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Ucrânia aceita reduzir conflito se Rússia fizer igual
A Ucrânia está disposta a implementar medidas de redução do conflito caso a Rússia tome ações semelhantes, afirmou o presidente Volodimir Zelensky nesta segunda-feira (14). A declaração ocorre em meio à pressão dos Estados Unidos para cessar os ataques a infraestruturas energéticas.
Em seu pronunciamento diário, o líder ucraniano ressaltou que os Estados Unidos apresentaram uma proposta concreta para a suspensão mútua dos ataques a alvos essenciais.
“Se isso puder ser o primeiro passo para reduzir as hostilidades, interrompendo os ataques russos contra nossa infraestrutura crítica e nossos ataques em retaliação, a Ucrânia apoiará essa redução”, declarou Zelensky.
Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que Kiev e Moscou concordaram em não atacar instalações do setor energético.
Trump argumentou que a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, e não o Irã, é a principal causa da alta nos preços dos combustíveis nos Estados Unidos. Ele também afirmou ter solicitado a Zelensky que evitasse ataques contra refinarias russas de diesel.
Por sua vez, Zelensky destacou que as forças russas sentem o impacto das respostas ucranianas contra a economia de guerra da Rússia. Além disso, reforçou que até o momento não há sinais claros de que o Kremlin deseje encerrar o conflito.
Uma tentativa prévia do presidente Trump de promover a paz no conflito foi eclipsada pela guerra em andamento entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, que já dura sete meses.