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Vereador morre após acidente com carga de batatas em Santa Catarina

A Polícia Civil de Santa Catarina investiga as circunstâncias do acidente que vitimou o vereador da cidade de Treze de Maio, Nivaldo Magagnin (MDB), conhecido como Nivaldo da Batata. O político faleceu na manhã de quarta-feira (9), ao ser atingido por uma tonelada de batatas no bairro Santa Cruz. Suspeita-se que um cabo de aço que sustentava a carga tenha rompido.

Nivaldo da Batata trabalhava no local durante o incidente. Além de vereador, era proprietário de uma empresa de comércio e beneficiamento de batatas. Ele faleceu um dia após completar 63 anos.

A Polícia Civil informou ao g1 que o caso é tratado como acidente de trabalho. A causa oficial da morte será confirmada após análise cadavérica e perícia no equipamento onde ocorreu o rompimento.

Conforme o Corpo de Bombeiros Militar de Urussanga, que atendeu a ocorrência às 8h20 da quarta-feira, o vereador foi atingido por uma saca do tipo “Bag”, usada para transportar grandes quantidades, suspensa a cerca de 2 metros de altura. O cabo de aço sustentando a carga teria se rompido, fazendo com que a carga caísse sobre Nivaldo. Acredita-se que o impacto tenha esmagado o homem contra o chão.

Natural de Pedras Grandes, cidade próxima a Treze de Maio, Nivaldo usou o apelido nas urnas nas eleições de 2024, quando foi eleito com 437 votos. Era casado e pai de uma filha, que também já foi vereadora em Treze de Maio.

A prefeitura de Treze de Maio manifestou pesar pelo falecimento do vereador e decretou luto oficial de três dias no município.

“Nesse momento difícil, a Administração Municipal expressa suas condolências aos familiares, amigos, colegas e toda a comunidade, desejando força e consolo a todos”, afirmou a prefeitura em comunicado.

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Mundo

Ataques russos deixam quatro mortos na Ucrânia

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Os ataques realizados pela Rússia durante a noite causaram a morte de pelo menos quatro pessoas na cidade de Dnipro, localizada na região leste da Ucrânia, conforme informado pelas autoridades nesta terça-feira, 22. A situação ocorre durante a visita do presidente Volodmir Zelensky a Nova York em busca de apoio internacional.

Oleksandr Ganja, administrador militar da área de Dnipropetrovsk, declarou pelas redes sociais que o ataque realizado na noite anterior resultou na morte de quatro pessoas.

Os corpos foram encontrados entre os destroços enquanto as equipes de resgate ainda continuam suas operações de busca e salvamento.

Anteriormente, as autoridades haviam informado que diversos bairros da cidade foram bombardeados com mísseis, drones e artilharia, causando sérios danos a depósitos e a uma empresa local.

Além disso, instalações industriais nas cidades de Kryvyi Rig e Pavlograd, que também fazem parte da mesma região, sofreram ataques.

Zelensky tem uma reunião marcada com o presidente americano, Donald Trump, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York.

Os Estados Unidos retomaram suas iniciativas diplomáticas para tentar mediar e encontrar uma solução para o conflito que se estende há mais de quatro anos na Ucrânia.

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Mundo

ONU alerta sobre desaparecimentos forçados na Nicarágua

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O governo da Nicarágua mantém pelo menos 30 pessoas em desaparecimento forçado, uma tática usada para reprimir a oposição, de acordo com um grupo de especialistas em direitos humanos da ONU.

Daniel Ortega, presidente e ex-guerrilheiro de esquerda de 80 anos, junto com sua esposa e vice-presidente Rosario Murillo, de 75 anos, exercem controle absoluto sobre o país, especialmente após os protestos de 2018 que resultaram em quase 300 mortes, segundo dados da ONU.

Desde então, foram registrados 161 casos de desaparecimentos forçados e oito mortes de presos políticos, conforme relatório do Grupo de Especialistas em Direitos Humanos da ONU. O número real pode ser ainda maior.

Até 31 de agosto, pelo menos 29 pessoas permanecem desaparecidas, e tais ações são classificadas como crimes contra a humanidade pelo relatório.

Inicialmente, os desaparecimentos eram de curta duração, usados para punir detidos e intimidar familiares. Com o tempo, tornaram-se uma prática estratégica com desaparecimentos prolongados, afetando um grupo crescente de pessoas.

Ortega, no poder há quase vinte anos, afirma que os protestos de 2018 foram parte de uma tentativa de golpe promovida pelos Estados Unidos.

Após a repressão dos protestos, milhares fugiram do país, e a oposição praticamente desapareceu, especialmente após a aprovação de uma reforma que impede partidos contrários ao governo de participarem das eleições.

O Grupo de Especialistas, criado em 2022 pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, investiga essas violações desde abril de 2018 e busca responsabilizar os autores.

Em seu relatório intitulado “Anatomia da crueldade estatal”, os investigadores revelam que os desaparecimentos são realizados por várias instituições seguindo ordens das mais altas esferas do governo.

Esses atos configuram crimes contra a humanidade, envolvendo prisão, tortura, maus-tratos e perseguição política.

O Grupo pede que o governo informe o paradeiro dos desaparecidos, liberte os presos políticos e investigue mortes sob custódia estatal, incluindo a morte do irmão do presidente, Humberto Ortega, em 2024.

Ortega governou nos anos 1980 e retornou ao poder em 2007, tendo sido reeleito três vezes em eleições controversas.

Nas eleições de cinco anos atrás, repressores opositores foram presos, e a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) venceu facilmente sem concorrentes.

Em 1º de setembro, a Assembleia Legislativa aprovou uma reforma constitucional que proíbe a participação de adversários políticos nas eleições, atendendo a pedido de Ortega, além de estender seu mandato de seis para sete anos.

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Mundo

Tufão Dujuan causa mortes e falta de energia no Japão

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O tufão Dujuan resultou em pelo menos quatro mortes e 22 feridos no Japão, deixando milhares de residências próximas a Tóquio sem eletricidade após sua passagem, conforme anunciado pelas autoridades nesta terça-feira (22).

O fenômeno se distanciou da costa japonesa e seguiu para o Pacífico durante a manhã.

Na segunda-feira, o Dujuan já havia causado o encerramento antecipado em Tóquio de uma das maiores feiras mundiais de jogos eletrônicos.

O Japão enfrenta tufões intensos no final do verão e início do outono (no hemisfério norte), eventos que também afetaram os Jogos Asiáticos realizados no país este ano.

A Agência de Administração de Incêndios e Desastres reportou que três pessoas perderam a vida na província de Chiba e uma na região de Kanagawa, ambas próximas à capital Tóquio.

As buscas continuavam para encontrar seis desaparecidos após deslizamentos de terra causados pelas fortes chuvas, informou a agência.

Mais de 45 mil casas em Chiba ainda estavam sem eletricidade na manhã desta terça-feira.

O Dujuan trouxe volumes de chuva recordes para a área da capital. Na ilha de Oshima, localizada 120 quilômetros ao sul de Tóquio, foram registrados 832 milímetros de chuva em 48 horas, mais que o dobro da média para o mês de setembro, segundo a emissora pública NHK.

Na região de Edogawa, em Tóquio, as precipitações alcançaram o recorde de 282,5 milímetros em 24 horas.

Especialistas indicam que as mudanças climáticas provocadas por atividades humanas aumentam a probabilidade de chuvas intensas, pois uma atmosfera aquecida retém mais umidade.

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