vídeos reais.

Os palestrantes do painel destacaram que a propagação da desinformação se tornou uma atividade lucrativa e organizada, associada ao crime organizado. A falta de regulamentação e a invisibilidade do Estado no ambiente digital facilitam essas operações criminosas.

Foi ressaltada ainda a ausência de responsabilidade das empresas americanas que dominam os dados do mercado, além da pouca transparência em suas ações.

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Cultura

Fã assedia atriz indiana Nikita Rawal e a beija sem consentimento em evento

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Nikita Rawal, atriz da Índia, foi alvo de assédio durante o Bright OTT & Style Awards, realizado no último sábado (8) em um hotel na cidade de Mumbai.

Conforme reportado pelo jornal El Heraldo de México, ela estava posando para fotógrafos quando uma fã se aproximou e a beijou sem sua permissão.

Imagens do incidente viralizaram nas redes sociais. Em um vídeo que circula no X (antigo Twitter), Nikita aparece para as câmeras quando a mulher se aproxima e a beija. A atriz demonstra desconforto e tenta se afastar imediatamente após o acontecido.

Seguranças presentes no evento retiraram a fã do local para impedir nova abordagem. Visivelmente abalada, Nikita chorou e recebeu conforto de membros da sua equipe. Até o momento, ela e seus representantes não fizeram declarações públicas sobre o episódio.

Sobre Nikita Rawal

Nikita Rawal é uma atriz da Índia com trabalhos no cinema local, tendo participado do filme Garam Masala, assim como outras produções de Bollywood e de cinema regional.

O ocorrido no evento em Mumbai trouxe novamente atenção para o nome da atriz nas redes sociais.

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