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Fogo e fumaça aparecem em instalação da Aramco perto de Riade

Uma grande coluna de fumaça e chamas foram vistas neste sábado (3) em uma instalação da gigante petrolífera Aramco, localizada ao sul de Riade, capital da Arábia Saudita, conforme apurado por um jornalista da AFP.

Até o momento, as causas do evento permanecem desconhecidas.

Recentemente, a Aramco, que é majoritariamente controlada pelo governo saudita, sofreu ataques do grupo houthis, que possuem apoio do Irã e atuam no Iêmen.

O grupo intensificou suas ofensivas contra a Arábia Saudita dentro do contexto do conflito armado no Iêmen, onde Riade apoia o governo oficial reconhecido pela comunidade internacional.

A Aramco representa o principal pilar econômico da Arábia Saudita e está entre as maiores empresas do planeta em termos de valor de mercado.

Nos últimos meses, os houthis afirmaram ter realizado ataques contra áreas consideradas estratégicas em Riade e também contra instalações da Aramco na cidade portuária de Yanbu.

Durante o mês de agosto, esses ataques foram direcionados a um aeroporto e a outras estruturas da Aramco na região sul do país, em Najran.

Em julho, o grupo houthis declarou um bloqueio naval contra a Arábia Saudita e atacou navios petroleiros sauditas no Mar Vermelho.

O Iêmen, um dos países mais desfavorecidos economicamente, está vivendo uma guerra civil prolongada que já dura mais de dez anos.

Neste sábado, enviados da AFP relataram intensas explosões em Saná, capital do Iêmen, enquanto os houthis denunciaram ataques aéreos realizados por forças aliadas ao governo apoiado pela Arábia Saudita.

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Houthis anunciam ataque a instalações da Saudi Aramco e prometem novas ações

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O grupo Houthis, do Iêmen e apoiado pelo Irã, assumiu a autoria do ataque a duas unidades da Saudi Aramco, em meio ao aumento dos confrontos entre o grupo e o governo iemenita, reconhecido a nível internacional e apoiado pela Arábia Saudita.

Em uma declaração divulgada neste domingo na plataforma X, o porta-voz militar dos Houthis, Yahya Saree, afirmou que os golpes direcionados contra a companhia petrolífera estatal saudita em Riade e na área de Khurais foram executados utilizando mísseis balísticos e drones.

“As duas ações conseguiram atingir seus objetivos com êxito, graças a Deus Todo-Poderoso. Os impactos foram certeiros, gerando grandes incêndios nos locais atacados”, declarou.

“Manteremos nossos ataques às bases do inimigo saudita e suas instalações petrolíferas com o uso de mísseis e drones”, completou.

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Merz visita Ucrânia e anuncia ajuda econômica de 1,3 bilhão de euros

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O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, esteve em Kiev, a capital da Ucrânia, para demonstrar apoio ao país. Durante a visita, ele anunciou um pacote significativo de ajuda militar no valor de 1,3 bilhão de euros e ressaltou a importância da participação da Rússia nas negociações de paz para a região do Leste Europeu.

Merz alertou que, caso a Rússia não seja contida, sua máquina bélica poderá eventualmente se voltar contra outras nações. Ele garantiu ao presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que o apoio alemão continuará firme.

Além disso, Merz destacou a colaboração entre empresas da Alemanha e da Ucrânia na criação de tecnologias que beneficiam ambos os países, fortalecendo sua segurança conjunta.

Em sua rede social X, Zelensky agradeceu à Alemanha pela assistência, mencionando que o novo pacote inclui armamentos e suporte ao setor energético, essencial para a preparação do inverno, caracterizando-o como um pacote energético importante.

Zelensky também informou que hoje foram assinados 15 acordos relacionados à cooperação em segurança, produção e aquisições relevantes, totalizando mais de 8,5 bilhões de euros em investimentos.

A Alemanha destaca-se como a maior apoiadora financeira da Ucrânia, tendo encaminhado mais de 43,3 bilhões de euros em recursos, equipamentos e armamentos desde o início do conflito.

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Trump cria força para liderar a superinteligência americana

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O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a formação da Força de Superinteligência (SIF), cuja função é coordenar as iniciativas do governo dos Estados Unidos para assegurar que o país mantenha a liderança global em superinteligência.

Em uma postagem na plataforma Truth Social neste domingo, Trump destacou que essa iniciativa visa proteger os interesses dos cidadãos americanos e aprimorar a qualidade de vida nos Estados Unidos.

A Força de Superinteligência será responsável por gerir a colaboração entre o governo e consumidores, entidades de interesse público, organizações religiosas, fornecedores de infraestrutura crítica e empresas atuantes no setor de superinteligência.

Trump afirmou que a SIF será conduzida pelo diretor de Inteligência Nacional, Jay Clayton; o presidente da Comissão Federal de Comércio, Andrew Ferguson; o subsecretário de Guerra para Pesquisa e Engenharia e Diretor de Tecnologia, Emil Michael; o diretor do Escritório de Gestão de Pessoal, Scott Kupor; e a chefe de gabinete, Susie Wiles.

O anúncio foi feito após um consenso na Casa Branca sobre o tema da superinteligência, onde as principais empresas de tecnologia globais se reuniram para reafirmar seu compromisso com o povo americano.

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