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Economia

Neoenergia investe 48 milhões em novas subestações em Jaboatão e Cachoeirinha

O sistema elétrico de Pernambuco será reforçado com a instalação de duas novas subestações previstas para serem concluídas até o final deste ano. A Neoenergia Pernambuco finaliza as unidades localizadas em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, e em Cachoeirinha, na região do Agreste.

Os investimentos somam R$ 48 milhões e representam o maior ciclo de aportes já realizados pela distribuidora no estado. Entre 2026 e 2030, estão previstos R$ 9,7 bilhões para ampliar e modernizar a rede elétrica, fortalecendo a infraestrutura, garantindo fornecimento mais confiável e acompanhando o crescimento econômico e populacional de Pernambuco.

Em Cachoeirinha, a subestação deve ser ativada em outubro e vai melhorar a estabilidade da tensão e o funcionamento da rede de média tensão, beneficiando municípios como Lajedo, São Caetano e São Bento do Una.

Essa obra atenderá mais de 25 mil clientes, melhorando a qualidade e a segurança no fornecimento de energia. Além disso, acrescentará 12,5 MVA de potência instalada, fortalecendo a rede elétrica para suportar o crescimento da cidade e incentivar o desenvolvimento econômico local.

Já a Subestação Vista Alegre, em Jaboatão dos Guararapes, começará a operar em dezembro, oferecendo energia mais estável e confiável para perto de 48,5 mil clientes. A nova unidade auxiliará na distribuição de cargas, promovendo um serviço com maior qualidade.

Ela também aumentará a capacidade do sistema para atender à crescente demanda da região, com uma potência instalada adicional de 26,6 MVA. Esse reforço trará maior segurança operacional e eficiência no atendimento aos consumidores.

Anapaula Nobre, superintendente de Expansão da Alta Tensão da Neoenergia, ressaltou que as novas subestações foram projetadas para ampliar a capacidade do sistema elétrico, garantindo mais qualidade, confiabilidade e continuidade no fornecimento de energia. Além de beneficiar diretamente os habitantes locais, as instalações suportarão o desenvolvimento das atividades comerciais, industriais e de serviços, acompanhando a expansão urbana desses municípios.

Essas duas obras fazem parte do plano estratégico da Neoenergia Pernambuco para modernizar e expandir o sistema elétrico do estado por meio da construção de novas subestações, ampliação da capacidade instalada e expansão das redes de distribuição.

Plano de Investimentos

As inaugurações integram o ambicioso plano de investimentos da Neoenergia Pernambuco. Nos próximos cinco anos, a empresa pretende construir 25 novas subestações, ampliar 34 unidades existentes, implantar mais de 9 mil km de redes de alta e média tensão e criar 141 novos alimentadores.

Com esse conjunto de melhorias, a Neoenergia aumentará a capacidade do sistema elétrico, reduzirá o risco de interrupções e preparará a infraestrutura para atender ao crescimento econômico e social de Pernambuco pelas próximas décadas.

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Economia

Japão e EUA atuam juntos para fortalecer o iene

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O Ministério das Finanças do Japão realizou uma intervenção no mercado cambial para adquirir ienes na sexta-feira, dia 31, em parceria com o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, informou na segunda-feira, dia 3, a ministra Satsuki Katayama.

A ministra das Finanças do Japão ressaltou que mantém uma comunicação próxima com o Tesouro americano e que não hesitará em realizar nova intervenção conjunta no mercado de câmbio, se necessário.

Após a confirmação da ação conjunta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pela ministra Katayama, o dólar americano sofreu uma queda significativa frente ao iene japonês.

O dólar estava sendo negociado acima de 163 ienes, seu maior patamar em 40 anos. Depois da intervenção, a moeda americana recuou para abaixo de 160 ienes.

No domingo, dia 2, às 23h30 (horário de Brasília), o dólar caiu para 156,49 ienes, enquanto o índice DXY — que avalia a força do dólar frente a outras moedas principais — diminuiu 0,20%, situando-se em 99,710 pontos.

Esses dados foram fornecidos pelas agências de notícias Dow Jones Newswires e Associated Press.

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Economia

Confiança empresarial diminui em julho, diz FGV

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O Índice de Confiança Empresarial (ICE) recuou 1,4 ponto em julho em comparação a junho, atingindo 91,3 pontos, conforme dados divulgados nesta segunda-feira (3) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Em uma análise por médias móveis trimestrais, a queda foi de 0,1 ponto. O índice refletiu uma perda de confiança, revertendo o crescimento observado nos dois meses anteriores, com deterioração nas avaliações dos setores de Indústria e Serviços.

Aloisio Campelo Júnior, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), comentou que na Indústria essa baixa pode estar ligada às preocupações com novas tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos, enquanto no setor de Serviços, as empresas percebem uma redução na demanda. Ainda assim, o indicador de otimismo para os próximos seis meses se manteve relativamente estável.

O Índice reúne informações das pesquisas nos setores de Indústria, Serviços, Comércio e Construção, ponderados conforme sua participação na economia, baseando-se em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Além disso, o Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) registrou queda de 1,5 ponto, chegando a 92,9 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE-E) caiu 1,2 ponto, alcançando 89,8 pontos.

Dentro do ISA-E, o indicador referente à satisfação com a situação atual dos negócios diminuiu 1,7 ponto, somando 91,8 pontos, e o indicador do nível da demanda atual recuou 1,2 ponto, para 94,1 pontos. No IE-E, a expectativa de demanda para os próximos três meses caiu 2,2 pontos, totalizando 87,2 pontos, enquanto a previsão para os negócios nos próximos seis meses teve queda de 0,2 ponto, para 92,5 pontos.

De junho para julho, o índice de confiança no setor de Serviços caiu 3,0 pontos, fixando-se em 87,8 pontos, e a confiança na Indústria sofreu retração de 2,9 pontos, registrando 97,2 pontos. Contrariamente, o comércio teve leve alta de 0,4 ponto, chegando a 85,5 pontos, e a construção civil avançou 0,8 ponto, para 92,5 pontos.

Em julho, a confiança subiu em 13 dos 49 segmentos que compõem o ICE, representando 26,5% do total.

Aloisio Campelo Júnior destacou que o mercado de trabalho permanece aquecido e sustenta o consumo, mas isso mantém a inflação elevada, favorecendo a continuidade de juros altos por mais tempo. Caso a tendência de queda na confiança continue, isso pode contribuir para um abrandamento da atividade econômica no segundo semestre.

A coleta dos dados do Índice de Confiança Empresarial foi realizada junto a empresas dos quatro setores ao longo de todo o mês de julho, entre os dias 1º e 28.

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Economia

Avaliação da Economia do País pelos Brasileiros em Pesquisa BTG/Nexus

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Uma pesquisa recente realizada pelo BTG/Nexus, divulgada nesta segunda-feira, dia 3, revela que 47% dos brasileiros consideram que a situação econômica do País está ruim ou péssima, enquanto 21% acreditam que está ótima ou boa, e 31% veem como regular. Esses números indicam uma leve melhora para o governo, embora ainda dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais.

Na última pesquisa, realizada em 27 de julho, 49% avaliavam a economia como ruim ou péssima e 18% como ótima ou boa. Já no levantamento de 13 de julho, esses índices eram de 53% e 15%, respectivamente.

Ao comparar a atual situação econômica com a do governo anterior, 39% acham que a economia está melhor sob a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação à gestão de Jair Bolsonaro (PL), enquanto 46% acreditam que está pior. Para 13%, a situação permanece igual.

Quanto à condição financeira pessoal, 47% dos entrevistados relatam melhora em relação ao período do governo Bolsonaro, 31% dizem que piorou e 20% afirmam que não houve mudança.

Sobre as expectativas para os próximos seis meses, 40% esperam que a economia do País melhore um pouco ou muito, o que é um aumento comparado aos 34% da pesquisa anterior. Por outro lado, 29% acreditam que a economia irá piorar, contra 32% na última pesquisa. Aqueles que acham que a economia vai permanecer igual são 25%, menor que os 29% anteriores, e 6% não souberam responder.

Em relação à situação financeira pessoal futura, 49% esperam melhora significativa ou moderada, 13% acreditam que irá piorar e 32% acreditam que permanecerá estável.

O levantamento também ressaltou que a segurança pública é o principal problema apontado por 30% dos respondentes. Outros desafios mencionados foram saúde pública (23%), corrupção (19%), classe política (17%) e educação (15%). Desemprego, falta de trabalho, inflação e desigualdade social foram citados por 10%, crescimento econômico lento por 9% e aumento dos impostos por 6% dos participantes.

Na projeção para o segundo turno das eleições, 61% dos beneficiários do Bolsa Família declararam voto em Lula e 28% em Flávio Bolsonaro. Na pesquisa anterior, esses números eram 75% e 20%, respectivamente. Entre aqueles que não recebem o Bolsa Família, 47% afirmaram que votarão em Flávio Bolsonaro e 43% em Lula.

A pesquisa também revelou que 74% dos brasileiros têm muito ou razoável interesse nas eleições gerais deste ano, enquanto 13% têm pouco interesse e 10% nenhum interesse.

Finalmente, entre os eleitores que já decidiram seu voto no primeiro turno, 75% estão certos de sua escolha e não pretendem mudar, enquanto 23% consideram a possibilidade de alterar o voto.

A pesquisa foi realizada entre 31 de julho e 2 de agosto com 2.002 brasileiros com 16 anos ou mais, por telefone, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 2 pontos percentuais. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código BR-02874/2026.

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