Conecte Conosco

Notícias

Devemos orar por quem nos trata mal, diz Michelle sobre conflito com eleitores

A candidata ao Senado pelo Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL), comentou que respondeu com um gesto de coração a eleitores que a criticaram numa seção eleitoral em Brasília.

Em uma declaração oficial, a ex-primeira-dama mencionou passagens da Bíblia cristã e ressaltou a importância de promover a “tolerância com aqueles que possuem opiniões políticas diferentes das nossas”.

“Diante das palavras agressivas que recebi hoje no local de votação de Bia Kicis, minha única resposta possível foi: ‘Eu te amo em Cristo!’ acompanhado de um gesto de coração para ela”, disse em comunicado. “Hoje celebramos a democracia e precisamos praticar amor, respeito e tolerância com quem pensa diferente politicamente”, acrescentou.

Michelle, que se declara evangélica, afirmou que a Bíblia incentiva “fazer o bem àqueles que nos odeiam e orar por quem nos maltrata e persegue”.

Ela foi alvo de hostilidade por parte de eleitores no Lago Norte, em Brasília, na manhã deste domingo, 4, enquanto acompanhava a votação de Bia Kicis (PL), candidata ao Senado, e Celina Leão (PP), governadora do DF que busca a reeleição.

Uma eleitorada presente na mesma seção disse a Michelle que sua mão estava suja e expressou desprezo dizendo que a odiava no inferno. Michelle deixou o local acompanhada por seus seguranças. Outra eleitora afirmou que a cultura deveria receber mais atenção e valorização.

Publicidade
Clique aqui para comentar

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

Nova direção da Alepe fortalece Raquel Lyra após período de disputas

Por

A renovação na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), resultante das eleições realizadas no último domingo (4), promete facilitar a convivência entre a governadora reeleita Raquel Lyra (PSD) e o parlamento estadual, superando as tensões que marcaram seu primeiro mandato.

Na nova configuração, a governadora contará com uma bancada ampliada e um grupo de partidos aliados solidificados, garantindo uma maioria confortável no plenário.

O Partido Social Democrático, liderado por Raquel Lyra, que não havia eleito deputados em 2022, agora alcança nove cadeiras, empatando com o PSB, partido de oposição que também elegeu nove representantes, ambas as legendas formando as maiores bancadas.

A coalizão que apoiou a reeleição de Raquel Lyra inclui, além do PSD, PP, Podemos, União Brasil e Avante, totalizando 24 dos 49 deputados da Alepe. Com o acréscimo do partido Novo, que também declarou apoio, o grupo pró-governadora soma 25 parlamentares.

Estimativas baseadas em posturas públicas e históricos indicam que essa base pode chegar a 30 deputados, uma vez que há eleitos no bloco de oposição alinhados com o governo, como o deputado estadual João Paulo Lima (PT) e a deputada eleita Lara Santana (PV).

Essa vantagem representa um avanço na superação do clima de antagonismo que prevaleceu entre o executivo estadual e a Alepe. Até então, a oposição ocupava posições-chave, como nas principais comissões, e frequentemente impunha dificuldades à aprovação de projetos do governo.

Com esse cenário, Raquel Lyra espera eleger um presidente da mesa diretora alinhado com sua administração para o biênio 2027-2028. Atualmente, o presidente é Álvaro Porto (MDB), que inicialmente pertenceu ao PSD, mas migrou para a oposição, o que dificultou a influência governamental.

Um forte candidato à presidência da Casa é o deputado estadual Antônio Moraes (PSD), reeleito para seu oitavo mandato, com vasta experiência, inclusive na presidência da Comissão de Justiça, a mais relevante do parlamento.

Antônio Moraes frequentemente atuou como mediador das questões entre o Palácio e a Alepe no mandato corrente.

Recentemente, encontros iniciais para a formação da nova Mesa Diretora indicam a intenção da governadora de consolidar sua base parlamentar antecipadamente, promovendo uma mudança na dinâmica da legislatura.

Essa expectativa de aproximação também é reforçada pelo secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, que destaca a experiência adquirida no primeiro mandato como um fator positivo para uma interlocução mais eficiente com a Alepe.

Continuar Lendo

Notícias

Lideranças de Pernambuco discutem com Lula plano para segundo turno em Brasília

Por

Lideranças políticas de todo o Brasil se reuniram em Brasília nesta segunda-feira (5) para um encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está concorrendo à reeleição no segundo turno. O propósito dessa reunião foi definir o plano de ação para a fase final da campanha e fortalecer o apoio à candidatura de Lula.

Antes da reunião, João Campos fez um apelo para a união em torno da candidatura, ressaltando a importância de conquistar eleitores que desejam um futuro promissor para o Brasil e para Pernambuco.

“É fundamental continuarmos trabalhando e lutando. Agora é essencial garantir a eleição do presidente Lula, não só para quem já nos apoiou, mas para todos que buscam um Brasil e Pernambuco melhores”, destacou João Campos.

A senadora Teresa Leitão também incentivou o empenho na campanha de Lula e afirmou que o grupo está preparado para um esforço ainda maior para garantir a vitória no segundo turno.

Plano de ação

No encontro, Lula avaliou que será necessário aumentar a presença em rádio e televisão e intensificar a comunicação direta com os eleitores já nesta etapa decisiva. Ele reconheceu que participou pouco em programas de rádio na primeira fase e pretende mudar essa abordagem, especialmente no confronto direto com seu adversário.

“Quero vencer as eleições realizando mais ações. Agora é hora de debater na televisão, em confrontos diretos”, afirmou o presidente.

Lula salientou que os próximos vinte dias serão cruciais para mostrar as diferenças entre os projetos políticos em disputa. “Esses vinte dias serão para expor o que deveria ter sido mostrado durante o ano todo, revelando as verdadeiras propostas do possível sucessor do fascismo no país. É momento de trabalhar arduamente”, disse.

Segurança e políticas sociais

Marília Arraes destacou que a campanha de Lula apresentará um projeto para enfrentar as desigualdades e investir em áreas essenciais, como segurança pública. Ela defendeu a necessidade de uma ação mais robusta da União no enfrentamento ao crime organizado com apoio aos estados.

“É fundamental ressaltarmos a importância de um país justo, com menos desigualdades. O combate ao crime organizado, que afeta famílias e comunidades, deve ser firme, fortalecendo a segurança pública com o suporte da União”, afirmou Marília Arraes.

Além disso, ela mencionou a defesa da soberania nacional, o enfrentamento ao endividamento das famílias causado por apostas esportivas e a valorização do salário mínimo como partes essenciais do projeto para um país mais justo.

Estratégia do PT

Edinho Silva, presidente nacional do PT, indicou que o foco da campanha será o contraste entre os projetos políticos de Lula e do senador Flávio Bolsonaro (PL).

Ele disse que a campanha vai abordar temas ligados à segurança pública, às conexões do senador com milícias, e às suas posições sobre o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

“No segundo turno, não podemos evitar esse confronto. Estamos confiantes, pois sabemos o que Flávio Bolsonaro representa e este é o tema que devemos levar para o povo brasileiro”, explicou Edinho Silva.

Ele também destacou as relações atribuídas a Flávio Bolsonaro com milícias e o Banco Master, além da aproximação com o governo de Donald Trump, como questões que a campanha petista vai explorar nesta fase final.

Continuar Lendo

Notícias

Coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro vai se reunir com Fachin

Por

O senador Rogério Marinho (PL-RN), que é o coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência, anunciou nesta segunda-feira, 5, que terá um encontro amanhã, dia 6, com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin. A reunião está agendada para as 13h e o objetivo é discutir decisões recentes de ministros do STF que têm impactado o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Vamos conversar sobre essa situação que está ocorrendo, que consideramos uma interferência inadequada na justiça eleitoral especializada. Atualmente, além do STF, foi criado um novo cargo de Corregedor Geral do Tribunal Eleitoral, o que preocupa a nossa equipe,” explicou Marinho aos jornalistas em Brasília.

Continuar Lendo

Trending