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Ministro de Lula diz que problema entre governo e Senado por indicação de Messias é temporário

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, falou sobre o desentendimento entre o governo federal e o Congresso Nacional pela indicação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo o ministro, essa situação é um problema temporário que logo será resolvido.

“Eu sempre acredito no diálogo para resolver os reais problemas da sociedade. Conversar para formar maioria nas casas do Congresso é algo natural, e qualquer tensão momentânea, eu tenho certeza que será resolvida para o benefício do Brasil”, afirmou o ministro.

Ele destacou que só o presidente Lula, que recebeu 60 milhões de votos, sabe quando deve entrar em qualquer discussão, pois é o líder do país e tem ampla experiência em lidar com a administração pública e o Parlamento.

A indicação de Jorge Messias para o STF aconteceu após a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. Esse movimento causou insatisfação no presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que preferia o senador Rodrigo Pacheco para o cargo. O conflito aumentou quando Alcolumbre acusou setores do Executivo de tentarem interferir na sabatina de Messias.

O ministro Alexandre Silveira, que já foi do mesmo partido que Pacheco, afirmou que a escolha de Messias não criou distância entre eles, e ele continua pronto para apoiar uma possível candidatura de Pacheco ao governo de Minas Gerais.

“Se o ex-presidente e amigo Rodrigo Pacheco decidir concorrer ao governo de Minas, eu o apoiarei com muito entusiasmo, pois reconheço seu valor como homem público que já prestou importantes serviços à sociedade brasileira na defesa da democracia e dos valores republicanos”, completou o ministro.

No entanto, Pacheco já havia indicado que não pretende concorrer a novas eleições. Ele ressaltou que nunca pensou em permanecer para sempre na política e que desde o início, quando deixou a advocacia, tinha planos claros de começar e terminar sua carreira política.

Conteúdo por Estadão

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Cultura

Gil do Vigor reage à foto de ator de Quem Ama Cuida na praia e diverte fãs

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Gil do Vigor, ex-participante do BBB, deixou a timidez de lado ao comentar fotos do ator Pedro Alves. No Instagram, o ator, conhecido por interpretar Fernando na novela Quem Ama Cuida, exibiu-se de sunga à beira-mar durante um intervalo nas gravações.

O registro despertou elogios e um comentário direto do ex-BBB. Internautas rapidamente notaram e se divertiram com a manifestação.

“Se eu fosse o Mau Mau… Já teria agarrado, pedido em namoro e casamento ali mesmo na novela”, escreveu Gil do Vigor, referindo-se a João Victor Gonçalves, que dá vida ao personagem Mau Mau — par romântico que muitos fãs esperam ver acontecer.

A repercussão foi grande entre os seguidores. “Falou tudo! Que homem! Mau Mau é sortudo”, comentou um fã. Outro usou humor: “Mau Mau vai é ficar Bem Bem”. E teve até quem brincasse: “Se controla, Gil”.

Além dele, outro famoso se manifestou. O ator Hugo Bonemer escreveu: “Vai com calmaaaa”, em resposta às fotos do colega.

Na trama criada por Walcyr Carrasco e Cláudia Souto, o personagem Fernando, papel de Pedro Alves, é neto da personagem Diná (Rosi Campos) e enfrenta dificuldades para pagar os estudos após a morte de Arthur Brandão (Antonio Fagundes). Conforme divulgado pela coluna Play do GLOBO, Fernando deve se envolver afetivamente com Mau Mau, mas o desenrolar dessa história ainda está por vir.

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Cultura

Ney Matogrosso completa 85 anos e deixa frases marcantes

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No dia 1º de agosto, Ney Matogrosso celebrou 85 anos de vida, consolidando-se como um dos maiores nomes da música brasileira. Com uma carreira que ultrapassa cinco décadas, o cantor permanece ativo, atraindo novas gerações e reafirmando o ideal de liberdade que sempre norteou sua jornada dentro e fora dos palcos.

Ao longo do tempo, Ney concedeu entrevistas tão marcantes quanto suas performances. Reconhecido pela honestidade e pela postura de não esconder suas opiniões, o artista abordou temas como envelhecimento, censura, sexualidade, inteligência artificial, preconceito e o renovado sucesso após a cinebiografia Homem com H.

Em várias entrevistas ao Estadão, Ney Matogrosso compartilhou pensamentos que refletem sua visão sobre a vida, arte e liberdade. Abaixo, algumas de suas frases mais impactantes.

“Nunca quis ser revolucionário”

Embora tenha se tornado um símbolo da quebra de padrões desde os tempos do Secos & Molhados, Ney sempre rejeitou a ideia de provocar intencionalmente o público. Para ele, o principal objetivo sempre foi viver autenticamente.

“Nunca quis ser revolucionário, queria ser livre.”

Essa frase resume uma trajetória construída sem seguir modismos ou aceitar rótulos, transformando sua liberdade artística em inspiração para diversas gerações.

“Não tenho medo da verdade”

Durante a produção do filme Homem com H, Ney fez uma exigência ao diretor Esmir Filho: que sua história fosse contada com honestidade.

“Minha única condição para o diretor foi que não houvesse mentiras no filme. Apenas a verdade.”

Em outra ocasião, reforçou a ideia afirmando: “As pessoas parecem temer a verdade. Eu não temo. Se falarem de mim, que seja tudo, por completo.”

Idade

Aos 85 anos, Ney continua fazendo turnês, gravando músicas e mantendo uma rotina de exercícios físicos. Questionado sobre a idade, respondeu de forma objetiva.

“Não me importo com idade. Ela não me limita.”

Complementou explicando: “Fico cansado, mas já ficava aos 30 anos. Vou com tudo. Se consigo fazer, está tudo certo.”

Público jovem

O sucesso do filme Homem com H aproximou Ney de um público mais jovem. O cantor relatou que começou a ser mais reconhecido e se mostrou feliz em acompanhar esse momento.

“É melhor que essas coisas aconteçam enquanto estamos vivos, para assistirmos tudo de perto.”

“O espírito é o mesmo”

Ao comparar seus primeiros anos de carreira com o presente, Ney afirmou que apesar das mudanças, sua essência permanece a mesma.

“Meu espírito é o mesmo. Não me acomodei e nunca vou me acomodar, porque uma vida assim não tem graça.”

Essa fala destaca sua constante busca por desafios novos.

“Cada um vai gerar seu espaço”

Comentando sobre comparações entre artistas novos e nomes consagrados da música brasileira, Ney defendeu a singularidade de cada trajetória.

“Ninguém pode ocupar o lugar de outra pessoa.”

Complementou dizendo: “Nunca haverá outro Ney, outra Gal, outro Chico ou outro Caetano.”

“Ainda não acabei”

Mesmo após cinco décadas, Ney garante que continua de olho no futuro.

“Não tenho arrependimentos.”

E conclui: “Ainda não terminei. Não sei qual será o próximo passo, mas haverá um.”

Ney Matogrosso, nascido em Bela Vista, Mato Grosso do Sul, iniciou sua carreira nacional como vocalista do Secos & Molhados, grupo que revolucionou a música brasileira nos anos 1970. Em sua carreira solo, construiu um repertório que abrange vários gêneros musicais e tornou-se referência graças à sua voz poderosa, performances impactantes e liberdade artística.

Aos 85 anos, continua ativo, lotando palcos, inspirando novas gerações e demonstrando que sua maior marca não é apenas a voz ou a estética, mas a fidelidade à própria personalidade. Suas declarações ao longo dos anos revelam um artista que sempre valoriza a verdade, a liberdade e a autenticidade acima de quaisquer convenções.

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Cultura

Maria Eduarda de Carvalho fala sobre sua condição de pessoa com deficiência e visão reduzida

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A atriz Maria Eduarda de Carvalho compartilhou nas redes sociais, pela primeira vez, detalhes pessoais pouco conhecidos sobre sua vida. Em um vídeo publicado após assistir ao espetáculo Meu corpo está aqui, em São Paulo, ela revelou que nasceu com uma má-formação na retina, o que a torna quase cega de um dos olhos, e explicou por que é considerada uma pessoa com deficiência (PCD).

No início de seu relato, a artista destacou que nunca tinha tratado desse tema publicamente. “Eu sou PCD. Nunca abordei isso em público, mas nasci com um problema na retina que me deixa quase cega de um dos olhos. Por muito tempo, minha visão estava focada naquilo que eu não tinha, nas limitações que essa condição trazia”, explicou.

A reflexão veio após assistir à peça, que provocou nela um novo olhar sobre seu corpo e sua deficiência.

“Recentemente, vi o espetáculo Meu corpo está aqui, da Julia Spadaccini, em cartaz na capital paulista, e saí pensando sobre o que significa aprender a morar no próprio corpo. A ideia de perfeição que insistimos em carregar. Percebi que meu corpo nunca foi um erro ou algo a ser corrigido. Ele é o meio pelo qual eu experiencio o mundo”, comentou Maria Eduarda.

Ao concluir, a atriz contou que passou a ressignificar sua condição e como isso influenciou sua carreira artística. “Hoje, vejo que esse olho me deu uma visão única da vida. Sem ele, talvez eu nem tivesse escolhido ser artista”, finalizou.

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