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São Paulo e Corinthians disputam final do Brasileirão feminino 2026

O título do Brasileirão feminino Série A1 será decidido neste sábado (3) à noite. Às 16h30 (horário de Brasília), São Paulo e Corinthians se enfrentam no Morumbi pelo segundo jogo da final, com transmissão ao vivo pela TV Brasil.

A vantagem está com o São Paulo, que venceu o jogo de ida por 2 a 1, revertendo o placar na Neo Química Arena, na capital paulista – jogo também exibido pela TV Brasil. Foi a primeira derrota do time feminino do Corinthians no estádio após 32 partidas sem perder.

O empate garante o título ao São Paulo, algo inédito no formato atual da competição, que acontece desde 2013. Em 1997, entretanto, as Soberanas conquistaram a primeira edição do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, organizado pela CBF até 2001, com um elenco que contava com grandes nomes históricos da seleção como a zagueira Ju Cabral, a volante Formiga, a meia Sissi e a atacante Kátia Cilene.

Aquela geração, que também venceu o Campeonato Paulista em 1997 e 1999, incluía uma jovem volante chamada Emily, atual treinadora do Corinthians.

Para conquistar o título no tempo regulamentar, o Corinthians precisa vencer por pelo menos dois gols de diferença. Das 22 vitórias da equipe na temporada, 13 foram com esse saldo, incluindo quatro fora de casa. Se vencer por um gol de diferença e igualar o placar agregado, a decisão será nos pênaltis.

É a décima final consecutiva do Corinthians no Brasileirão Feminino, mas a primeira vez jogando como visitante no segundo jogo. Para conquistar seu oitavo título, sendo o sétimo seguido, o time terá de superar o adversário no confronto. Em 2017, em situação semelhante, perdeu a ida para o Santos (2 a 0) e não conseguiu reverter a desvantagem na partida de volta (perdeu por 1 a 0).

Em 2019, a última vez que o campeão foi visitante no jogo decisivo, Corinthians e Ferroviária empataram nos jogos e decidiram a final nos pênaltis, vencida pelo clube do interior paulista.

Esta é a quarta final entre São Paulo e Corinthians no futebol feminino desde a retomada dos projetos, com vantagem para o Corinthians, que venceu as finais paulistas de 2019 e 2021 e o Brasileirão de 2024. Na última decisão, a Neo Química Arena recebeu um público recorde de 44.529 torcedores, maior público registrado em jogos entre clubes no futebol feminino brasileiro.

O São Paulo busca superar essa marca. Até a tarde de sexta (2), já havia vendido mais de 38 mil ingressos para a decisão, o que deve garantir um dos maiores públicos do ano na modalidade, ultrapassando os 21.828 presentes na partida de ida.

Espera-se que as equipes mantenham escalações semelhantes ao primeiro jogo. O São Paulo conta com força máxima, com o técnico Thiago Viana provavelmente escalando Carlinha; Bruna Calderan, Tayla, Carol Gil e Bia Menezes; Robinha, Karla Alves e Aline Milene; Giovanna Crivelari, Serrana e Isa.

No Corinthians, destaca-se o retorno da zagueira Thaís Regina, cumprindo suspensão na última partida, com escalação provável: Nicole; Gi Fernandes, Duda Mineira, Thaís Ferreira, Thaís Regina e Tamires; Duda Sampaio, Vic Albuquerque e Gabi Zanotti; Belén Aquino, Jaqueline e Jhonson.

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Fim da escala 6×1 será votado apesar de apoio a Flávio Bolsonaro

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O ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães, afirmou nesta segunda-feira (5) que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), seguirá com a votação da proposta que elimina a escala 6×1.

“A prioridade do governo é aprovar o fim da escala 6×1. Vou conversar com o presidente Alcolumbre para iniciar o debate e votar até quarta-feira”, declarou Guimarães antes de participar de um encontro no Hotel Sanmarco, em Brasília, com Lula e aliados, após os resultados do primeiro turno das eleições presidenciais.

“O presidente Davi tem se mantido firme. Ele pretende votar esta proposta ainda nesta semana, conforme anunciou publicamente”, acrescentou.

Guimarães descartou a possibilidade de Alcolumbre recuar da votação devido ao resultado do primeiro turno. O senador Flávio Bolsonaro (PL) terminou a votação com quase 2,3 milhões de votos a mais que Lula, tornando-se favorito para a presidência.

“A situação continua estável, a disputa está acirrada. São 2% de diferença e vamos continuar lutando. Esta proposta é importante para o Brasil, não para um candidato específico”, disse Guimarães.

O presidente do Senado havia agendado três sessões para avaliar a proposta, começando na terça-feira (6).

No entanto, cresce a incerteza se a votação ocorrerá, considerando que o senador Flávio Bolsonaro está na liderança, e o PL conquistou 13 novas cadeiras, chegando a 28 dos 81 assentos do Senado, mais de um terço.

Acabar com a escala 6×1 é visto como uma meta crucial para o desafio de Lula tentar reverter o resultado das eleições no próximo turno. Desde que o país retornou à democracia, nenhum candidato em segundo lugar conseguiu ultrapassar o líder e vencer a presidência.

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Fachin afirma que o STF é maior que todos e seguirá firme

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Um dia após a eleição de pelo menos 31 senadores que apoiam o impeachment de membros do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Corte, Edson Fachin, declarou que “situações mudam” e que o Tribunal “continuará firme”. A fala ocorreu na abertura de um evento na sede do tribunal nesta segunda-feira (5), em comemoração aos 38 anos da Constituição.

“Situações mudam, gerações passam, os desafios ganham novas formas. O Tribunal é maior do que tudo e todos, e ele continuará firme”, afirmou Fachin.

O ministro ressaltou que os servidores do Supremo mantiveram uma vigilância constante na preservação da democracia: “Essa vigilância raramente recebe destaque; está presente nos processos bem fundamentados, nos votos cuidadosamente analisados, no atendimento dedicado a quem busca a Justiça, nas sessões pontuais e na comunicação clara à população.”

Fachin também recordou o papel do tribunal durante o julgamento da tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023, homenageando individualmente todos os ministros pela sua “contribuição institucional”. Em sua conclusão, o presidente do Supremo enfatizou que “nenhuma ambição de poder pode se sobrepor à soberania do povo, à ordem constitucional e à democracia.”

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Lula está desapontado com os resultados das eleições

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) expressou nesta segunda-feira (5) durante um encontro com seus aliados no Hotel San Marco, no centro de Brasília, sua frustração com o resultado da primeira etapa das eleições realizadas no domingo.

“Vocês acham que eu não fiquei desapontado? Em todas as eleições fico assim, pois sempre quero vencer já no primeiro turno”, disse o presidente.

Com a totalidade das urnas apuradas, Flávio obteve 56.104.503 votos (47,03% dos votos válidos), enquanto Lula recebeu 53.879.538 votos (45,16% dos votos válidos). O líder do PT teve 3.379.966 votos a menos em comparação ao primeiro turno de 2022.

O presidente também lamentou a grande ausência dos eleitores na votação para a presidência da República. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 33 milhões de pessoas não compareceram às urnas, o que representa 21,08% do eleitorado. “Será que as pessoas não se identificam com os candidatos?”, perguntou Lula.

Lula criticou as propostas de contenção fiscal apresentadas pela campanha de Flávio. “Sempre que se fala em rigor fiscal neste país, está em risco a política de inclusão social”, afirmou.

Sobre o tema da segurança pública, que foi amplamente explorado por Flávio durante a campanha, o presidente sugeriu uma alteração na forma de abordar o assunto.

“Precisamos afirmar com clareza, agora e após a aprovação da PEC, que a segurança pública deve defender os cidadãos, que os criminosos devem ser presos e que o espaço público deve permanecer acessível para a população se expressar”, declarou.

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