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Infecções urinárias frequentes: como tratar e evitar

Infecções urinárias frequentes são um problema comum, especialmente entre as mulheres, e podem ser causadas por fatores como longos períodos sem urinar ou higiene inadequada na região genital.

Essa condição é geralmente provocada por uma inflamação causada por bactérias. Para ser considerada recorrente, a infecção deve acontecer ao menos duas vezes em seis meses ou três vezes em um ano.

De acordo com o urologista Dimas Antunes, do Hospital Jayme da Fonte, vários fatores podem contribuir para essas infecções, desde hábitos inadequados como a baixa ingestão de água e não esvaziar completamente a bexiga, até problemas de saúde como diabetes, cálculos renais e disfunções urinárias.

O especialista explica que o maior número de casos nas mulheres ocorre por causa da anatomia: a uretra feminina é mais curta, facilitando a chegada das bactérias à bexiga. Além disso, muitas mulheres adotam comportamentos que acabam retendo a urina por não quererem urinar fora de casa.

Tratamento

O início do tratamento envolve o uso de antibióticos para combater a infecção. Segundo Dimas Antunes, o importante é aproveitar o intervalo entre as infecções para investigar as causas subjacentes, a fim de tratá-las adequadamente.

Isso pode incluir o controle do diabetes, a eliminação de pedras nos rins ou a correção de outros problemas que estejam facilitando as infecções. O objetivo é atuar nas causas para reduzir a frequência das infecções.

Prevenção

Para evitar as infecções urinárias recorrentes, Dimas Antunes recomenda medidas simples, como aumentar o consumo de água e esvaziar a bexiga regularmente e completamente.

Também é importante evitar práticas que possam facilitar a proliferação bacteriana, como o uso de duchas higiênicas na região íntima feminina, que podem empurrar as bactérias para a bexiga.

Quando as recorrências acontecem, o ideal é procurar um especialista para identificar as causas e orientar o melhor tratamento possível.

O Hospital Jayme da Fonte, um dos mais modernos complexos de saúde da região, oferece atendimento especializado, com infraestrutura completa para exames e internação, e acesso facilitado por agendamento digital ou telefônico.

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Quem é Rogeria Bolsonaro, mãe de Flávio: única da família que não se elegeu

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Rogeria Bolsonaro (PL), ex-vereadora e mãe do candidato à presidência Flávio Bolsonaro, não conseguiu se eleger deputada federal. A ex-mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disputou uma vaga pelo Rio de Janeiro e obteve 65 mil votos, valor insuficiente para garantir uma cadeira no Congresso Nacional. Conforme a Justiça Eleitoral, ela ficará como suplente do partido na Câmara dos Deputados. Para esta campanha, o partido investiu R$ 1 milhão, apostando no peso do sobrenome Bolsonaro.

Esta marca a segunda vez em 30 anos que Rogeria Nantes Braga Bolsonaro sofre uma derrota eleitoral. Desde que se separou de Jair Bolsonaro em 1997, ela, que também é mãe de Eduardo Bolsonaro e Carlos Bolsonaro, participou de três eleições, mas nunca foi eleita. Sua trajetória política teve início na mesma década, quando conquistou uma cadeira na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Em uma ocasião, chegou até a concorrer contra seu próprio filho, Carlos Bolsonaro, com apoio do pai.

Em agosto do ano passado, a casa de Rogeria Bolsonaro em Resende, no interior do Rio, foi alvo de um assalto. Três pessoas foram presas por participação no crime. Na data do assalto, 24 de agosto, Rogeria e os avós de Flávio Bolsonaro foram mantidos reféns por cerca de duas horas. Os criminosos roubaram joias, celulares e o carro da família, que foi abandonado em uma zona rural. No mês seguinte, a polícia identificou Eliane da Silva (Lili) como suspeita de ter dado cobertura ao grupo, e ela foi detida com cúmplices. Durante a prisão, Lili, grávida, tentou enganar os policiais fingindo estar mal e escondendo uma arma sob o corpo.

Na residência foram encontradas várias armas e munições, roupas camufladas, drogas e outros itens usados no crime. Dois carros foram apreendidos: um Fiat Palio Weekend branco e um Ford Fiesta prata. As vítimas reconheceram pertences roubados e identificaram um dos assaltantes, Vitor Hugo. A polícia acredita que Lili agia em cooperação com os demais criminosos, possivelmente por laços familiares.

Em 2020, o orçamento para a campanha de Rogeria Bolsonaro pelo Republicanos foi cinco vezes menor que na atual disputa. A campanha apostou em ações digitais, dedicando 40% dos recursos para impulsionamento de conteúdos.

Em 2019, ela assumiu um cargo comissionado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, onde Flávio Bolsonaro atuou por 16 anos. Sob o comando do parlamentar Anderson Moraes (PSL), a função CCDAL-4 garantia salário bruto de R$ 7.326,64 e líquido de R$ 5.715,48. Moraes elogiou a experiência legislativa de Rogeria e disse que ela contribuiria muito politicamente. A ex-vereadora respondeu às críticas nas redes sociais, chamando-as de “comentários maldosos”.

Em 2016, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro tornou-se réu em processos por incitação ao estupro contra a deputada Maria do Rosário (PT), Rogeria Bolsonaro fez uma defesa pública dele em seu perfil no Facebook. Em uma carta aberta, disse que Jair Bolsonaro “jamais incentivou o estupro” e expressou confiança na absolvição. Afirmou conviver bem com o ex-marido, reconhecendo suas qualidades e defeitos, e repudiou as acusações, classificando-as como falsas e ofensivas à família. Por fim, declarou seu apoio dizendo “Deus acima de tudo!”

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Mãe de Isabella Nardoni e pai de Henry Borel viram deputados federais

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Marcados por histórias de tragédia familiar, Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, e Leniel Borel, pai de Henry Borel, foram eleitos deputados federais. Ambos já exerciam mandatos nas câmaras municipais de São Paulo e do Rio de Janeiro e agora ocuparão cadeiras na Câmara dos Deputados em Brasília para a próxima legislatura de quatro anos.

Filiada ao Podemos em São Paulo, Ana Carolina conquistou 246.741 votos, tornando-se a segunda candidata mais votada do partido no estado. Como mãe de Isabella Nardoni, que faleceu em 2008, ela ingressou na política com foco em segurança pública e assistência a vítimas de violência.

No Rio de Janeiro, Leniel Borel, candidato pelo PP, recebeu 72.658 votos, garantindo sua presença no Congresso Nacional. Pai de Henry Borel, morto em 2021, ele iniciou sua carreira política após a tragédia familiar e baseou sua campanha em propostas para proteger a infância.

Essas eleições mostram como partidos de centro e centro-direita apostam em candidatos com grande visibilidade social para fortalecer suas bancadas federais. Partidos como Progressistas e Podemos focam em nomes que atraem votos por defender causas relacionadas à moralidade e segurança, ampliando assim seu número de representantes na Câmara dos Deputados.

Ao incluírem políticos engajados em temas como o combate à violência e a defesa da infância e da família, esses partidos reforçam sua ligação com pautas de segurança pública.

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Conheça os governadores eleitos e senadores mais votados

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Mais de 125,2 milhões de eleitores participaram da votação neste domingo (4), escolhendo representantes para os cargos de deputado estadual, deputado federal, dois senadores, governador e presidente da República. Para consultar todos os dados referentes ao resultado do primeiro turno, acesse a Agência Brasil.

Segue a lista completa dos eleitos para os governos estaduais, Senado e os três deputados federais com maior número de votos em cada unidade da Federação:

Acre

Candidatos ao governo: Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos) disputam o segundo turno.

Senadores eleitos: Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos).

Deputados federais mais votados: Socorro Neri (PP), Dr. Fábio Rueda (União Brasil) e Coronel Ulysses (União Brasil).

Alagoas

Governador eleito: JHC (PSDB).

Senadores eleitos: Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB).

Deputados federais mais votados: Alvinho Lira (PP), Delegado Fabio Costa (PP) e Luciano Amaral (PSD).

Amapá

Governador eleito: Dr. Furlan (PSD).

Senadores eleitos: Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD).

Deputados federais mais votados: Felipe Show (União Brasil), Josenildo (PDT) e Aline Gurgel (União Brasil).

Amazonas

Candidatos ao governo: Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL) disputam o segundo turno.

Senadores eleitos: Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB).

Deputados federais mais votados: Sargento Salazar (PL), Sidney Leite (PSD) e Adail Filho (MDB).

Bahia

Governador eleito: Jerônimo Rodrigues (PT).

Senadores eleitos: Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT).

Deputados federais mais votados: Pastor Sargento Isidório (Avante), Antonio Brito (PSD) e Neto Carletto (Avante).

Ceará

Governador eleito: Elmano de Freitas (PT).

Senadores eleitos: Cid Gomes (PSB) e Luizianne Lins (Rede).

Deputados federais mais votados: André Fernandes (PL), Tainah Marinho (PSB) e Yury do Paredão (MDB).

Distrito Federal

Candidatos ao governo: Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) disputam o segundo turno.

Senadoras eleitas: Michele Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL).

Deputados distritais mais votados: Fábio Felix (PSOL), Rafael Prudente (MDB) e Alberto Fraga (PL).

Espírito Santo

Candidatos a governo: Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB) disputam o segundo turno.

Senadores eleitos: Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos).

Deputados federais mais votados: Lucas Polese (PL), Jack Rocha (PT) e Dr. Bruno Resende (União Brasil).

Goiás

Governador eleito: Daniel Vilela (MDB).

Senadores eleitos: Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União Brasil).

Deputados federais mais votados: Bruno Peixoto (União Brasil), Delegada Adriana Accorsi (PT) e Fred Rodrigues (PL).

Maranhão

Governador eleito: Eduardo Braide (PSD).

Senadores eleitos: André Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo).

Deputados federais mais votados: Pedro Lucas Fernandes (União Brasil), Iracema Vale (MDB) e Vinicius Ferro (MDB).

Mato Grosso

Governador eleito: Otaviano Pivetta (Republicanos).

Senadores eleitos: Mauro Mendes (União Brasil) e Zé Medeiros (PL).

Deputados federais mais votados: Coronel Fernanda (PL), Professora Rosa Neide (PT) e Fábio Garcia (União Brasil).

Mato Grosso do Sul

Governador eleito: Eduardo Riedel (PP).

Senadores eleitos: Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL).

Deputados federais mais votados: Camila Jara (PT), Marcos Pollon (PL) e Rose Modesto (União Brasil).

Minas Gerais

Governador eleito: Cleitinho Azevedo (Republicanos).

Senadores eleitos: Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT).

Deputados federais mais votados: Nikolas Ferreira (PL), Ana Elisa (PT) e Duda Salabert (PSOL).

Pará

Governador eleito: Dr. Daniel (Podemos).

Senadores eleitos: Helder Barbalho (MDB) e Chicão (União Brasil).

Deputados federais mais votados: Delegado Caveira (PL), Jader Filho (MDB) e Dra. Alessandra Haber (Podemos).

Paraíba

Governador eleito: Lucas Ribeiro (PP).

Senadores eleitos: João Azevêdo (PSB) e Veneziano (MDB).

Deputados federais mais votados: Cabo Gilberto (PL), Aguinaldo Ribeiro (PP) e Ricardo Coutinho (PT).

Paraná

Governador eleito: Sergio Moro (PL).

Senadores eleitos: Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo).

Deputados federais mais votados: Jeffrey Chiquini (Novo), Guilherme Kilter (Novo) e Sargento Fahur (PL).

Pernambuco

Governadora eleita: Raquel Lyra (PSD).

Senadores eleitos: Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT).

Deputados federais mais votados: Pedro Campos (PSB), Jones Manoel (PSOL) e Anderson Ferreira (PL).

Piauí

Governador eleito: Rafael Fonteles (PT).

Senadores eleitos: Marcelo Castro (MDB) e Júlio César O Julim do Lula (PSD).

Deputados federais mais votados: Georgiano (PSD), Delegado Charles (PV) e Castro Neto (MDB).

Rio de Janeiro

Candidatos ao governo: Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) disputam o segundo turno.

Senadores eleitos: Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL).

Deputados federais mais votados: Dr. Luizinho (PP), Rick Azevedo (PSOL) e Lindbergh (PT).

Rio Grande do Norte

Candidatos ao governo: Allyson (União Brasil) e Cadu de Lula (PT) disputam o segundo turno.

Senadores eleitos: Styvenson Valentim (Podemos) e Samanda de Lula (PT).

Deputados federais mais votados: Natália Bonavides (PT), Nina (PL) e Benes Leocádio (União Brasil).

Rio Grande do Sul

Governador eleito: Luciano Zucco (PL).

Senadores eleitos: Ubiratan Sanderson (PL) e Marcel van Hattem (Novo).

Deputados federais mais votados: Maurício Marcon (PL), Fernanda Melchionna (PSOL) e Giovani Cherini (PL).

Rondônia

Governador eleito: Marcos Rogério (PL).

Senadores eleitos: Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL).

Deputados federais mais votados: Lucio Mosquini (PL), Coronel Chrisóstomo (PL) e Thiago Flores (União Brasil).

Roraima

Governador eleito: Arthur Henrique (PL).

Senadores eleitos: Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB).

Deputados federais mais votados: Marcos Jorge (Republicanos), Ítalo Otávio (Republicanos) e Rodrigo Mesquita (Podemos).

Santa Catarina

Governador eleito: Jorginho Mello (PL).

Senadores eleitos: Carol De Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL).

Deputados federais mais votados: Julia Zanatta (PL), Ana Paula Lima (PT) e Professor Pedro Uczai (PT).

São Paulo

Governador eleito: Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Senadores eleitos: Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL).

Deputados federais mais votados: Lucas Pavanato (PL), Erika Hilton (PSOL) e Sâmia Bomfim (PSOL).

Sergipe

Governador eleito: Fábio Mitidieri (PSD).

Senadores eleitos: Rogério Carvalho (PT) e Delegado Alessandro (MDB).

Deputados federais mais votados: Yandra Moura (União Brasil), Claudio Mitidieri (PSB) e João Daniel (PT).

Tocantins

Governador: Professora Dorinha (União Brasil) e Vicentinho Júnior (PSDB) disputam o segundo turno.

Senadores eleitos: Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB).

Deputados federais mais votados: Professora Janad Valcari (PP), Jair Farias (União Brasil) e Lucas Campelo (Republicanos).

A lista apresenta os três candidatos com maior número de votos para deputado federal em cada estado e no Distrito Federal. Contudo, para esta função, o sistema adotado é o proporcional, o que significa que os candidatos mais votados individualmente nem sempre são eleitos oficialmente.

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