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Economia

PIB da OCDE avança 0,7% no 3º trimestre ante o anterior, após alta de 0,6% no 2º trimestre

(Antoine Antoniol/Bloomberg)

O Produto Interno Bruto (PIB) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) cresceu 0,7% no terceiro trimestre, na comparação com o anterior, informou nesta quinta-feira a própria entidade. O resultado representa leve aceleração, após o avanço de 0,6% do segundo trimestre.

Em comunicado, a OCDE diz que o desempenho dos países do G20 foi “misto” no terceiro trimestre. Houve fortalecimento da economia na China e nos Estados Unidos e também no México, enquanto na Itália ocorreu crescimento de 0,1%, após contração de 0,4% no segundo trimestre.

Por outro lado, o quadro piorou em outros países do grupo, como Arábia Saudita, Turquia, Japão, Canadá, África do Sul, França e Alemanha. O PIB do Brasil também desacelerou, enquanto Austrália, Índia, Indonésia, Reino Unido e União Europeia tiveram perda de fôlego mais marginal.

Na comparação com igual período do ano passado, o PIB do G20 cresceu 2,9% no terceiro trimestre, após avanço de 3,6% visto no segundo trimestre, diz o comunicado.

 

Economia

Inflação anual na OCDE desacelera para 4,2% em junho com queda nos preços de energia

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A taxa anual de inflação ao consumidor nos países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) caiu para 4,2% em junho, comparado a 4,6% em maio, devido a uma redução temporária nos custos energéticos, conforme relatório divulgado pelo grupo na terça-feira, 4.

O índice de inflação diminuiu em 20 países do bloco, acelerou em seis e permaneceu estável em outros 12.

A inflação anual no setor de energia caiu quatro pontos percentuais em junho, chegando a 11,7%, com redução observada em 24 dos 37 países com dados disponíveis.

No grupo dos sete países mais industrializados (G7), a inflação anual caiu de 3,5% em maio para 3,0% em junho. Entre os países do G20, a taxa recuou de 4,3% para 4,1% no mesmo período.

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Economia

Relançado o índice que mede a velocidade de vendas de imóveis novos

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O Índice de Velocidade de Vendas (IVV) para imóveis novos, criado pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe) em 1995, está de volta agora de forma renovada e em colaboração com a BCB Inteligência. Com novas metodologias, mais detalhes e uma ferramenta interativa de Business Intelligence (BI), o índice proporcionará uma avaliação mais dinâmica e estratégica do setor imobiliário.

O relançamento acontece nesta quarta-feira (4), às 12h30, celebrando os 30 anos do IVV para imóveis novos. O evento reunirá a diretoria do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Pernambuco (Sinduscon-PE), empresários e especialistas para apresentar essa nova ferramenta, que continuará auxiliando investidores, incorporadoras, construtoras e outros participantes do mercado imobiliário na tomada de decisões.

Ao longo dos anos, o índice se consolidou como uma das principais referências para acompanhar o desempenho do mercado imobiliário. A Fiepe, pioneira na criação desse indicador, inspirou outras federações pelo país a desenvolverem estudos semelhantes.

O diretor da BCB, Bruno Cantalupo, destacou a relevância do indicador para o mercado imobiliário e prevê uma ampliação da plataforma. “Inicialmente, o foco será a construção civil, mas esperamos em breve disponibilizar em um ambiente público para que toda a sociedade possa acompanhar os indicadores do mercado imobiliário”, afirmou.

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Economia

Dólar se valoriza em dia de cautela antes do Copom e com atenção ao mercado externo

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O dólar aumentou seu valor em relação ao real nesta manhã de terça-feira, 4, mesmo em um cenário externo que favorece os ativos de maior risco. Investidores acompanham atentamente o início da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), enquanto os preços do petróleo caem cerca de 3% devido às expectativas de um acordo para reabertura do Estreito de Ormuz.

De acordo com Ricardo Chiumento, superintendente da mesa de derivativos do BS2, o mercado está “bem equilibrado”, refletindo forças contrárias. Por um lado, a previsão de redução da Selic amanhã e sinais de desaceleração econômica beneficiam os ativos nacionais.

Por outro lado, a queda no preço do petróleo tende a valorizar o dólar frente ao real, visto que o Brasil é um importante exportador de commodities. “Esta é uma semana naturalmente marcada pela cautela”, ressalta.

Às 10h21, o dólar comercial teve alta de 0,19%, cotado a R$ 5,0965, após atingir máxima intradia de R$ 5,1010 (+0,27%). No mercado futuro, o contrato para setembro subiu 0,09%, chegando a R$ 5,1295.

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