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Cultura

Nova Temporada do Programa Alma Blues nas Rádios Nacional e MEC

A nova temporada do Alma Blues está de volta nas ondas das Rádios Nacional e MEC, trazendo o melhor do blues, soul, gospel e rhythm and blues. A partir da quarta-feira, dia 7, às 22h na Rádio Nacional, e a partir do sábado, dia 10, às 22h na MEC, o programa apresenta 11 episódios semanais inéditos, que celebram ícones e novas vozes desses gêneros musicais.

Sob o comando da jornalista e produtora Jussara Mendonça, com sonoplastia de Messias Melo, a temporada inicia homenageando a cantora de soul e blues de Nova Orleans, Irma Thomas. O destaque vai para o álbum Simply Grand, no qual ela se apresenta ao lado de pianistas renomados como Ellis Marsalis e Marcia Ball.

Também será apresentado um episódio dedicado a Chris Farlowe, cantor britânico, em comemoração aos seus 86 anos de carreira, trazendo os momentos mais marcantes de sua trajetória. Os próximos episódios vão explorar o encontro entre o guitarrista Kenny Neal e o gaitista Billy Branch no álbum Double Take, além de mostrar o jovem compositor, guitarrista e cantor Sean McDonald com seu disco Have Mercy.

Sobre o Alma Blues

O programa celebra o universo do blues, soul, gospel e rhythm and blues por meio da história dos principais compositores, bandas, instrumentistas e das novidades e lançamentos desses estilos no Brasil e no mundo.

Detalhes da Temporada

  • Estreia na Rádio Nacional: Quarta-feira, 07/10, às 22h
  • Estreia na Rádio MEC: Sábado, 10/10, às 22h
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Cultura

Herdeiros de Michael Jackson gastam quase R$ 100 milhões com viagens e chocolates

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Os herdeiros de Michael Jackson sabem aproveitar bem a fortuna deixada pelo icônico Rei do Pop. Conforme documentos divulgados pelo site TMZ, os filhos Prince, Paris e Bigi Jackson, além da mãe do cantor, Katherine, movimentaram cerca de US$ 19,8 milhões — equivalente a quase R$ 100 milhões — durante o ano de 2024. Entre os gastos registrados pelo espólio estão despesas com viagens, impostos, honorários advocatícios, conservação de propriedades e até chocolates.

O relatório foi apresentado por John Branca, um dos administradores da herança do artista. Segundo o documento, Paris recebeu aproximadamente US$ 6,3 milhões em benefícios no período, tendo gasto US$ 18,5 mil em viagens e outros US$ 309 mil na manutenção de sua residência em Paris.

Prince teve cerca de US$ 6,4 milhões destinados apenas a despesas, incluindo uma conta de US$ 4,9 milhões em impostos. O relatório também cita compras realizadas com cartão de crédito.

Bigi, o filho mais novo de Michael Jackson, teve gastos de US$ 3,1 milhões, abrangendo taxa de associação de moradores, impostos de 2023 e pagamento de pedágios.

Katherine recebeu mais de US$ 4 milhões em benefícios, incluindo pagamentos de US$ 70 mil ao Forest Lawn, US$ 5 mil a uma empresa de eventos, mais de US$ 100 mil com locação de espaços, US$ 2.500 em bufê, US$ 400 em limpeza e US$ 1.200 no Chocolate Art Lab.

John Branca informou que o patrimônio, avaliado em mais de US$ 1 bilhão, teve um desempenho excepcional em 2024, impulsionado pelo sucesso do espetáculo MJ The Musical e da produção do Cirque du Soleil em Las Vegas.

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Cultura

Terceira roça de A Fazenda 18 está formada

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Ariela Carasso, Renê Thristan e Thaíde compõem a terceira roça do programa A Fazenda 18. A formação ocorreu na noite de quarta-feira, dia 7, após Jottapê conquistar a vitória na Prova do Fazendeiro, garantindo sua permanência e escapando da berlinda.

A competição envolveu Ariela, Jottapê e Thaíde. Eles precisavam usar um laço para desbloquear peças e, depois, montar um trajeto até o ponto final.

Thaíde iniciou a prova liderando, mas Jottapê conseguiu virar o quadro. O cantor apertou o botão final com alguns segundos de vantagem, assegurando o chapéu de Fazendeiro.

Com essa conquista, Jottapê evitou a Roça. Já Ariela e Thaíde permaneceram na berlinda, junto com Renê, que não participou da Prova do Fazendeiro por ter sido vetado e já estava certo na votação popular. Agora, os três participantes competem para continuar no reality rural. A decisão está nas mãos do público, que escolherá quem seguirá no programa.

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Cultura

Anne Carson, poeta canadense que traz a antiguidade para os dias atuais

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Anne Carson, poetisa, ensaísta e tradutora do Canadá, que recebeu o Prêmio Nobel de Literatura nesta quinta-feira (8), mistura misticismo e elementos antigos em narrativas modernas que exploram o amor, o desejo e o desespero.

Aos 76 anos, Carson é professora de clássicos, com profundo conhecimento em línguas antigas, literatura comparada, antropologia e história. O jornal The New York Times a definiu como “uma das grandes mestras do pastiche”.

Durante muitos anos, sua obra passou despercebida até que, recentemente, conquistou sucesso tanto da crítica quanto do público. Em 2020, ela foi homenageada com o Prêmio Princesa de Astúrias de Letras.

Reservada, ela evita entrevistas presenciais, preferindo responder por e-mail.

Entre seus admiradores estão escritores renomados como Alice Munro, Michael Ondaatje, Harold Bloom e Susan Sontag.

“Ela é uma das poucas escritoras em inglês que leio com atenção absoluta”, disse Sontag em 2000, conforme reportado pelo New York Times.

Inspirada pela antiguidade

Nascida em 21 de junho de 1950 em Toronto, é filha do meio de um banqueiro e de uma dona de casa.

No ensino médio, um professor de latim que se tornou seu tutor a apresentou à literatura grega, uma influência fundamental em sua obra.

Carson interrompeu a universidade duas vezes antes de concluir seu doutorado. Depois, lecionou em universidades de destaque no Canadá e Estados Unidos, incluindo a Universidade de Michigan.

Início editorial

Começou sua carreira literária em 1986 com “Eros, o doce-amargo: um ensaio”, obra que reflete seu estilo inspirado na literatura clássica grega. A popularidade da autora cresceu após sua mudança para os Estados Unidos.

O crítico John D’Agata, da Boston Review, destacou que o livro impressionou a comunidade acadêmica clássica, e posteriormente leitores de não-ficção e poesia, estabelecendo um novo público para sua escrita inovadora.

Poesia reconhecida

Até 2013, Carson já havia lançado 18 obras, entre elas “Vida, ironia e deus”, “Autobiografia do vermelho: um romance em versos” e “A beleza do marido: um ensaio ficcional em 29 tangos”.

Recebeu prêmios importantes, como o Lannan Prize e o Pushcart Prize na década de 1990, ambos pela poesia, além de ter sido a primeira mulher agraciada com o Prêmio T.S. Eliot em 2001. Em 2014, ganhou novamente o Griffin Poetry Prize com a coletânea “Red Doc”.

Sua obra “Autobiografia do vermelho” adapta livremente o mito grego de Gérion e Héracles, apresentando uma história contemporânea sobre um relacionamento amoroso entre homens.

“Carson tem o dom de dar significado aos fragmentos que recebemos do tempo, do passado e uns dos outros”, escreveu Kathryn Schulz na revista New York.

Apesar do talento, Carson reconhece dificuldades com a linguagem, como sua imprecisão e lentidão.

“É um desafio transformar um pensamento do inconsciente em uma expressão clara e precisa. Cada tentativa é começar de novo”, afirmou em entrevista ao The New York Times.

Obras recentes

Em 2019, publicou “Norma Jeane Baker of Troy”, que se inspira em “Helena” de Eurípides e reimagina Marilyn Monroe como uma personagem da mitologia grega. Em 2021, lançou “The Trojan Women: A Comic”, um quadrinho que reinventa a obra clássica de Eurípides.

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