Conecte Conosco

Brasil

Lula mostra a Trump dados que confirmam queda do desmatamento na Amazônia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (8), em São Paulo, que enviará ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informações atualizadas que comprovam a redução do desmatamento na região amazônica.

Durante um encontro com o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) em Taboão da Serra, Lula destacou que um dos argumentos utilizados pelo governo dos EUA para justificar tarifas adicionais ao Brasil foi o desmatamento ilegal na Amazônia.

Lula ressaltou: “Eu tirei fotos dos dados para mostrar que, colocando tarifas extras ao Brasil, eles afirmavam que não estávamos cuidando da nossa floresta. Quero enviar esses números ao meu amigo Trump para que ele tenha a informação correta.”

Entenda

De acordo com dados recentes do Sistema de Monitoramento de Desmatamento em Tempo Real, divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta sexta-feira (7), houve uma redução de 36,87% no desmatamento da Amazônia entre agosto de 2025 e julho de 2026. Esse é o menor índice registrado desde o início da série histórica, em 2016.

Publicidade
Clique aqui para comentar

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Vítimas do Acidente de Helicóptero na Vista Chinesa no Rio

Por

Quatro pessoas perderam a vida após a queda de um helicóptero em uma região de mata próxima à Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista, no último sábado. Entre as vítimas estava o piloto Alessandro Rocha, que possuía 20 anos de experiência atuando como instrutor de ultraleves e helicópteros.

As demais vítimas eram três turistas colombianas que estavam visitando o Rio: Rocio Cubillos, Sofia Murillo e Wendy Manrique. Todas morreram carbonizadas no acidente.

Nas redes sociais, Alessandro se apresentava como comandante e realçava sua experiência de mais de duas décadas na aviação. Ele frequentemente compartilhava fotos relacionadas à sua rotina de voo e suas atividades como piloto.

Casado e pai, ele também mencionava sua família e sua fé em seu perfil pessoal. Alessandro foi batizado na Igreja de Nova Vida de Olaria, na Zona Norte do Rio, e se definia como uma pessoa “temente a Deus”.

As informações sobre as três passageiras ainda são preliminares. Elas eram colombianas e estavam fazendo turismo na cidade do Rio de Janeiro.

A retirada dos corpos será realizada por uma trilha no Parque da Cidade, conforme detalhou o ICMBio.

Essa rota foi escolhida para facilitar a operação dos bombeiros, pois é uma área em descida e mais próxima do local do acidente. Apesar da trilha ser estreita, sua proximidade com o ponto da queda deve ajudar as equipes de resgate.

O helicóptero envolvido era um modelo Robinson R44, com a matrícula PP-MFS, operado pela Voos Rio Panorâmico e Serviços Aeronáuticos Ltda. A companhia oferece voos turísticos panorâmicos sobre os principais pontos turísticos do Rio.

Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) indicam que a aeronave estava com a documentação regular, com certificado de aeronavegabilidade válido até 5 de junho de 2027, sem quaisquer gravames, e autorizada para realizar voos panorâmicos.

O Corpo de Bombeiros confirmou o falecimento das quatro pessoas envolvidas. A operação de resgate contou com aproximadamente 40 militares, 11 viaturas e quatro unidades operacionais, incluindo o 1º Grupamento de Socorro Florestal e Meio Ambiente, do Alto da Boa Vista; o Grupamento Operacional do Comando-Geral, do Centro; o Grupamento de Operações Aéreas; e o 11º Grupamento de Bombeiro Militar, de Vila Isabel.

Continuar Lendo

Brasil

Prefeito pede pausa temporária nos voos panorâmicos no Rio para reforço da fiscalização pela Anac

Por

O prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que adote providências após a queda de um helicóptero que resultou em quatro mortes na área da Vista Chinesa, neste sábado.

A proposta inclui a possível suspensão dos voos panorâmicos por um período entre uma a duas semanas, ou pelo tempo necessário para que a agência realize uma fiscalização mais rigorosa de helipontos, aeronaves e suas manutenções.

Cavaliere destacou que o pedido surge em decorrência de mais de um acidente aéreo registrado na cidade em aproximadamente um mês e meio. No incidente recente, quatro pessoas perderam a vida após o helicóptero cair em uma região de mata na Vista Chinesa.

O prefeito enfatizou que cabe à Anac a decisão sobre as medidas a serem implementadas.

“A Anac precisa decidir e agir. Como prefeito, reforço que essa responsabilidade é da agência federal. Estamos alertando para não deixar esse problema passar em branco, pois é mais um acidente aéreo no Rio de Janeiro num curto espaço de tempo. O que a Prefeitura está solicitando à Anac é que tome as medidas necessárias”, declarou Eduardo Cavaliere.

Ele esteve no local do acidente para acompanhar os trabalhos das equipes de resgate e informou que contatou o presidente da Anac, além de encaminhar uma notificação formal da Prefeitura para que providências sobre os voos na cidade sejam tomadas.

“Essa situação não pode ser encarada como normal. Mantive contato direto com o presidente da Anac e imediatamente enviamos um comunicado oficial da Prefeitura do Rio solicitando ações para garantir a segurança dos voos na cidade”, afirmou Cavaliere.

Continuar Lendo

Brasil

Lula reconhece baixa participação no programa para motoristas de aplicativo

Por

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) admitiu neste sábado (8) que o ritmo de adesões ao programa MoveBR, voltado para a compra de veículos por motoristas de aplicativo, está abaixo do esperado nos primeiros meses. Ele apontou como causa as exigências bancárias para aprovar os financiamentos.

— Decidimos liberar recursos para financiar motos para entregadores e carros para motoristas de Uber e táxi. Foi uma notícia muito positiva, gerou muita expectativa. Porém, ao colocarmos isso em prática, o processo não avançou como esperado. Os bancos pedem avaliações de crédito e a comprovação de conta, dificultando o acesso — criticou o presidente.

— Quem antes pagava cerca de R$ 1.800 de aluguel, agora poderá usar esse valor para quitar seu próprio veículo. Mesmo assim, as instituições financeiras não aceitam o financiamento simplesmente por isso. Já realizamos duas reuniões para resolver essa questão — declarou Lula.

Em uma dessas reuniões, o presidente enviou o ministro Guilherme Boulos (PSOL), da Secretaria-Geral da Presidência, para reunir cerca de 20 beneficiários que não conseguiram acessar o programa e pressionar a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, com a presença de representantes das pastas da Fazenda e do Planejamento.

— Queríamos entender por que o programa não avançava. Foi uma reunião marcante, com pessoas reivindicando seus direitos. Dois casos foram imediatamente reconhecidos — finalizou Lula.

Continuar Lendo

Trending