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Economia

BB e Pagaleve lançam crédito inovador para compras online

O Banco do Brasil, em colaboração com a fintech Pagaleve, reconhecida por sua liderança em soluções de parcelamento via Pix, apresenta uma experiência inédita de crédito para o comércio eletrônico, integrando pagamento e financiamento diretamente na interface de pagamento das lojas digitais.

Essa inovação resulta da parceria entre o Banco do Brasil e a startup, investida pelo BB Ventures, fortalecendo a estratégia de inovação aberta da instituição para proporcionar maior valor aos consumidores.

A solução traz uma revolução na obtenção de crédito no ambiente online, unindo praticidade, inovação e uma jornada de contratação simplificada e acessível. Ao escolher a opção de pagamento “Parcelamento via Pix” da Pagaleve no ato da compra, o cliente visualiza de modo claro e integrado as possibilidades de parcelamento disponíveis. Clientes do Banco do Brasil ainda têm acesso a opções de financiamento que podem ser parceladas em até 60 vezes, aumentando o poder de compra para produtos de maior valor agregado.

Essa oferta acontece por meio da integração da Pagaleve com o BB Pay, permitindo a identificação automática do cliente via API em tempo real, garantindo um acesso personalizado ao crédito do banco.

A integração proporciona vantagens às lojas parceiras da Pagaleve ao fomentar o aumento da conversão e estimular vendas com valores mais elevados, principalmente em setores onde o prazo estendido é crucial para a finalização da compra.

Para o Banco do Brasil, essa inovação representa a expansão sustentável da oferta de crédito em grandes plataformas digitais. O modelo une meios de pagamento, crédito e experiência digital em um único fluxo com resposta imediata.

“Estamos avançando na integração entre crédito e meios de pagamento, oferecendo ao cliente uma experiência mais simples, transparente e eficiente no momento da compra. Essa parceria amplia o acesso ao crédito de forma responsável e fortalece a presença do Banco do Brasil no comércio eletrônico”, destacou Viviane Silva, executiva de financiamentos do BB.

Disponível em lojas dos segmentos de vestuário, eletroeletrônicos, informática, móveis, eventos, joias, perfumaria, entre outros, essa nova solução conjunta reforça o compromisso do Banco do Brasil na evolução do crédito digital e aumenta o alcance comercial da rede da Pagaleve.

Para ampliar a divulgação da iniciativa e promover maior engajamento do público, o Banco do Brasil destaca em seu site algumas lojas parceiras já integradas. Novas parcerias serão adicionadas em breve.

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Economia

Itaú vende operação de clientes físicos na Colômbia e Panamá ao Banco Bogotá por R$ 2,5 bilhões

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Itaú Unibanco anunciou na última sexta-feira (31) que sua subsidiária Banco Itaú Colômbia finalizou a transferência de sua operação de varejo voltada para clientes físicos ao Banco de Bogotá.

A operação que também incluiu a unidade no Panamá, subordinada à mexicana, foi concluída por um valor líquido de R$ 2,5 bilhões.

Essa transação envolve cerca de R$ 9,7 bilhões em carteira de crédito, já descontadas as provisões, e R$ 7,2 bilhões em depósitos.

O acordo foi firmado em dezembro e recebeu aprovação da Superintendência Financeira da Colômbia. A migração dos clientes começou em 1º de agosto, e o Itaú manteve canais abertos para atendimento durante o processo.

De acordo com o Itaú, essa negociação não afetou significativamente seu índice de capital regulatório.

Com a conclusão da operação, o Itaú Colômbia passará a focar suas atividades no segmento corporativo, alinhando-se à estratégia de otimizar o retorno sobre o capital investido.

Em comunicado para a operação local, o Itaú informou que a oferta para clientes corporativos será ampliada com soluções financeiras providas por suas subsidiárias: Itaú Comisionista de Bolsa, Itaú Fiduciária e Itaú Panamá.

Para apoiar essa mudança, houve um aumento de capital de até 400 bilhões de pesos colombianos, dos quais 240 bilhões foram recentemente aportados para reforçar a saúde financeira do banco.

Nos últimos anos, o Itaú tem reestruturado suas operações na América Latina. Em 2023, o banco vendeu sua operação na Argentina ao Banco Macro por R$ 250 milhões, encerrando suas atividades no país após enfrentar prejuízos.

Atualmente, além do Chile, o Itaú opera no Uruguai e Paraguai e mantém escritórios de representação na Argentina e Peru.

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Economia

Contas bloqueadas no WhatsApp causam preocupação entre usuários

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Diversos usuários do WhatsApp registraram, na manhã desta segunda-feira (3), o bloqueio de suas contas na plataforma.

As contas afetadas exibiram uma mensagem indicando que estão sob avaliação. Conforme informado pelo aplicativo, estão sendo analisadas as atividades e os dados dos dispositivos para garantir que o uso do serviço esteja conforme os Termos de Serviço.

Mensagem recebida pelos usuários no WhatsApp

O WhatsApp comunicou que os proprietários das contas bloqueadas serão informados sobre o resultado da avaliação no prazo de até 24 horas.

Reclamações

O site Downdetector, que monitora o funcionamento de plataformas digitais, já recebeu mais de 180 queixas relativas ao WhatsApp. Usuários relatam bloqueios inesperados de suas contas.

“Minha conta foi suspensa sem motivo algum. Uso pessoal há mais de 12 anos”, comentou um usuário.

Na rede social X, antes Twitter, outro usuário afirmou que espera um posicionamento da Meta, mas acredita que a empresa pode enfrentar processos judiciais caso as contas analisadas não sejam restituídas.

Gente, socorro. Meu WhatsApp foi bloqueado DO NADA! Alguém já passou por isso? Sabe se tem alguém com quem posso falar? Já solicitei a análise e dizem que devem responder em 24 horas, mas é tudo meio automatizado. Estou no meio de compromissos super importantes, que loucura!

— Ana Lesnovski (@analesnovski)

Pessoal! Houve algum erro no sistema da Meta que resultou no bloqueio de várias contas do WhatsApp, incluindo a minha. Vamos aguardar qual será o posicionamento do WhatsApp, mas se as contas não forem restauradas, poderemos enfrentar uma série de processos.

— Arthur Estrela – Advogado de Dir. Digital e Gamer (@arthurestreladv)

Publicações indicam que o problema não está limitado ao Brasil. Uma usuária da Argentina relatou ter recebido uma notificação de suspensão da conta nesta segunda-feira.

Alguien sabe a que se debe esto? De repente no pude usar más WhatsApp web y ahora me apareció esto…tremendo. Ya hice un reclamo. Cualquier consejo o ayuda estoy desesperada!

— Vanessa Bell (@cremetoursBA)

Segurança

Em comunicado enviado à Folha de Pernambuco, a Meta explicou que esses bloqueios são parte das medidas de segurança implementadas para proteger os usuários da plataforma.

“Nos esforçamos constantemente para antecipar as ações daqueles que tentam fazer uso inadequado do nosso serviço e bloqueamos contas para garantir a segurança dos demais usuários. Eventualmente, podemos cometer erros e, nestes casos, buscamos solucionar a situação rapidamente para que as pessoas possam retomar suas comunicações”, declarou um representante do WhatsApp.

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Economia

Mercado espera nova redução gradual da Selic a 13,75% até o fim de 2026

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O mercado financeiro revisou para baixo suas projeções da taxa Selic ao longo de 2026, refletindo a recente melhora nas expectativas de inflação.

O Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira indicou que a mediana das previsões para a taxa básica de juros ao final de 2026 passou de 14%, valor mantido nas últimas cinco semanas, para 13,75%. Isso evidencia a expectativa de pelo menos dois cortes de 0,25 ponto percentual da Selic até o fim do próximo ano.

Essa atualização nas projeções ocorre em meio a uma série de dados inflacionários mais favoráveis, com destaque para o IPCA-15 de julho, que ficou abaixo do esperado, e para a queda nos preços do petróleo no mercado internacional. A previsão para o IPCA de 2026 foi reduzida de 5,12% para 5,03%, representando a quinta semana consecutiva de queda nas estimativas inflacionárias.

De acordo com a Ativa Investimentos, essa alteração reflete uma reação direta à melhora da conjuntura inflacionária após dados recentes mais positivos do que o antecipado e uma perspectiva suavizada para os preços das commodities.

Apesar dessas melhorias, analistas ressaltam que a trajetória dos juros deve continuar sendo de redução gradual, e não o início de um ciclo acelerado de cortes.

— O Focus consolidou a previsão de um corte de 0,25 ponto percentual na Selic nesta quarta-feira, principalmente pela continuidade da melhora nas projeções de inflação. Entretanto, esse movimento não deve ser interpretado como o começo de uma queda rápida dos juros, pois a expectativa mais provável é uma redução gradual, com a Selic terminando 2026 em torno de 13,75%, desde que a inflação desacelere e o cenário externo permaneça favorável — explica Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos.

Para o analista, qualquer diminuição dos juros pelo Banco Central deve ser acompanhada de um discurso mais cauteloso, indicando que futuros cortes dependerão da evolução da inflação e das contas públicas.

— Para investidores, isso significa evitar apostas em quedas rápidas dos juros, continuar preferindo aplicações de renda fixa que ainda oferecem rendimentos atrativos e ser criterioso na escolha de ações e crédito privado, favorecendo empresas sólidas e com menor endividamento — acrescenta.

As expectativas para os anos seguintes mostraram-se praticamente estáveis. A projeção para o IPCA de 2027 manteve-se em 4,22%, enquanto as estimativas para 2028 e 2029 ficaram em 3,80% e 3,50%, respectivamente.

No câmbio, a previsão para o dólar ao final de 2026 continuou em R$ 5,20, e para 2027 houve um leve recuo, de R$ 5,29 para R$ 5,28.

A Ativa também prevê que essas condições mais favoráveis devem levar o Banco Central a ajustar para baixo suas projeções de inflação na próxima reunião do Copom, podendo reduzir a estimativa do IPCA para 2026 de 5,2% para 4,8%. Isso reforçaria o espaço para a continuidade do processo de corte gradual dos juros.

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