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Eua: Hassett apoia saída de Powell do conselho do Fed após relatório sobre reforma

O diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, Kevin Hassett, manifestou neste domingo (4) sua opinião de que o ex-presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, deveria deixar o Conselho de Diretores da instituição após um relatório interno identificar falhas na gestão da reforma da sede do banco central dos Estados Unidos.

“Creio que chegou o momento de Powell seguir seu caminho, respeitando a autonomia do Fed”, afirmou Hassett em entrevista à Fox News, quando questionado sobre a possibilidade de renúncia de Powell. O relatório do inspetor-geral do Fed, divulgado em 30 de setembro, não encontrou provas de irregularidades criminais nem de mis gestão administrativa vinculada ao projeto estimado em US$ 2,4 bilhões, mas ressaltou problemas na administração que quase duplicaram os custos previstos inicialmente.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que Powell “deveria ser forçado a sair do conselho”. Por sua vez, o procurador-geral Todd Blanche comunicou na sexta-feira que o Departamento de Justiça não pretende reabrir a investigação criminal à luz das conclusões do relatório, embora ressaltasse que futuras apurações podem acontecer caso uma auditoria independente aponte evidências de crime.

Hassett também comentou sobre a recente elevação da taxa de juros pelo Fed em 0,25%. “Não concordo com essa decisão, mas reconhecemos que Kevin Warsh tomou essa medida com as melhores intenções”, referindo-se ao atual presidente da entidade. Trump escolheu Warsh para suceder Powell e tem pressionado para a redução dos juros.

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Irã afirma que não existe solução militar para conflito no Oriente Médio

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O Irã afirmou neste domingo (4) que a guerra no Oriente Médio não poderá ser resolvida por meio de ações militares, enquanto as negociações entre as partes enfrentam dificuldades.

O ponto mais crítico de disputa é o bloqueio iraniano no Estreito de Ormuz, uma rota estratégica para o transporte de petróleo e gás do Golfo.

“Se nossos adversários optarem por confrontos militares novamente, nossa resposta será ainda mais forte do que antes e nos defenderemos com determinação”, declarou Abbas Araghchi, ministro das Relações Exteriores do Irã, durante uma reunião com embaixadores estrangeiros.

“Não há solução militar, nem nenhuma resolução baseada em novas sanções,” ele acrescentou. “Somente negociações justas e equilibradas poderão encerrar o conflito,” enfatizou.

Washington e Teerã concordaram em junho com um memorando de entendimento, mas os recentes ataques iranianos contra navios em Ormuz levaram ao aumento das operações militares americanas.

Representantes de ambos os lados conversaram na última semana à margem da Assembleia Geral da ONU.

Teerã apresentou sete condições para a reabertura do estreito, incluindo cessar-fogo na região, desbloqueio de seus recursos financeiros no exterior, suspensão das sanções contra seu setor petrolífero e o fim do bloqueio naval imposto pelos EUA.

O ex-presidente Donald Trump rejeitou a proposta, mas deixou aberta a possibilidade tanto para o diálogo quanto para novas ações militares.

De acordo com a agência estatal Irna, o vice-ministro das Relações Exteriores, Kazem Gharibabadi, afirmou que os Estados Unidos já manifestaram “sua posição” sobre a oferta iraniana, que está agora sendo avaliada.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baqaei, declarou que a última contraproposta americana está “em consonância com suas anteriores propostas sobre assuntos nucleares”.

A guerra resultou em longas filas nos postos de combustível do Irã.

Nesse cenário, a Presidência anunciou que o ministro do Petróleo, Mohsen Paknejad, renunciou ao cargo, sendo substituído temporariamente pelo diretor-geral da Companhia Nacional de Petróleo do Irã, Hamid Bovard.

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Israel mata diretor de ONG turca em ataque em Gaza

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O exército de Israel anunciou no domingo (4) que realizou um ataque que resultou na morte do diretor de uma organização turca, acusando-o de ser parte da ala armada do Hamas.

Nas primeiras horas do domingo, as Forças de Defesa de Israel (FDI) efetuaram um ataque na região de Khan Yunis, na Faixa de Gaza, eliminando o terrorista Saqr Nabil Musa Qaisi, que integrava a força de elite Nukhba do grupo Hamas, segundo comunicado do exército.

Qaisi comandava a ONG turca Deniz Feneri, que se apresenta como uma entidade de ajuda humanitária, porém, de acordo com Israel, possui ligações estreitas com líderes do Hamas e autoridades da cúpula turca.

Horas antes, um hospital em Deir al Balah havia confirmado a morte de Qaisi, durante um ataque a um veículo no sul da Faixa de Gaza.

O exército israelense alegou que o diretor da ONG utilizava sua posição para recrutar terroristas regularmente, qualificando tal ação como um uso cínico de recursos humanitários, embora não tenha apresentado provas dessa acusação.

O conflito em Gaza começou após o ataque do Hamas a Israel em outubro de 2023, que resultou na morte de 1.221 pessoas, conforme dados oficiais israelenses compilados pela AFP.

Israel respondeu com uma ampla ofensiva na Faixa de Gaza, onde mais de 74.200 pessoas já perderam a vida, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, que está sob controle do Hamas, número que também é confirmado pela ONU.

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Musk vai mudar nome da SpacexAI para SpacexSI após Trump adotar termo superinteligência

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O CEO da SpaceX, Elon Musk, anunciou no domingo (4) que irá alterar o nome da divisão de inteligência artificial da empresa, SpaceXAI, para SpaceXSI, em homenagem ao termo “superinteligência” recentemente adotado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“Sim, faremos essa alteração”, respondeu Musk em resposta a um usuário no X que questionou sobre a possibilidade da mudança.

Trump vem incentivando o uso do termo superinteligência ao invés de inteligência artificial (IA). Em uma declaração durante a Assembleia Geral das Nações Unidas no mês passado, o presidente pediu que os documentos oficiais dos EUA abandonem o termo ‘IA’.

“A partir de agora, todos os documentos oficiais dos Estados Unidos, e espero que também no mundo, usarão o termo muito mais adequado ‘super’ em vez de ‘artificial’. Por isso, é superinteligência”, declarou.

Essa mudança acontece após Musk e outros líderes de grandes empresas de tecnologia firmarem um acordo voluntário com o governo Trump para fortalecer os controles e auditorias sobre sistemas de inteligência artificial.

O acordo inclui a implementação de mecanismos internos de supervisão, auditorias externas independentes e a criação de comitês dentro dos conselhos das empresas para avaliar os riscos associados.

Trump tem enfatizado a importância de acelerar a inovação tecnológica nos EUA, evitando restrições que poderiam prejudicar a liderança americana na competição tecnológica global, especialmente em relação à China.

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