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Defesa dos jogos de azar por Flávio e equipe gera contraste com governo Lula

O ministro Dario Durigan declarou nesta quinta-feira (8) que o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, juntamente com seu time econômico, apoia a liberação dos jogos de azar. Por outro lado, o governo liderado por Lula tem adotado uma postura contrária, utilizando o período eleitoral para destacar a proibição desta prática.

“Flávio e seu grupo defendem a legalização do jogo e buscam encontrar uma forma de introduzi-lo no país. Ele já propôs uma emenda constitucional referente à regulamentação de cassinos, enquanto o governo Lula mantém uma posição contrária à legalização”, afirmou Durigan em entrevista à CNN Brasil. De acordo com ele, em condições normais, seria praticamente inviável aprovar a proibição dos jogos no Congresso.

O ministro enfatizou também o esforço da administração atual para combater sites ilegais de apostas que surgiram após a proibição. Segundo sua declaração, a fiscalização já resultou na remoção de 12 mil plataformas desde a aprovação da Medida Provisória.

“Estamos conseguindo identificar os poucos CNPJs por trás dessas inúmeras plataformas ilegais. São poucas empresas responsáveis, assim como poucas instituições financeiras que processam os pagamentos dessas apostas”, explicou o ministro sobre as estratégias de monitoramento. “Ao rastrear o fluxo financeiro dessas instituições, conseguimos interromper as operações ilegais”, completou.

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Brasil

Carlos Bolsonaro questiona inclusão de Janja no inquérito das fake news

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O senador Carlos Bolsonaro, eleito por Santa Catarina, reagiu nesta quinta-feira (8) a um vídeo da primeira-dama Janja Lula da Silva, no qual ela afirma que Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência, encerraria o programa Farmácia Popular se eleito. Nas redes sociais, o irmão do presidenciável solicitou que o Supremo Tribunal Federal (STF) investigue Janja.

“Alô STF oficial. Esta senhora, madrasta do Lulinha, não será incluída no inquérito das fake news ou está sendo beneficiada em nome da defesa da democracia?”, escreveu Carlos ao compartilhar uma publicação que contestava a declaração da primeira-dama.

No vídeo, divulgado durante a campanha do segundo turno, Janja afirma que “Flávio Bolsonaro vai acabar” com o Farmácia Popular, mencionando cortes nos recursos para programas sociais defendidos pelo candidato do PL.

Segundo o plano de governo apresentado por Flávio ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não há menção direta ao benefício. A campanha do candidato negou a intenção de extinguir o programa e garantiu a continuidade da distribuição de medicamentos.

O investimento no programa Farmácia Popular sofreu redução durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na proposta orçamentária para 2023, enviada ao Congresso em 2022, os recursos previstos foram diminuídos em 59%, chegando a aproximadamente R$ 1 bilhão. Esse valor foi posteriormente ajustado durante a tramitação do orçamento.

Em dezembro de 2022, o programa também foi impactado por um bloqueio de R$ 194 milhões no orçamento do Ministério da Saúde.

O Farmácia Popular foi criado em 2004, durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o objetivo de subsidiar e distribuir gratuitamente medicamentos e insumos por meio de estabelecimentos credenciados.

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Brasil

Senadores aliados visitam QG de Lula para gravar propaganda sobre o fim da escala 6×1

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Senadores aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniram-se nesta quinta-feira (8) no QG de campanha à reeleição, localizado no Lago Sul em Brasília, para gravar uma mensagem sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho 6×1.

Participaram da gravação os senadores Camilo Santana (PT-CE), Luany Lemos (PSB-DF) e Paulo Paim (PT-RS). A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), também esteve presente nas filmagens.

Além dos senadores, a deputada federal Natália Bonavides (PT-RN) chegou ao QG para integrar as atividades.

A propaganda eleitoral para o segundo turno da eleição presidencial na rede de rádio e televisão inicia-se nesta sexta-feira, 9. Nesta fase, o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL) terão tempo de inserção equivalentes.

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Brasil

Orkut pode voltar? Criador do famoso site fala sobre novo lançamento

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Orkut Büyükkökten, o engenheiro de software turco que criou a antiga rede social Orkut, publicou nesta quinta-feira (8), em orkut.com, uma carta que deixou os fãs animados com a possibilidade de retorno da plataforma.

No texto, Büyükkökten relembra os tempos em que a internet era mais humana e quando receber uma mensagem de alguém do outro lado do planeta parecia algo mágico.

Ele aproveitou para convidar os usuários a assinarem uma petição online em prol do resgate de redes sociais focadas somente nas interações entre pessoas reais.

O criador destaca que, nos últimos 20 anos, as redes sociais foram projetadas para capturar a atenção, priorizando engajamento em vez de conexão genuína.

“Uma geração de crianças foi entregue a algoritmos viciantes que as dividiram e as venderam para anunciantes. Não é surpresa que tenham crescido sozinhas e ansiosas”, escreveu Büyükkökten. “Eu ainda amo esta indústria, mas é triste ver a que ponto ela chegou”, completa.

Ele ressalta a importância da inteligência artificial, reconhecendo seu valor, mas alerta que essa tecnologia está destruindo o que tornava as redes sociais especiais: o fato de existir uma pessoa real por trás de cada interação.

Büyükkökten lembra que o que os usuários mais sentem falta na antiga plataforma são as comunidades, onde pessoas com interesses em comum se uniam, diferente de um feed onde o usuário é apenas um espectador.

“Hoje, a IA está transformando as redes sociais em bots, conteúdo falso, deepfakes, agentes autônomos descontrolados e conteúdo sintético. Porém, há algo que a tecnologia ainda não pode criar: emoções como alegria, esperança, amor e diversão”, pontua na carta.

Visão para o futuro

Para Büyükkökten, o futuro da internet deve ser centrado em pessoas reais, onde haja um ser humano do outro lado das mensagens e onde o foco não seja algoritmos ou captura de atenção.

“Um algoritmo não pode dar sentido à vida, mas um amigo pode. Uma comunidade pode. Vamos parar de buscar capturar a atenção e começar a valorizar uns aos outros, fazendo isso com amor e união”, conclui o criador.

Até a publicação desta carta, mais de 180 mil pessoas já tinham apoiado a petição online, demonstrando esperança por um retorno das redes sociais mais humanas.

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