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Sarney vai a São Paulo para exames após pneumonia

Após ser hospitalizado devido a uma pneumonia, o ex-presidente José Sarney, de 96 anos, divulgou um vídeo em suas redes sociais informando que seguirá para São Paulo para realizar um check-up.

Na semana anterior, Sarney passou três dias internado em um hospital de São Luís, no Maranhão, tratando a pneumonia. Depois de receber alta, ele continuou com acompanhamento médico em casa e agora se prepara para novos exames em São Paulo.

Em tom descontraído, comenta na postagem: “O velhinho aqui precisa saber como está funcionando a máquina”. Na legenda, ele assegura que está bem e agradece as mensagens de apoio recebidas.

Ele também manifesta o desejo de retornar ao Maranhão o mais rápido possível para acompanhar o término das eleições. Sua filha, Roseana Sarney (MDB – MA), é candidata ao Senado Federal e lidera as pesquisas.

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Lula e João Campos: parceria que fortalece Pernambuco

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A presença do presidente Lula (PT) no Recife durante um evento político com a chapa da Frente Popular, na sexta-feira, reforçou um compromisso recíproco. Lula pediu votos para João Campos (PSB), candidato ao governo de Pernambuco, assim como para Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) ao Senado.

Em troca, houve a promessa de que o estado será fundamental na contagem de votos para levar Lula ao Palácio do Planalto pela quarta vez.

João Campos planeja implementar quase todo seu plano de governo em colaboração com o presidente Lula. Ele deseja que o presidente ajude a eliminar o racionamento de água em Pernambuco, assim como eliminou a fome no país por duas vezes, com cerca de 94 projetos previstos.

Além disso, ele busca cooperação para retomar e concluir a Ferrovia Transnordestina, além de investimentos em moradias, controle de encostas e infraestrutura, como estradas.

A coordenação da campanha nacional acordou que o evento da sexta-feira deveria durar no máximo duas horas, começando às 10h30 e encerrando às 12h35.

Embora breve, a agenda rendeu ótimas imagens, discursos impactantes e enfatizou as afinidades entre as propostas dos candidatos.

Porém, tanto João Campos quanto o presidente Lula sabem que não basta o apoio mútuo para vencer eleições tão polarizadas nas esferas estadual e nacional.

Por isso, na sexta-feira mesmo, João Campos viajou para Arcoverde e passará o final de semana no Sertão pleiteando votos. Já Lula seguiu para São Paulo e terá compromissos também na Bahia, Ceará, Pará e Minas Gerais nos próximos dias, com entrevistas e gravações para o guia eleitoral.

Entusiasmo e mobilização

A coordenação nacional da campanha de Lula avaliou positivamente o ato realizado no Recife. Consideraram-no um dos eventos mais impactantes, organizados e representativos do país até agora. O presidente apresentou uma postura descontraída. A campanha de João Campos também se mostrou satisfeita, pois o ato energizou os militantes, gerando expectativas de que isso se converta em votos.

Energia e dedicação

A vitalidade do presidente Lula, mesmo aos 80 anos, é notável. Na quinta-feira, ele saiu de Brasília para dois eventos no Rio de Janeiro e depois seguiu para Alagoas. Chegou ao Recife às 23h. Na sexta-feira, sob um sol de 28º, percorreu cerca de 800 metros em um carro aberto, acenando e demonstrando alegria. No palco, discursou por 25 minutos.

Expectativa e apoio

Enquanto João Campos discursava, parte dos petistas começou a cantar “Lula lá…”, querendo ouvir o presidente Lula. Presentes no evento estavam o deputado João Paulo, o ex-deputado Fernando Ferro e o dirigente Pedro Alcântara. O candidato tocou no microfone por mais dois minutos após isso.

Posicionamentos moderados

Os candidatos ao Senado, Marília Arraes e Humberto Costa, criticaram o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL). Contudo, ninguém fez críticas à gestão da governadora Raquel Lyra, tampouco João Campos, que já foi mais severo em outras ocasiões. O presidente Lula também se absteve de críticas diretas.

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Economia

Lula lidera apoio ao agronegócio, diz presidente do Banco do Brasil

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Tarciana Medeiros, presidente do Banco do Brasil, mencionou durante um jantar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e empresários que, ao assumir seu cargo, recebeu do chefe do Executivo a missão de expandir o crédito no país. Ela destacou especialmente o aumento nos recursos destinados ao crédito rural. “O Banco do Brasil é fundamental para o desenvolvimento do agronegócio, e eu diria que o presidente Lula é um grande apoiador dessa área”, afirmou.

Nos últimos três anos, o governo destinou, por meio do Plano Safra, cerca de R$ 2 trilhões para fomentar o agronegócio brasileiro, o que representa o dobro dos valores concedidos na administração anterior, conforme ressaltou Tarciana.

Ela também ressaltou que o Banco do Brasil é reconhecido mundialmente como uma instituição sustentável e que tem desempenhado papel importante na transição para fontes de energia mais limpas, destacando os avanços promovidos nos últimos 42 meses.

O jantar em São Paulo, organizado pelo Esfera Brasil e pelo grupo Prerrogativas, contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin, do ministro da Fazenda, Dario Durigan, e do candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad.

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Economia

Ministro da Fazenda afirma que outorgas pagas pelas casas de apostas não serão devolvidas

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, declarou nesta sexta-feira, 25, que o governo não irá reembolsar as casas de apostas pelas taxas pagas para operarem legalmente no Brasil, mesmo com a proibição do setor. “Não haverá devolução das outorgas”, ressaltou, explicando que a autorização concedida era temporária e que a equipe econômica continuará analisando possíveis valores a serem recuperados por outros meios.

As empresas de apostas online desembolsaram uma taxa fixa de R$ 30 milhões para operar legalmente, resultando em uma arrecadação total de R$ 2,55 bilhões aos cofres públicos.

Ao comentar o impacto da proibição nas finanças públicas, Durigan afirmou que os gastos dos brasileiros em apostas devem ser direcionados para outras atividades econômicas, reduzindo o efeito da perda da arrecadação.

“Os recursos destinados hoje para as apostas certamente serão redirecionados para outros setores da economia real”, afirmou o ministro durante uma coletiva de imprensa após a assinatura da medida provisória que proíbe os sites de apostas.

O ministro também esclareceu que a arrecadação das apostas nunca foi o foco principal no debate sobre o setor. Segundo ele, a tributação ocorreu por princípio de isonomia, e não como uma solução para o equilíbrio fiscal do governo.

Durigan ainda revelou o impacto do novo regulamento: 85 empresas, representando cerca de 180 marcas, perderão a autorização para operar no país devido à nova medida.

De acordo com o ministro, o governo irá revisar suas projeções e fontes de receita para não depender do setor de apostas em seu planejamento fiscal. Além disso, a administração pública realizará os ajustes necessários para excluir quaisquer receitas relacionadas a apostas do horizonte orçamentário.

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