Economia
Auditores do Distrito Federal retiram mais de 1,6 milhão em mercadorias irregulares
A Secretaria de Economia do Distrito Federal, através dos auditores da Subsecretaria de Receita, recolheu mercadorias avaliadas em mais de R$ 1,6 milhão entre os dias 25 e 29 de janeiro. As empresas envolvidas, especialmente transportadoras, foram multadas em aproximadamente R$ 660 mil, referentes a impostos e sanções.
Entre os produtos confiscados estavam 2 mil pneus, 10.332 garrafas de bebidas alcoólicas e 155,18 metros cúbicos de madeira, além de outros itens como 4.488 metros quadrados de telas de polietileno e materiais metalúrgicos.
As apreensões aconteceram principalmente nas rodovias BR-020 e BR-060. Em 27 de janeiro, na BR-020, uma carreta foi parada com 2 mil pneus e nota fiscal falsa, avaliada em R$ 590 mil, gerando impostos e multas no total de R$ 145 mil.
Na BR-060, em 25 de janeiro, foram recolhidas 10.332 garrafas de bebidas como vodka, whisky e gin, também com nota fiscal falsa, resultando em uma base de cálculo de R$ 244 mil e multas de R$ 155 mil.
No dia 26 de janeiro, na mesma rodovia, uma carreta transportando 4.488 metros quadrados de telas de polietileno foi apreendida, avaliada em R$ 197 mil, com multas de R$ 83 mil. Ainda nesse dia, três carretas com madeira serrada foram interceptadas.
Em 29 de janeiro, na BR-060, uma carreta com produtos metalúrgicos no valor de R$ 78 mil foi detida. Também foram recolhidos fretes e transportes sem manifesto de carga, totalizando R$ 31 mil, e transportadoras autuadas por transportar confecções, bijuterias e utensílios domésticos com notas falsas, somando R$ 220 mil em multas.
Essas ações têm como objetivo combater irregularidades fiscais e garantir o cumprimento das leis tributárias no transporte de mercadorias no Distrito Federal.
Economia
Avaliação da Economia do País pelos Brasileiros em Pesquisa BTG/Nexus
Uma pesquisa recente realizada pelo BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira, dia 3, revela que 47% dos brasileiros consideram que a situação econômica do País está ruim ou péssima, enquanto 21% acreditam que está ótima ou boa, e 31% veem como regular. Esses números indicam uma leve melhora para o governo, embora ainda dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais.
Na última pesquisa, realizada em 27 de julho, 49% avaliavam a economia como ruim ou péssima e 18% como ótima ou boa. Já no levantamento de 13 de julho, esses índices eram de 53% e 15%, respectivamente.
Ao comparar a atual situação econômica com a do governo anterior, 39% acham que a economia está melhor sob a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação à gestão de Jair Bolsonaro (PL), enquanto 46% acreditam que está pior. Para 13%, a situação permanece igual.
Quanto à condição financeira pessoal, 47% dos entrevistados relatam melhora em relação ao período do governo Bolsonaro, 31% dizem que piorou e 20% afirmam que não houve mudança.
Sobre as expectativas para os próximos seis meses, 40% esperam que a economia do País melhore um pouco ou muito, o que é um aumento comparado aos 34% da pesquisa anterior. Por outro lado, 29% acreditam que a economia irá piorar, contra 32% na última pesquisa. Aqueles que acham que a economia vai permanecer igual são 25%, menor que os 29% anteriores, e 6% não souberam responder.
Em relação à situação financeira pessoal futura, 49% esperam melhora significativa ou moderada, 13% acreditam que irá piorar e 32% acreditam que permanecerá estável.
O levantamento também ressaltou que a segurança pública é o principal problema apontado por 30% dos respondentes. Outros desafios mencionados foram saúde pública (23%), corrupção (19%), classe política (17%) e educação (15%). Desemprego, falta de trabalho, inflação e desigualdade social foram citados por 10%, crescimento econômico lento por 9% e aumento dos impostos por 6% dos participantes.
Na projeção para o segundo turno das eleições, 61% dos beneficiários do Bolsa Família declararam voto em Lula e 28% em Flávio Bolsonaro. Na pesquisa anterior, esses números eram 75% e 20%, respectivamente. Entre aqueles que não recebem o Bolsa Família, 47% afirmaram que votarão em Flávio Bolsonaro e 43% em Lula.
A pesquisa também revelou que 74% dos brasileiros têm muito ou razoável interesse nas eleições gerais deste ano, enquanto 13% têm pouco interesse e 10% nenhum interesse.
Finalmente, entre os eleitores que já decidiram seu voto no primeiro turno, 75% estão certos de sua escolha e não pretendem mudar, enquanto 23% consideram a possibilidade de alterar o voto.
A pesquisa foi realizada entre 31 de julho e 2 de agosto com 2.002 brasileiros com 16 anos ou mais, por telefone, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 2 pontos percentuais. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código BR-02874/2026.
Economia
Ipc-s cai 0,08% em julho após alta em junho, indica FGV
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) apurado pela Fundação Getulio Vargas apresentou uma queda de 0,08% no final de julho, após registrar alta de 0,07% na terceira quadrissemana e 0,36% no encerramento de junho. No acumulado dos últimos 12 meses, o índice subiu 3,86%.
Desta vez, cinco dos oito grupos que compõem o IPC-S mostraram redução nas taxas de variação: Despesas Diversas (de -0,01% para -0,03%), Comunicação (de 1,92% para -0,06%), Transportes (de 0,07% para -0,29%), Alimentação (de -0,73% para -0,87%) e Vestuário (de -1,03% para -1,22%).
Por outro lado, houve aumento nos grupos de Educação, Leitura e Recreação (de 0,78% para 1,06%), Habitação (de 0,35% para 0,39%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,18% para 0,22%).
Principais influências para a queda
A queda do índice deve-se principalmente à redução nos preços do tomate (de -19,73% para -27,42%), batata-inglesa (de -14,65% para -19,59%), gasolina (de -0,20% para -1,04%), cenoura (de -8,79% para -14,70%) e café em pó (de -3,03% para -2,75%).
Elementos que elevaram o índice
Em contraste, os itens que pressionaram para aumento foram passagem aérea (de 9,69% para 11,91%), condomínio residencial (de 0,49% para 0,80%), plano e seguro de saúde (de 0,46% para 0,47%), cebola (de 9,97% para 10,00%) e leite tipo longa vida (de 1,55% para 2,60%).
Economia
Data do quinto dia útil de agosto 2026 para pagamento de salários
O quinto dia útil de agosto de 2026 será na quinta-feira, dia 6. Para a definição do pagamento dos salários, considera-se o sábado como dia útil, excluindo apenas domingos e feriados. Essa regra está baseada no artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que determina que os salários devem ser pagos até o quinto dia útil do mês seguinte ao trabalhado.
Quando ocorre o quinto dia útil em agosto de 2026?
Entram na contagem os dias úteis de segunda a sábado, sendo excluídos os domingos e feriados, por se tratar de dias de descanso do trabalhador. Assim, o calendário útil de agosto fica assim distribuído:
- Primeiro dia útil: 1 de agosto (sábado);
- Segundo dia útil: 3 de agosto (segunda-feira);
- Terceiro dia útil: 4 de agosto (terça-feira);
- Quarto dia útil: 5 de agosto (quarta-feira);
- Quinto dia útil: 6 de agosto (quinta-feira).
Mesmo para trabalhadores que atuem no primeiro domingo do mês, o pagamento não é antecipado, pois a legislação não considera esse dia como útil.
O que fazer se o pagamento do salário atrasar além do quinto dia útil?
De acordo com o artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o salário deve ser pago, no máximo, até o quinto dia útil do mês seguinte. Em caso de atraso, existem várias medidas que o empregado pode adotar.
O trabalhador pode buscar a cobrança do valor devido na justiça, com direito à correção monetária. Além disso, o sindicato da categoria pode entrar com ação civil contra a empresa.
Se o atraso for recorrente ou prolongado, a Justiça do Trabalho pode reconhecer o descumprimento contratual, permitindo ao empregado rescindir o contrato e receber todas as verbas rescisórias como se tivesse sido demitido sem justa causa.
O empregador está sujeito a fiscalização e pode ser multado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em R$ 176,03 por trabalhador prejudicado. Também pode haver investigação administrativa pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) para apurar a conduta da empresa.
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