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Veja quais times brasileiros têm mais jogadores estrangeiros no elenco

A partir de 2025, haverá uma diminuição no número máximo de jogadores estrangeiros que podem ser relacionados para jogos no futebol brasileiro. Em um acordo firmado na segunda-feira (21), clubes e a CBF decidiram reduzir essa cota, que atualmente é de nove atletas estrangeiros, de forma gradual até 2030.

Até 2030, o limite será de apenas cinco atletas estrangeiros por partida, conforme aprovado pelos clubes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro, com exceção de Bahia, Flamengo e Londrina, que foram contrários.

Neste ano, 146 jogadores estrangeiros participaram do Brasileirão entre 159 atletas aptos a jogar. A redução será feita passo a passo para minimizar o impacto imediato nas equipes: em 2027, o limite será de oito estrangeiros; em 2028, sete; em 2029, seis; e finalmente cinco em 2030. Exceto o Mirassol, todos os 19 clubes da Série A têm jogadores estrangeiros em seus elencos.

Dentre os clubes paulistas, o Palmeiras possui a maior quantidade, oito estrangeiros, sendo Gustavo Gómez o mais antigo, presente desde 2018. Corinthians e São Paulo têm sete, enquanto o Santos conta com seis.

Athletico-PR, Botafogo e Vasco são os times com mais atletas de fora do Brasil nesta temporada. O Botafogo tem 11 jogadores estrangeiros, incluindo o recém-contratado Hakim Ziyech, que jogou pela seleção de Marrocos na Copa do Mundo.

Estrangeiros por clube

  • Athletico-PR (11): Carlos Terán, Aguirre, Portilla, Alejandro García, Mendoza, Kevin Viveros, Kerwin Vargas e Jorge Rivaldo (Colômbia); Benavídez, Lucas Esquivel, Bruno Zapelli (Argentina).
  • Atlético-MG (9): Alan Franco, Alan Minda e Preciado (Equador); Tomás Cuello e Tomás Pérez (Argentina); Cassiera e Kevin Castaño (Colômbia), Mamady Cissé (Guiné) e Thiago Borbas (Uruguai).
  • Bahia (8): Sanabria, Román Gómez, Lautaro López, Guido Herrera e Alejo Véliz (Argentina); Nicolas Acevedo e Michel Araújo (Uruguai); Marco Moreno (Espanha).
  • Botafogo (11): Mateo Ponte, Lucas Monzón, Lucas Villalba (Uruguai); Ferraresi (Venezuela); Medina, Montoro (Argentina); Domingos Andrade (Angola); Jhoan Hernández e Jordan Barrera (Colômbia); Ziyech (Marrocos) e Kadir (Panamá).
  • Red Bull Bragantino (8): Herrera (Argentina); Mosquera e Weimar Palacios (Colômbia), Sosa (Uruguai); Sant’Anna, Guzmán Rodríguez (Uruguai), Isidro Pitta (Paraguai), Hurtado (Equador).
  • Corinthians (7): Labyad (Marrocos); Garro e Angileri (Argentina); Milans (Uruguai); Carrillo (Peru); Lingard (Inglaterra); Memphis (Holanda).
  • Coritiba (7): Nico Fonseca, Ocampo e Lavega (Uruguai); Bustos (Argentina); Sebastián Gómez e Ararat (Colômbia) e Josué (Portugal).
  • Cruzeiro (9): Viña e Lucho Rodríguez (Uruguai); Villalba, Romero, Rojas (Argentina); Sinisterra e Neyser Villarreal (Colômbia); Arroyo (Equador) e Peralta (Paraguai).
  • Chapecoense (5): Borrero (Colômbia), Miguel Carvalho (Espanha); Franco Rossi (Uruguai); Bolasie (RD Congo) e Kevin Ramírez (Uruguai).
  • Flamengo (10): Rossi e Freitas (Argentina); Arrascaeta, De la Cruz, Varela (Uruguai); Pulgar (Chile), Saúl (Espanha); Carrascal (Colômbia), Plata e Valencia (Equador).
  • Fluminense (9): Acosta, Cano, Castillo e Freytes (Argentina); Millán, Serna (Colômbia); Canobbio (Uruguai); Savarino e Soteldo (Venezuela).
  • Grêmio (10): Krovinovic (Croácia), Enamorado (Colômbia), Nardoni e Pavón (Argentina), Jovane Cabral (Cabo Verde), Noriega (Peru), Amuzu (Bélgica), Balbuena e Villasanti (Paraguai), Braithwaite (Dinamarca).
  • Internacional (10): Rochet (Uruguai), Maripán (Chile), Félix Torres (Equador); Gabriel Mercado, Bernabei, Aguirre, Villagra (Argentina), Benjamin (Gana), Carbonero (Colômbia) e Sanabria (Paraguai).
  • Palmeiras (8): Emiliano Martínez e Piquerez (Uruguai); Barboza, Flaco López e Giay (Argentina); Gustavo Gómez e Sosa (Paraguai); Jhon Arias (Colômbia).
  • Remo (6): Andrés González (Colômbia); Tchamba (Camarões); Catarozzi e Tassano (Uruguai) Picco (Argentina) e Galeano (Paraguai).
  • São Paulo (7): Duarte e Cedric (Portugal); Arboleda (Equador); Calleri e Enzo Diaz (Argentina), Buta (Angola), Bobadilla (Paraguai).
  • Santos (6): Caballero (Paraguai); Barreal, Escobar e Rollheiser (Argentina); Oliva (Uruguai); Miguelito (Bolívia).
  • Vasco (11): Puma Rodríguez e Saldívia (Uruguai); Andrés Gómez, Rojas, Hinestroza e Carlos Cuesta (Colômbia); Colídio, Lescano, Sosa e Spinelli (Uruguai); Nuno Moreira (Portugal).
  • Vitória (6): Brítez, Pochettino, Martínez, Tarzia (Argentina); Ismael (Portugal); Laquintana (Uruguai).
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Discurso de Lula na ONU exige coragem; Trump é autoritário

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A candidata ao Senado, Marina Silva (Rede), elogiou nesta terça-feira (22) a fala do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a Assembleia Geral da ONU, realizada nos Estados Unidos. Ela afirmou que o discurso exigiu muita coragem e valentia, além de criticar o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamando-o de autoritário e negacionista.

“Essa é a coragem que nos inspira, mesmo sabendo que há desigualdade de condições para enfrentar o adversário, especialmente quando se trata de uma potência militar como os Estados Unidos”, declarou Marina durante a plenária de mobilização do PT em São Paulo. “Devemos guardar esse discurso como um marco na história”, acrescentou.

A ex-ministra do Meio Ambiente também destacou a mensagem de Lula de que o Brasil não deve ser submisso a nenhuma outra nação, referindo-se diretamente aos Estados Unidos. “Apesar das dificuldades, é vital que alguém afirme que não aceitamos porta-aviões vigiando nossos mares”, ressaltou Marina.

Ela ainda enfatizou a importância de proteger o meio ambiente, destacando a necessidade de abandonar o uso dos combustíveis fósseis. Além disso, alertou para o desafio de controlar as grandes empresas de tecnologia, que estão concentradas nos Estados Unidos.

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Brasil

Cury afirma que Lula não reconhece o personalismo como desafio na América Latina

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Augusto Cury, candidato à Presidência pelo Avante, declarou nesta terça-feira (22) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não compreende que o principal desafio enfrentado pela América Latina é o personalismo que resulta do sistema presidencialista.

De acordo com Cury, o presidencialismo favorece a permanência prolongada de líderes no poder, além de incentivar a formação de movimentos políticos concentrados em figuras individuais. Ele destacou que esse personalismo deu origem ao peronismo, chavismo, varguismo no Brasil e está na base do bolsonarismo e lulismo.

Cury ressaltou que a lealdade exagerada a líderes políticos tende a diminuir a capacidade crítica dentro desses grupos. “Os maiores adversários de Bolsonaro não são os lulistas, mas sim os bolsonaristas que não o questionam”, apontou.

Ele fez análise semelhante sobre Lula: “Os maiores adversários de Lula não são os bolsonaristas, e sim os lulistas”.

Segundo o candidato, quando um coletivo político deixa de criticar sua liderança, essa passa a ser tratada como uma entidade intocável. “A falta de críticas resulta em endeusamento da liderança”, concluiu Cury.

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Brasil

Renan Santos fala sobre gasto de tempo com mercado financeiro e dificuldade para obter apoio

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Renan Santos, candidato à presidência da República pelo partido Missão, comentou que dedicou tempo conversando com representantes do mercado financeiro nas primeiras semanas da campanha, mas enfrentou dificuldades para obter apoio financeiro. Em entrevista ao podcast RedCast na terça-feira (22), ele declarou que ninguém estava disposto a contribuir financeiramente com sua campanha.

Ele explicou que, tradicionalmente, existem eventos de campanha organizados por associações, federações e bancos que recebem ampla cobertura da imprensa. Contudo, Renan Santos destacou que esses eventos não resultaram em financiamentos para sua campanha.

“Esquece esses eventos, ninguém dá dinheiro”, afirmou. Ele acrescentou que, diante da falta de apoio financeiro, preferiu focar em divulgar suas propostas diretamente, sugerindo aos interessados que lessem seu livro para entender suas ideias.

O candidato também mencionou que se arrependeu de não ter seguido sua intuição inicialmente, que era viajar por diferentes cidades desde o começo da campanha para se aproximar do eleitorado. Na última semana, ele começou uma jornada por sete estados com esse objetivo.

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