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Brasileiros no exterior: quase 1 milhão aptos a votar em 2026, maioria nos Estados Unidos

Quase 1 milhão de brasileiros que residem fora do país estão habilitados para votar nas eleições de 2026 e escolher o próximo presidente da República. Esse grupo representa pouco mais de 0,5% do eleitorado total.

Estão disponíveis 1.310 seções eleitorais distribuídas em 186 cidades de 134 países para garantir o voto de 918.876 brasileiros. A maioria dessas seções está localizada em consulados e embaixadas brasileiras, mas também podem funcionar em hotéis, escolas e outros locais.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), entre esses eleitores registrados no exterior, cerca de 528 mil são mulheres (57%) e 391 mil são homens (43%).

A Nova Zelândia foi o primeiro país a iniciar a votação, às 16h do sábado (3), no horário de Brasília. Em razão dos diferentes fusos horários, o processo de votação continuará até as 21h do domingo (4), horário de Brasília, nas seções instaladas no Canadá.

A maior parte dos eleitores brasileiros fora do país está concentrada nos Estados Unidos, que possuem 265.411 eleitores registrados, seguido de Portugal, com 134.801 eleitores, e do Japão, com 88.370. A lista continua com:

  • Estados Unidos – 265.411
  • Portugal – 134.801
  • Japão – 88.370
  • Canadá – 46.489
  • Alemanha – 41.552
  • Espanha – 40.773
  • Reino Unido – 40.474
  • Itália – 38.678
  • França – 29.741
  • Suíça – 27.037

Os brasileiros que irão votar no exterior podem conferir a lista completa das seções eleitorais e os endereços dos locais de votação em planilhas disponibilizadas no site do TSE.

Assim como ocorre no Brasil, a contagem dos votos no exterior será divulgada oficialmente somente a partir das 17h, horário de Brasília.

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Ministra do STF, Cármen Lúcia, vota em Belo Horizonte

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A ministra Cármen Lúcia, integrante do Supremo Tribunal Federal (STF), realizou seu voto em Belo Horizonte (MG) neste domingo. Ela nasceu em Montes Claros (MG).

Cármen Lúcia foi a primeira mulher a liderar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cargo que ocupou inicialmente entre 2012 e 2013.

Ela retomou a presidência da Corte em 2024, conduzindo as eleições municipais deste ano.

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Flávio solicita voto de confiança para impedir Lula de nomear ministros no STF

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O senador Flávio Bolsonaro, candidato do Partido Liberal (PL) à presidência da República, pediu neste domingo, 4, que os brasileiros concedam um “voto de confiança” a ele para evitar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seja reeleito e tenha a possibilidade de nomear até quatro novos ministros ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Ele alertou que a reeleição do atual presidente poderia resultar em perseguição contra a imprensa, políticos e a população brasileira, colocando o país em risco. Flávio pediu que o eleitorado não permita que essa situação aconteça, solicitando o voto já no primeiro turno.

Flávio também ressaltou a necessidade de acabar com um período que ele descreve como de estagnação no Brasil, com o objetivo de que os cidadãos não dependam mais de ajuda governamental para sua subsistência.

Ele afirmou que o governo atual vem utilizando recursos públicos de forma inadequada para influenciar o processo eleitoral, mencionando que aliados do presidente Lula estão interferindo nas eleições e que isso precisa ser alterado. Destacou ainda que o país enfrenta dificuldades como altos impostos, violência contra mulheres e perseguição política.

Flávio expressou seu desejo de encerrar seu mandato com menos brasileiros dependendo do governo para obter alimentos.

Para ele, o Brasil deve focar no crescimento econômico e no incentivo ao empreendedorismo como caminho para a liberdade do povo brasileiro.

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Messias afirma que escolha na eleição é entre honra ou humilhação

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O advogado-geral da União, Jorge Messias, declarou que a votação para a presidência marcada para este domingo, 4, representa uma decisão crucial entre manter a dignidade ou enfrentar a degradação.

Sem mencionar candidatos específicos, ele destacou que o Brasil decidirá se continuará garantindo sua autonomia nacional ou se submeterá a interesses externos dominadores.

“Chegou o momento de definirmos o que queremos para o nosso país: ser uma nação independente, que prioriza os interesses do povo brasileiro, ou aceitar ser controlada como uma peça subalterna em um plano de dominação estrangeira. Essa é uma escolha entre honra e humilhação”, publicou no X na noite de sábado, 3.

Messias ressaltou que optar pelo caminho equivocado poderá comprometer o futuro da nação e as esperanças das gerações vindouras.

Ele também afirmou que o pleito definirá se as riquezas naturais do Brasil serão utilizadas para o progresso interno ou exploradas por aqueles que enxergam o país como mero território de exploração.

“Nossa diretriz deve ser a independência nacional, o direito à autodeterminação do nosso povo e o respeito aos princípios firmados na Constituição”, afirmou, destacando a importância da unidade e solidariedade entre os países da América Latina.

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