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Como justificar sua ausência nas eleições de 2026

As Eleições Gerais de 2026 estão chegando. O primeiro turno acontecerá no dia 4 de outubro, e o segundo turno, se necessário, no dia 25 de outubro. Quem estiver fora do local de votação no dia da eleição deve justificar sua ausência para cada turno que não comparecer.

É possível apresentar a justificativa no dia da votação através do aplicativo e-Título ou pelo Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE). O formulário deve ser preenchido e entregue nas mesas receptoras disponíveis nos locais indicados pelos tribunais regionais eleitorais ou cartórios eleitorais.

Quando a justificativa é feita no dia da eleição, não é preciso apresentar documentos que comprovem o motivo da ausência. Porém, para quem escolher usar o RJE, é necessário apresentar um documento oficial com foto.

A justificativa vale somente para o turno em que a pessoa não votou por estar ausente do seu domicílio eleitoral, devendo ser feito um requerimento para cada turno que não teve votação, respeitando os prazos e exigências.

É permitido justificar ausências quantas vezes forem necessárias. No entanto, faltar a três eleições consecutivas, contando cada turno como uma eleição, sem apresentar justificativas ou pagar multas, pode levar ao cancelamento do título eleitoral.

Após a eleição

A quem não justificar no dia da votação, ainda é possível fazer isso até 60 dias depois de cada turno. Esse procedimento pode ser realizado pelo aplicativo e-Título, pelo Autoatendimento Eleitoral – Título Net nos sites oficiais da Justiça Eleitoral, ou presencialmente em cartório eleitoral.

Para as Eleições de 2026, os prazos para justificar são: até 3 de dezembro de 2026 para ausência no primeiro turno e até 8 de janeiro de 2027 para ausência no segundo turno.

Em qualquer canal escolhido para justificar após a eleição, é necessário anexar documentos que comprovem o motivo da ausência, que serão avaliados pela autoridade judiciária eleitoral correspondente.

Se a justificativa for aprovada, ela será registrada no histórico do título eleitoral. Caso seja negada, será preciso pagar a multa eleitoral.

Eleitores no exterior

Eleitoras e eleitores que moram fora do país também podem justificar sua ausência utilizando o aplicativo e-Título ou nas mesas receptoras instaladas no exterior com urnas eletrônicas.

Informações baseadas nos dados disponíveis no site do TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais.

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Mundo

Ataques russos deixam quatro mortos na Ucrânia

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Os ataques realizados pela Rússia durante a noite causaram a morte de pelo menos quatro pessoas na cidade de Dnipro, localizada na região leste da Ucrânia, conforme informado pelas autoridades nesta terça-feira, 22. A situação ocorre durante a visita do presidente Volodmir Zelensky a Nova York em busca de apoio internacional.

Oleksandr Ganja, administrador militar da área de Dnipropetrovsk, declarou pelas redes sociais que o ataque realizado na noite anterior resultou na morte de quatro pessoas.

Os corpos foram encontrados entre os destroços enquanto as equipes de resgate ainda continuam suas operações de busca e salvamento.

Anteriormente, as autoridades haviam informado que diversos bairros da cidade foram bombardeados com mísseis, drones e artilharia, causando sérios danos a depósitos e a uma empresa local.

Além disso, instalações industriais nas cidades de Kryvyi Rig e Pavlograd, que também fazem parte da mesma região, sofreram ataques.

Zelensky tem uma reunião marcada com o presidente americano, Donald Trump, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York.

Os Estados Unidos retomaram suas iniciativas diplomáticas para tentar mediar e encontrar uma solução para o conflito que se estende há mais de quatro anos na Ucrânia.

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Mundo

ONU alerta sobre desaparecimentos forçados na Nicarágua

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O governo da Nicarágua mantém pelo menos 30 pessoas em desaparecimento forçado, uma tática usada para reprimir a oposição, de acordo com um grupo de especialistas em direitos humanos da ONU.

Daniel Ortega, presidente e ex-guerrilheiro de esquerda de 80 anos, junto com sua esposa e vice-presidente Rosario Murillo, de 75 anos, exercem controle absoluto sobre o país, especialmente após os protestos de 2018 que resultaram em quase 300 mortes, segundo dados da ONU.

Desde então, foram registrados 161 casos de desaparecimentos forçados e oito mortes de presos políticos, conforme relatório do Grupo de Especialistas em Direitos Humanos da ONU. O número real pode ser ainda maior.

Até 31 de agosto, pelo menos 29 pessoas permanecem desaparecidas, e tais ações são classificadas como crimes contra a humanidade pelo relatório.

Inicialmente, os desaparecimentos eram de curta duração, usados para punir detidos e intimidar familiares. Com o tempo, tornaram-se uma prática estratégica com desaparecimentos prolongados, afetando um grupo crescente de pessoas.

Ortega, no poder há quase vinte anos, afirma que os protestos de 2018 foram parte de uma tentativa de golpe promovida pelos Estados Unidos.

Após a repressão dos protestos, milhares fugiram do país, e a oposição praticamente desapareceu, especialmente após a aprovação de uma reforma que impede partidos contrários ao governo de participarem das eleições.

O Grupo de Especialistas, criado em 2022 pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, investiga essas violações desde abril de 2018 e busca responsabilizar os autores.

Em seu relatório intitulado “Anatomia da crueldade estatal”, os investigadores revelam que os desaparecimentos são realizados por várias instituições seguindo ordens das mais altas esferas do governo.

Esses atos configuram crimes contra a humanidade, envolvendo prisão, tortura, maus-tratos e perseguição política.

O Grupo pede que o governo informe o paradeiro dos desaparecidos, liberte os presos políticos e investigue mortes sob custódia estatal, incluindo a morte do irmão do presidente, Humberto Ortega, em 2024.

Ortega governou nos anos 1980 e retornou ao poder em 2007, tendo sido reeleito três vezes em eleições controversas.

Nas eleições de cinco anos atrás, repressores opositores foram presos, e a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) venceu facilmente sem concorrentes.

Em 1º de setembro, a Assembleia Legislativa aprovou uma reforma constitucional que proíbe a participação de adversários políticos nas eleições, atendendo a pedido de Ortega, além de estender seu mandato de seis para sete anos.

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Mundo

Tufão Dujuan causa mortes e falta de energia no Japão

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O tufão Dujuan resultou em pelo menos quatro mortes e 22 feridos no Japão, deixando milhares de residências próximas a Tóquio sem eletricidade após sua passagem, conforme anunciado pelas autoridades nesta terça-feira (22).

O fenômeno se distanciou da costa japonesa e seguiu para o Pacífico durante a manhã.

Na segunda-feira, o Dujuan já havia causado o encerramento antecipado em Tóquio de uma das maiores feiras mundiais de jogos eletrônicos.

O Japão enfrenta tufões intensos no final do verão e início do outono (no hemisfério norte), eventos que também afetaram os Jogos Asiáticos realizados no país este ano.

A Agência de Administração de Incêndios e Desastres reportou que três pessoas perderam a vida na província de Chiba e uma na região de Kanagawa, ambas próximas à capital Tóquio.

As buscas continuavam para encontrar seis desaparecidos após deslizamentos de terra causados pelas fortes chuvas, informou a agência.

Mais de 45 mil casas em Chiba ainda estavam sem eletricidade na manhã desta terça-feira.

O Dujuan trouxe volumes de chuva recordes para a área da capital. Na ilha de Oshima, localizada 120 quilômetros ao sul de Tóquio, foram registrados 832 milímetros de chuva em 48 horas, mais que o dobro da média para o mês de setembro, segundo a emissora pública NHK.

Na região de Edogawa, em Tóquio, as precipitações alcançaram o recorde de 282,5 milímetros em 24 horas.

Especialistas indicam que as mudanças climáticas provocadas por atividades humanas aumentam a probabilidade de chuvas intensas, pois uma atmosfera aquecida retém mais umidade.

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